Sair da Casa da Mae
O lugar onde você está talvez não seja o que você merece. Se for pra sair, saia. Você tem a escolha de mudar.
Eu conspiro, não para sair dos outros, mas para que outros possam questionar, o que se passam como verdade.
Não quero me aparecer, mas sair de cena divagando, e nas minhas digressões chegar ao porto destino meu, sigo em busca do meu eu.
Adquirir conhecimento é sair da inércia da ignorância e galgar os degraus da escalada rumo a sabedoria.
[Sem destinatário, como quem escreve para o passado]
Hoje, ao sair do trabalho, aconteceu algo que me fez parar — não nos pés, mas por dentro.
Era fim de tarde, e o sol estava daquele jeito bonito que quase dói de tão calmo. Havia uma brisa fria, suave, dessas que avisam que o dia está acabando. E no ar, aquele burburinho da Copa do Mundo… buzinas, bandeiras, gente sorrindo sem nem saber por quê.
E foi aí que eu vi você.
Virando a esquina, como se o tempo tivesse dado uma volta só para te trazer de volta por um segundo. Nas mãos, um buquê de rosas. No rosto, aquele sorriso que eu nunca consegui esquecer — metade alegria, metade mistério.
Por um instante, tudo parou. O barulho do mundo se calou, e eu fui tomada por uma lembrança tão viva que doeu como se fosse agora.
Mas era só isso mesmo: lembrança.
Você não estava ali. Nunca esteve. Foi só o reflexo de uma saudade antiga, de um gesto que talvez eu quisesse ter recebido, ou talvez tenha mesmo vivido… e perdi.
Fiquei ali parada, como quem espera algo que sabe que não vem. E percebi que, por mais que o tempo siga em frente, tem esquinas que a gente nunca desvira.
Com carinho e silêncio,
[Assinado, talvez por mim mesma]
Acredito que, para sair da zona de conforto, é necessário nos lançarmos à exploração de novos mares.
É estranho tudo isso. Eu quero sair, mas ao mesmo tempo eu quero permanecer assim. É confuso demais.
Quando se tenta convencer uma pessoa teimosa, as chances de não convencê-la, bem como as de sair do diálogo de maneira pior do que entrou é um fato.
A diversidade cultural nos instiga a sair do comum, nos apresenta novas realidades, nos conserva a esperança do possível encontro com o que mais nos identificamos.
A arte e a cultura devem sair dos templos de pedras dos saberes eruditos. A arte e cultura brasileira deve ir para as ruas pela educação e cidadania, em uma linguagem mais popular e acessível pois pertence a toda nação comum brasileira que felizmente não é só composta de vários pernósticos falsos eruditos. A arte é do povo e a cultura nossa melhor tradição tudo que aprisiona elas, estará sempre na contra-mão da verdadeira liberdade, igualdade e democracia..
A arte contemporânea brasileira tem que sair das famosas galerias brasileiras e ir de forma cultural, social, cidadã e educacional para as obras publicas nas periferias e nos bolsões de miséria espalhados nas principais capitais brasileiras. O artista plastico e visual que esteja distante disto, não percebe nossa realidade também não exerce sua justa ativa cidadania cultural e deve ser visto pelo mercado como um mero personagem equivocado de espetáculo, onde ele é a unica atracão "mamulenga" do picadeiro e a própria triste e indiferente plateia, desqualificada de um só espectador.
Hoje em dia, todos se acham muito especiais. Como seria bom, sair pelo tempo e encontrar pessoas comuns,
como eu.
- Relacionados
- Não Olhes para Trás
- Mãe solo: frases que traduzem amor, desafios e superação
- Mensagens de aniversário de 70 anos que celebram uma vida plena
- Frases de filho para mãe que são verdadeiras declarações de amor
- Frases de mãe e filho que mostram uma conexão única
- Frases de Mãe para Filha
- Mensagens sobre ser pai e mãe
