Sair da Casa da Mae
Aviso: mudei de endereço!
Estou morando no Bairro da Esperança, na Rua da Fé... Minha nova casa é ensolarada e iluminada, nela habita Deus, o Altissimo, que guia meus passos, renova minhas forças, recarrega minhas baterias e nessa nova etapa da minha vida, Ele é a prioridade, porque todas as coisas são para Ele! Priscilla Rodighiero
Pensemos em Deus em todos os momentos de nossa vida...em casa,no trabalho e em qualquer lugar onde estejamos; e deixemos que Ele abençoe o nosso caminho, e não nos preocupemos por aquilo que há de vir,cedo ou mais tarde,pois somente Ele sabe verdadeiramente o que precisamos e o que merecemos.
Em celebração ao Dia do Índio e Dia do Descobrimento do Brasil eu vou meter o pé na porta da casa de alguém e expulsá-lo dizendo que a casa agora é minha!
Minha casa...
Fiz minha casa,
bem distante da cidade.
Firmei os alicerces,
no melhor galho da árvore
onde o vento passa direto
e a brisa, bem discreta,
finge, não saber onde moro.
Neste silêncio que escolhi,
me recolho e me acomodo
olhando as estrelas no céu
que cúmplices, ficam ali,
vigiando, até eu dormir.
by/erotildes vittoria
Exemplo: ao procurar uma casa pra morar. Até aí, tudo ok.
Mas, depois, vem a praga da comparação pra estragar tudo.
Quando a gente viu 2 ou 3 casas de que gostou, começa:
- Aquela do jardim bem cuidado é enorme, mas tem menos vista que aquela com varanda no andar de cima. Já a casinha de chácara é uma graça, mas fica muito longe do trabalho. Nesse ponto, a casa do jardim é ideal e blá, blá....
Com coisas já é ruim. Imagina quando se começa a comparar gente com gente.
Aí surge o lado feio da sociedade.
Somos o que somos: únicos, incomparáveis.
casa comigo e seus dias não serão iguais , todos os dias te acordarei com um beijo e a musica que você mais gosta , sua vida não será uma rotina sem graça , minha loucura te fará muito bem , minhas energias doarei a você ! tudo isso, se me prometer o seu olhar!
O relógio gira lentamente.
Quero ir para casa
Para que possa me deitar
Ok, posso nunca fazer nada
Mas ultimamente
Ando muito cansada
Mas garota, por que está cansada?
Cansada de sentir, cansada de viver
Acho que ando meio magoada
Muita coisa passa
Mas a amargura é pesada
Acho que virei uma pessoa fria e sozinha
Sozinha por que se é cercada de amigos?
Amigos que me deixam quando preciso
Não que eu precise sempre, mas é isso.
Ferrugem
A porta fechou,
Eu admirei as estrelas.
Em minha casa,
Que não tinha teto,
Os vagalumes iluminavam
A noite habitante dos cômodos.
Eu andei
Há dois passos de mim,
Meu corpo adormeceu.
Em minha casa,
Que não tinha teto,
A relva do sereno conserva
O orvalho das janelas,
Declinantes a crepúsculo.
O vento trouxe resquícios
Do tempo que vivido foi.
A matéria escura
Que em meus olhos viste,
O meu corpo dominava.
Há dois passos de mim,
Perece a'orta
Onde flores mortas
O sangue amargo regara.
Retorno à casa,
Que pintura falta,
Retorno à carne,
Onde acalento precisa,
Volto a vida que estéril corre
Nas mãos do relógio.
Volto a mim,
Em manutenção.
Somente a raiz é capaz de sustentar a árvore de pé
Somente a coluna é capaz de sustentar uma casa.
Tudo começa pela base.
Que ele se preparasse muito bem, porque a esposa que ele tinha em casa morreria e ressurgia a velha Eu, só que com bagagens maiores, dois filhos e sabendo que marido folgado a gente não aguenta e nem espera nada, a gente se livra. E se livra logo.
O indispensável não é uma casa ou emprego, nem tampouco dinheiro, companhia ou poder, o indispensável é estar em paz.
Fica em Casa? Que casa? Isso é tudo que eu tenho, tenho sombra, tenho ajuda as vezes, tenho fantasmas que me perseguem 24 horas por dia, tenho anjos da guarda e essa solidão que é minha maior companhia. E isso muitas casas comuns tem também, então Tô em Casa! Memórias de um morador de rua.
Era fim de tarde…
quando estava a esmo na frente de casa….
brincando com uma bola rasgada…
na rua de terra batina…
você apareceu de repente
como um raio de sol que entra pela janela de uma casa do interior.
Gostaria que aquele instante se eternizasse, meu amor.
O SENHOR é o meu pastor e nada me faltará
O SENHOR guarda a minha casa
E provê todas as minhas necessidades
Eu só confio no Senhor
Porque é só Ele quem cuida de mim.
A CASA
Era uma casa alegre e ditosa.
Suas paredes irradiavam júbilo.
Suas janelas sorriam
E suas passagens viviam as gargalhadas.
Cada cômodo era um aparelho
Intenso e pulsante.
O grande astro a submergia.
Mesmo sem consentimento
Adentrava pelo interstício
De uma abertura mal fechada
Ou por uma vidraça cristalina e sem véu.
Todos que ali se embrenhavam
Ficavam embebidos por uma áurea
De euforia e contentamento.
Os mortais vivos que ali embarcavam,
Caíam, depois partiam.
Até sem conhecimento, revigoravam
De histórias aquela casa.
As luzes se acendiam e se extinguiam
Cronometricamente no alvorecer
E no anoitecer.
Seu jardim era enflorado,
Suas ervas verdes
E suas árvores frondosas.
Quem a contemplou a viu viva.
De repente, mas, não tão de repente,
Tudo isso acabou.
Os mortais vivos dissiparam-se.
O brilho apagou-se
E não mais se acendeu.
O grande astro se foi,
Não mais submergiu
E tudo escureceu.
A vidraça se despedaçou,
E o véu então surgiu.
As flores no jardim mirraram
E a grama, ora verde, secou.
A passagem se fechou por fora
E nunca mais se abriu.
O fúnebre tomou conta,
Ninguém nunca mais embarcou.
A casa então morreu.
À Lareira da Infância -
(EU)
Na casa
do Outeiro,
junto ao lume
que se ateia,
sentavam-se
à conversa,
à hora
da ceia,
meu Avô,
minha Avó
e a Tia
Josefa!
Era eu
uma criança,
jovem entre
velhos,
cheio d'alegria,
Amor e Esperança!
Tanto calor
que me vinha
da lareira
da Infância!
Um leve odor ...
E a Tia
Josefa,
branca,
imponente,
lânguida,
serena,
sisuda,
começava
a conversa!
(PARA MEU AVÔ)
Ó meu irmão,
que fizeste tu
da alegria
que pela
Vida fora
te conhecia?!
Às cores
do teu rosto
que o Sol
ardente
te havia
posto?!
Essa
expressão,
risonha
e calma,
que me alembro,
a força
do teu corpo,
a Vida
da tua Alma!!!
Onde,
meu irmão?!
Onde?!
(EU)
E estoira
a lenha
na lareira
da Infância!
Meu Avô,
atento,
ouve a conversa,
e responde,
fixando
a Tia Josefa!
(MEU AVÔ)
Estou velho
minha irmã!
O tempo
passa ...
Mas como
as bagas
da Romã,
a memória fica
junto ao Coração,
imersa, arreigada,
numa imensa
solidão!
E ai do Coração!
Ai do Coração!
(TIA JOSEFA)
É Verdade
meu irmão!
É Verdade ...
Fica a saudade...
Nossa mãe,
nosso pai,
já estão
na Eternidade ...
(EU)
E a lareira
da infância
ardia,
queimava
a lenha
da saudade ...
Era lá
que em criança
minha Alma
se aquecia!
E minha Avó,
silenciosa
que estava,
ouvia!
Profunda,
graciosa,
sentia Esperança,
junto à lareira
da infância!
E dizia:
(MINHA AVÓ)
Ouve,
meu Neto,
um dia,
nenhum de nós
aqui estará!
E a tua glória,
será escrever
em verso,
aquilo que
nos ouviste,
junto à lareira
da infância!
Mas escreve
com Esperança,
não te esqueças!
E triste,
ou não,
guarda sempre
na lembrança,
a conversa
da lareira,
que ouviste
à hora da ceia,
à beira
de teu Avô,
tua Avó e
da Tia Josefa!
(EU)
Em volta
da lareira,
os três sorriam,
e minha infância,
momento terno,
era quente,
com a Esperança,
de quem sente,
que aquele instante
podia ser Eterno! ...
Mas a Morte
sempre vem! ...
É breve!
E tudo leva!
Fica a memória
na saudade
e a saudade
nos meus versos!
É esta,
minha unica
Glória!!!!
Ricardo Louro
No Outeiro,
em Monsaraz
"Você já viu alguém lavando roupas,
limpando casa, etc. com refrigerante?
Pois é, eu também nunca vi. Assim também são seus órgãos vitais, eles precisam de água para fazer a higiene interna. Principalmente o seu rim.”
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