Sair da Casa da Mae
A casa de um Dominador é o seu coração, não se pode prender um Dominador a laço, com ele está a decisão de quem entra e de quem sai da sua casa.
Eu convido o Pai, o Filho e o Espírito Santo para adentrar no meu dia, na minha casa e na minha Família, que a paz reine, que o amor se fortaleça e que somente o que vier de Deus permaneça, que haja união, saúde e muita unção!
Que tudo o que estiver quebrado seja restaurado e o que sejamos muito abençoados!
A paz de Deus!
Eu era como uma concha, como uma casa vazia, por meses sem ninguém - uma casa condenada - eu era completamente inabitável. Nenhum investimento poderia me deixar funcional outra vez.
Minhas raízes estão no ar,
minha casa é qualquer lugar,
se depender de mim eu vou até o fim,
voando sem instrumentos
ao sabor do vento
se depender de mim eu vou até o fim.
Todas as garotas boas estão em casa com seus corações partidos.
#ORIXÁS
Em uma casa branca...
De telhados cinzentos...
Grande portão de madeira...
Eu me vi ali dentro...
Uma bandeira alva...
Bem no alto tremulava...
Silêncio respeitoso...
De yawôs que ali estavam...
Sobre a esteira - eni...
Um ancião sentado ali...
Sagrados objetos de Opon-Ifá...
Pude bem observar...
O jogo estava pronto...
Era hora de Orumilá falar...
Tinha já hora marcada...
Muito queria saber...
Tantas perguntas...
Para o babalawô responder...
Abanou-se com o irum-kerê...
E os okins foram jogados...
E maravilhado...
Pude ver...
Ifá começou a falar...
Odu manifestou...
Traçado singelo escrito...
Cheios de significados...
Se revelou...
Agora já era sabido...
Qual destino era meu...
O que eu tinha a fazer...
Que atitudes a tomar...
Me banhei de ervas frescas..
Alecrim e mangericão...
Arruda, guiné...
Erva tostão...
Então comecei...
Com minha grande jornada...
Em grande encruzilhada aberta...
Com farofa e aguardente...
Exu invoquei...
Pedi licença e segui adiante...
Para trás não mais olhei...
Seguindo caminhada...
Pela longa estrada...
Ogum gritei...
Que me desse bons caminhos...
Em minha jornada...
Se eu tivesse inimigos...
Que a vitória me fosse dada...
Na beira da mata...
Odé estava lá...
Se eu quisesse a fartura...
Ele poderia me dar...
Me aconselhou a ter persistência...
"- Tudo tem que ter paciência...
- Um bom caçador - avisou...
- Tem que ter prudência..."
Moedas e fumo de rolo...
Com Aroni pude barganhar...
Somente assim...
Ossãe poderia me ajudar...
A fronte no chão bati...
Paó ecoou...
A terra tremeu...
Na rachadura...
Omulu apareceu...
Em meus braços e tornozelos...
Amarrou palha da costa...
Força me seria dada...
Eu venceria...
Não conheceria a dor da derrota...
Também eu teria...
Saúde e paz...
Me prometeu o senhor da terra...
Que não me abandonaria jamais...
Então ao meu encontro veio...
Um poderoso rei...
De cabelos trançados...
Todo garboso...
Do trovão o poder...
Tamanha foi a visão...
Diante de sua autoridade...
Me prostei...
Sua voz poderosa...
Grande e forte brado...
Empunhando dois oxês...
Dois machados...
Usando esplêndida coroa...
Tirou de sua cabeça...
Colocando em minha mão...
Justiça sendo feita...
Com toda precisão...
Era Xangô...
Que ordenou a Oiá...
A todos os maus eguns...
Afastar...
Forte vento soprou...
Levantando muita poeira...
O céu relampejou...
De imensa beleza...
Iansã os chifres de búfalo me deu...
Toda vez que eu precisasse...
Era só por ela chamar...
"- Filho...Agora você também é meu..."
Me levou na cachoeira...
Onde a mãe do ouro se banhava...
Tão linda me encantou...
Oxum também me presenteou...
Pequeno seixo branco...
Tirada de seu adê...
" -Leve contigo esse seixo...
- Em hora certa saberá o que fazer..."
Mãe me alimentou...
Com a caça de Logun Edé...
Matou minha sede...
Me deixando ali ficar...
"- Durante o tempo que você quiser..."
Porém, não era essa minha intenção...
Por mais assim quisesse eu...
Carinhosamente me indicou...
Segui o rio abaixo...
Que era seu...
Ondes as águas eram mais bravas...
Obá eu encontrei....
Valorosa guerreira...
Disposta a me guiar...
Me levou para a lagoa de Ewá...
Em lago plácido entrei...
Para a menina deusa encontrar...
Com Oxumarê a donzela brincava...
Junto às águas sagradas...
Da lagoa encantada...
Flores rosas eu ganhei...
E a grande dã ofereceu...
Comigo cruzar o firmamento...
Às águas de Iemanjá...
Poderia me guiar..
A grande mãe já me esperava...
Em seu palácio submerso...
Feito de corais...
Montanhas de ouro...
Navios naufragados...
Eram seu tesouro...
Me mostrou todo o okum...
Nosso berço ancestral...
Aonde ela aprisionava...
Todo e qualquer mal...
Em barco de espuma naveguei...
Ao encontro da nossa origem...
Junto a mim...
Levando os presentes que ganhei...
Seria bem recebido pela grande senhora...
Dona da fatídica hora...
Conheceria a grande Nanã Buruquê...
Anciã de grande respeito...
Morava em casa de barro e estuque...
Já estava assim tão perto...
De tudo esclarecer...
A mais idosa...
Senhora do mistério...
Carinhosamente me recebeu...
Me indicando o caminho...
Antes me aconselhou...
Às Iamins não ignorar...
Sem a precisão delas...
Ninguém poderia me auxiliar...
Oxumarê que ainda...
Junto a mim estava...
Me guiou pela terra...
Das grandes águas paradas...
Então chegando ao cume...
De uma grande montanha...
Estava ali quem eu tanto procurava...
Dando fim a minha campanha...
Ajalá...
O grande orixá...
Moldador de todo ori...
A quem eu deveria...
Que de Oxum ganhei...
Entregar o okutá...
Olodumare então sorriu...
Olorum ficou em festa...
Todo o mundo tremeu...
Tal qual palmeira ao vento...
Ergui minhas mãos aos céus...
Fazendo meu agradecimento...
Pela dádiva recebida...
Reforçando meu comprometimento...
Agradeci a Ifá...
Agradeci a Orumilá...
Pedi a benção a Oxoguiã...
Beijei a mão de Oxalufã...
Me deitei aos pés de meu senhor...
Ododuwá...
Meu odum estava completo...
Meu destino se cumpriu...
Meu coração em paz...
Minha alma floriu...
O mundo é uma escola, a vida é nosso professor e a nossa casa é a sala de aula; e cada um de nós está matriculado na sala adequada para o nosso aprendizado e consequente aprimoramento.
"Uma casa tem que ter acolhimento. Não tem que parecer uma loja de decoração, mas deve revelar tranquilidade para seu descanso, incentivo para sua criatividade e reflexo do que você deseja para sua saúde". Luiza Gosuen
O que eu quis da vida, amor, filho, casa, cachorro, vizinhos cordias, amigos sinceros, sucesso no trabalho.
Às vezes eu acho que eu pedi muito, outras vezes acho que apenas pedi da vida o que todo mundo quer. A vida me atendeu e mesmo assim, ai meu Deus, o que está faltando para eu ser feliz?
O que está faltando é ser diferente do que eu sou, é não ter tanto medo. Pareço muito corajosa, todos me acham uma mulher forte, uma mulher que sabe o que quer. Não é nada disso, vivo apovorada, acho que o problema é que eu me defendo, deve ser isso que atrapalha, me defendo do amor que as pessoas me dão, que meu filho me dá, meus pais, meus amigos, eu sempre me defendi até mesmo do André, que só me dava amor.
Amor, não sei, ainda não tenho certeza absoluta, mas eu acho que estou começando a me apaixonar outra vez, como eu queria amar sem me apaixonar, sem sofrer por amor, mas eu não consigo, eu nunca consegui amar com calma, sou passional em tudo que sinto, em tudo que faço.
É impressionante a quantidade de seres desumanos que se mudam de casa e abandonam cachorros... Largam como se fosse um vaso de planta ou qualquer outro enfeite velho e quebrado que não tem mais serventia. As pessoas não tem nem a capacidade (ou a vergonha na cara) de se desfazerem dos bichos com a dignidade que eles merecem. Ou com o mínimo de dignidade que ainda possa haver em tais pessoas.
Se é preciso se mudar... Se é preciso ir para um lugar menor que não comporte animais... Se é preciso mesmo se desfazer dos bichos de estimação... Que faça! Mas faça direito! Se não for pra ser assim, não tenha animais! Se não for pra cuidar como um ente familiar, ou no mínimo como um ser completamente dependente de cuidados básicos, NUNCA TENHA-OS!
Eu prefiro os que falam: "eu não gosto, não quero, não sei cuidar", do que esses que alegam gostar e pegam para ser brinquedo dos filhos ou protetores da casa.
Bicho não é presente... Compre os de pelúcia!
Bicho não é proteção... Contrate vigilantes!
Se não pode amar os animais, tenha ao menos compaixão!
Um dia a gente envelhece e perde a serventia para a sociedade... E toda a indiferença que a gente lança, volta.
Fui almoçar ontem na casa de uma amiga
Quando terminamos de almoçar, ela me disse:
Fiz o almoço, agora a louca é sua.
Peguei a louça, coloquei tudo em um saco plástico e fui embora.
Agora a mulher aqui na frente de casa com a polícia querendo a louça de volta...
Preciso abandonar essa “mania de passado”, retirar os entulhos, deixar a casa vazia para receber nova mobília, fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração.
Há portas em mim que se abrem sem jamais revelar a casa inteira.
Há silêncios meus que dizem muito, mas ainda assim não me explicam.
Olhares que permanecem um instante além do necessário, mas não me veem completamente.
Quanto mais alguém se aproxima, talvez mais perceba que ainda há alguma coisa por descobrir.
Por descobrir-me.
Nem tudo que me toca me faz entregar.
Nem tudo que desejo me faz correr em direção ao desejo.
Aprendi a deixar algumas coisas amadurecerem no silêncio, onde a vontade não se perde — apenas ganha profundidade.
Há partes minhas que não se oferecem à pressa.
Precisam de presença, de atenção, de um olhar capaz de permanecer quando já não há certezas.
E talvez seja aí que eu permaneça mais inteira:
nesse lugar entre o que deixo ver
e tudo aquilo que ainda não encontrei razão para revelar.
Porque posso deixar alguém chegar muito perto
sem jamais deixar de ser um território que ainda precisa ser descoberto.
Talvez você conheça o caminho até mim.
Mas não confunda caminho conhecido com destino desvendado.
Beija-me
Beija-me como quem chega em casa depois de muito tempo.
Como quem reconhece o sabor da alma no toque da boca.
Sem pressa. Sem ensaio.
Mas com aquela vontade que carrega o tempo todo.
Beija-me com os olhos também.
Com os dedos. Com o pensamento.
Beija as minhas dúvidas até que elas se rendam,
e os meus silêncios até que virem som.
Beija-me pra além da pele.
Entre as palavras não ditas,
nas pausas da respiração,
no espaço entre um suspiro e outro.
Quero um beijo que acolha, mas acenda.
Que abrace, mas incendeie.
Que não peça licença,
mas saiba o momento exato de invadir.
Beija-me como quem sabe que estou faminta,
mas que minha fome é de algo que só se encontra quando a alma também se abre.
Beija-me como se cada toque fosse um recomeço,
e cada fim, apenas uma promessa de mais.
E se for pra ser beijo,
que seja inteiro.
Que me cale.
Que me entregue.
Que me eleve.
Beija-me como quem entende
que a boca é só a porta —
e o desejo,
é tudo o que vem depois.
Hoje a noite está chuvosa!
Eu adoro esses dias de chuva,
ficar quieto em casa,
lendo um bom livro, ouvindo música.
Podemos plantar uma casa. Podemos construir uma árvore. Eu não ligo mesmo. Podíamos fazer todos os três.
Porque ajudo animais tendo tanta gente precisando?
Pq não existe um projeto nacional (Minha Casa Minha Vida) para animais abandonados...
Pq não existe Sistema Único de Saúde para atender animais doentes, espancados ou mutilados...
Pq não existe um Conselho Tutelar pra atender animais que não têm “direitos” por ação ou omissão da sociedade ou Estado...
Pq não existe aposentadoria para animais que puxam carroça, são tratados como lixo e após anos de trabalho escravo são abandonados.
Davi ficou tri faceiro, mais faceiro que lambari de sanga, quando lhe convidaram para ir a casa do Senhor.
Salmos 122:1
casa dos avós é abrigo de sentimentos bons.
onde tem comida quentinha,
travessuras e muito amor.
Onde o amor se expande,
sorrisos a todo instante,
onde Deus se faz Gigante,
pois as orações do avós
vale mais que diamante.
Feliz Dia dos Avôs!
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