Sacrifício de Amor
O tesouro...
Grandes sacrifícios foram feitos em nome do amor,
no palco as cortinas continuavam fechadas enquanto os meus aplausos imploravam por atenção,
em muitos quadros, fotografias e páginas em branco o vazio foi revelado,
de tanto arrastar uma cruz construí um mapa mental,
um navio, um navegador, várias descobertas, depois de muitos horizontes
encontrei um tesouro, "a cura".
O nível de Amor que se têm por um ideal ou por alguém é medido pelo grau de sacrifício utilizado nessa direção.
O amor é mais que sentimento, éação, é sacrifício, é entrega. Ésair de si mesmo, é renúncia. É abrir mão da própria felicidade, pela felicidade de quem se ama.
Não é apenas falar de amor, é demonstrar com atitudes. Éfazer o que for preciso para ver o outro sorrir.
Às vezes, isso implica em deixar ir, deixar partir o que mais se queria segurar, mas se é para a felicidade do outro, oamor não hesita em sacrificar.
Não é um sentimento egoísta, que busca apenas a satisfação própria. Oamor é altruísta, é generoso, édar sem esperar nada em troca.
Quando o amor toma conta de nós, não há limites para o que podemos fazer, pois o amor é a força que nos move, arazão pela qual estamos aqui.
Por isso, se um dia você sacrificar s coisas que mais significam para você para ver alguém feliz. Lembre-se: isso é amor, isso é viver. Por isso, quando se ama de verdade, sair de si é uma necessidade, eabrir mão da própria felicidade pela dela é a maior prova de amor que se pode dar.
O amor é um sacrifício, que nos leva a buscar a felicidade de quem amamos.
Saber que é amor, não é uma questão a se perguntar, quando ele chegar você vai sentir, o medo vai te invadir, você sabe que é amor por morrer de medo de sentir, mas é assim que o amor funciona, nos fazendo vulneráveis e mais humanos.
Amor é um sentimento que assusta, quando chega, tudo muda de repente. Suas prioridades vão mudar, essa será a força que a te impulsionar. Aser melhor, a dar o seu melhor, porque o amor não é só uma emoção, é uma ação, um cuidado, uma devoção.
O calvinismo não requer uma fé viva, amor e nem sacrifício. Aliás, o calvinismo prega contra tudo isso, pois ele é uma religião seca, estéril, que cultua um deus criado a imagem e semelhança de suas doutrinas e confissões de fé mortas.
Na cruz, Jesus personificou o amor-perfeito, sacrificando-se pela redenção da humanidade, um ato que transcende o tempo, nos levando ao mais alto nível de comunhão com Deus.
(ver o versículo João 3:16)
"Cravado na cruz, Cristo se tornou a viva expressão do amor de Deus, um sacrifício que ecoa através dos séculos."
(ver João 3:16; Romanos 5:8 e 1 João 4:19)
"O amor não é sofrimento, renúncia ou sacrifício.
O amor está acima de tudo.
O amor é o fluido natural da vida!
- Transcende..."
☆Haredita Angel
Deus não precisa do seu sacrifico, e nem do sacrifício de Jesus. Era nós que estávamos precisando que alguém morresse por nós, para entendermos o que é o amor incondicional. Quando Freud escreveu que precisamos ser amados, Deus não só sabia disso, como nos provou o quanto, nós já éramos e quanto nós somos amados por Ele. (Leia João 3:16)
Os caminhos do amor não são tão pacíficos
Quanto vimos a primeira vista...
Buscar o amor exige de nós luta e sacrifícios
Só assim usufruiremos da paz que advém do amor
"O verdadeiro amor não busca posse pois ele nasce em liberdade e como uma chama ele queima, alimentando-se de compreensão, sacrifícios e maturidade."
As coisas que esses dois enfrentaram me deixaram maravilhada. Isso só é possível quando o amor é verdadeiro e forte, quando as pessoas se dedicam umas às outras, quando estão dispostas a sacrificar tudo para ficarem juntas. É o que quero para mim, mas, às vezes, eu me pergunto se a geração atual conseguiria isso. Somos tão distraídos, tão… ocupados.
John Stott escreveu: “Muito amor humano é bom e nobre, mas em algum grau oculta motivos ulteriores ou é uma mescla de generosidade e egoísmo. Somente um ato de amor puro foi realizado na história humana, e este é o sacrifício de Jesus na cruz. Na cruz Jesus amou – e amou com amor perfeito. Ali ele deu tudo o que tinha: deu-se a si mesmo, por aqueles que não mereciam nada, que eram simples pecadores como nós”. Neste mesmo artigo ele acrescenta: “... o amor divino é serviço, não sentimento.” (p.25). Mais: “O verdadeiro amor limita sabiamente o dar, não para evadir-se da responsabilidade, mas para criar e desenvolver uma maior responsabilidade no que pede.” (p. 26). (John Stott - Tive Fome - Série Lausanne, Ed. ABU, p. 24, 25 e 26)
Amor meu
Eu sempre estive ao teu lado, diante dos teus
Olhos, envolto de tuas luzes e diante das cores
Separando a noite do dia, chame isso de amor,
Chame isso de mentiras, chame como quiser.
Quebremos os tabus dos sentimentos outrora
Jogado aos ventos, separando a noite do dia
Eu faria qualquer coisa para te amar neste dia,
Chame isso de amor, pois é uma grande agonia.
Vou trazer você de volta a vida e ela será vivida,
Chame isso de amor, chame isso de medo, pois
Nunca foi mentira, antes que todos desapareçam
Sacrificarei minha alma e amor, salvarei sua vida!
Pense em Cristo no Jardim do Getsêmani. Ele estava para enfrentar a cruz, o maior ato de amor conhecido em toda a história. E quais eram os seus sentimentos? Ele sofria. Estava angustiado e intensamente aflito (Mateus 26:36-44; Marcos 14:32-42; Lucas 22:39-46). Se Cristo fosse agir com base em Seus sentimentos, teria evitado a morte na cruz. O amor não é um sentimento, mas uma ação, a despeito dos sentimentos.
O verdadeiro amor provém do conhecimento de quem é Deus. Quando O conhecemos, como é nosso privilégio, nosso coração se rende em admiração e adoração pelo grande sacrifício que ele fez para nos alcançar. O reconhecimento das imensas medidas que ele tomou produz um coração agradecido ponto quando aprendemos a conhecê-lo, passamos amá-lo, admirá-lo, respeitá-lo e a confiar nele ponto aprendemos seus métodos e princípios e começamos a praticar os na vida. Nosso desejo de defender o que é verdadeiro e saudável ultrapassará, por fim, nossa preocupação conosco mesmo, e começamos a andar no plano mais elevado da existência, livres do medo e da insegurança. Deus nos recria por dentro e nos capacita com poder fora de nós mesmos, o qual possibilita nosso continuo avanço e crescimento.
