Sabor
Revolver
Balas sem doces
Amargo sabor da dor
Degustação da tristeza
Escassez de amor
Ilusão de poder
Numa falsa defesa
Criação da ignorância
Tiros da inconsciência
Satisfação da arrogância
Capataz da morte
Fruto da prepotência
Objeto do mal
Ofício de homem sem sorte
Destruidor infernal
És caneta de mão
Diploma de aprendiz de marginais
Amuleto de sorte
De um sem coração
Brinquedo da morte
Que vida burra se faz
Acabando com esperanças
Tirá-lo da mão de futuros adultos
É preciso, se educar as crianças.
Não tô te querendo
Você não me quer mais,
Também não tô te querendo,
Seus beijos perderam o sabor,
Meu amor por ti está morrendo.
Que doce, um cheiro tão bom, um sabor diferente, outra sensação, a cor parecida, as horas também eram as mesmas, eramos 3 e dividíamos uma só vontade. Eu, você, uma pessoa, vamos chamar apenas de 'uma pessoa'. O doce senti no seu beijo, o cheiro bom 'a pessoa' sentiu em você, um sabor diferente você sentiu 'da pessoa', a cor era parecida em nós, as horas eram as mesmas, e nós três dividíamos a mesma vontade. Eu queria você, você me queria e queria a pessoa, a pessoa te queria. Você me perdeu, eu te perdi, a pessoa não te tem. Apenas a derrota era/foi o bem comum.
Você
Esse cheiro, esse sabor
Ilustrado no crepúsculo desse amor
E o vento que me traz seu perfume
Bendito seja o vento
E maldito esse tormento
Que me faz devanear
Com saudade e um pouco do seu cheiro
Fico louco, me perco
Nos desejos de te amar
E quando te vejo,
Quando o vento me traz o seu cheiro
Sei lá.
Que vontade de ter você
Que vontade de ter de ti o que eu não tive
O que eu pedi
O que eu perdi
Eu quero te abraçar
Eu quero te beijar
Eu quero seu suor
Correndo pelo corpo meu
Ouvir sua respiração ofegante
A ofegar meu coração
O tiro que saiu pela culatra
A armadilha que eu armei pra ti
Nela eu mesmo caí
E minhas mãos agora se atam
Nada sei do seu corpo e cabeça
Mas por incrível que pareça
Sei tudo de ti
Porém há um único problema
É que em vinte anos aqui na terra
Eu ainda não sei de mim
Todos um dia irão sentir,ou já sentiram,o sabor da dor,e quando senti-lá o ar irá faltar,sem chão ficará,mas somente assim todos os erros que ja foi cometido será compreendido,e daí para frente o valor que nunca derás,mudará a sua visão para vida!
Se você sair
me sinto vazio.
Te sinto saindo,
me vem um frio.
Um doce sabor,
de não mais pensar.
Em tudo que tive
de ti recordar.
Agora que vem
um sentimento
talvez provável
arrependimento.
Como de não ter
mais em condição,
você aqui dentro
do meu coração.
E vejo lentamente
esse momento,
você saindo
do meu pensamento.
FIM
Como é o fim? O fim tem sabor, dói?
Como ele anda e como pára?
O fim espera, vai por inércia?
Passa por nós e continua esbarrando nos outros,
ou tropeça e cai nos nossos pés?
Como é o fim, afinal?
É o nada, o começo de algo, o meio do caminho?
Ele existe ou é lenda?
O fim está?
O fim é?
O fim é só o ponto, a última página do livro?
Tem forma de quê?
Quando menos se espera...
Fim?
(...) E ele disse: deixa me perder na graça de tuas curvas, no negro de teus olhos, no sabor de tua loucura. Já tens meu coração, e agora, te entrego meu ego, minh'alma e minha bravura. Fico a teus pés, no ensejo único de ficar, ficar apenas, ficar contigo e não mais ir embora.
Fecho os olhos e me entrego ao doce sabor refrescante dos primeiros dias de chuva... Nuvens? Não há... estão todas enevoadas em meu coração.
Tenho no sabor salgado do suor, uma vontade, um desejo, uma esperança, e muito do trabalho necessário para chegar aonde ei de ser feliz. Seja um dia, seja um momento, seja um lugar, seja sozinho, seja acompanhado, apenas seja, que eu seja eu, antes de qualquer coisa, e faça valer cada gota de meu salubre suor
ultimamente tenho me alimentado de saudades,nao sei se engorda ou emagresse so sei que o sabor e muito amargo!!!
É preciso tocar as palavras
Como quem experimenta sonhos
A que se exercite o seu sabor
Que a escrita inteira tem.
É imperativo esta harmonia
Na poesia nada se estanca.
Ou exageradamente continua
Se não temos o tamanho da palavra
E o seu sentido
Na remoção de sua fragrância.
De forçoso impacto da letra no papel
Assim se justifica o peso que nós somos
A disritmia do compasso que queremos ter
E damos a poesia a afeição da gente
E terminamos a andar ao lado dela
Que por elas já nos impulsiona amar.
É necessário amar a escrita
Para nos tornarmos íntimos do amor
Que o amor é típico das letras rimadas
Esperançosas as graças omitidas
E o que fizermos será por nossa conta
A palavra, o seu sentido
As batidas do coração
E isto povoará a nossa necessidade
De darmos nome à palavra
Amar e ao amor.
Nadar contra a maré
importa? E muito!É arte, é destreza, faz parte. Se não der para ir ao sabor da correnteza, invente!"
