Saber

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Como o cônjuge traído é o companheiro do falso, é sempre o último a saber.

E eu fico sem saber realmente o que pode nós acontecer???...Gostaria de me afogar em seus beijos e me perder no tempo que me foi tirado, pois acabou, gostaria de abraçar seu corpo quente e trazer de volta , não deixa-lo partir... Passam as horas e com elas se vão meus SONHOS e fica somente a minha ilusão...Fico com essa idéia louca de beijar sua boca e te amar desesperadamente... As lembranças de tudo que conversamos, das nossas risadas, das nossas palhacadas, do seu cheiro, do seu toque que permanecem na minha pele, do jeito que criamos para fazer nosso amor há qualquer hora...então...muitas vezes não tenho vontade de viver minha vida... pra viver a sua e trago pra junto de mim uma esperanca que aos poucos me condena.Não sei se pensa em mim...como vivo pra pensar em vc, não sei se o seu desejo é o mesmo que o meu, não sei se me quer de corpo e alma...todas as noites eu penso em vc perco a calma, e volto sempre pra essa mesma idéia louca , de beijar sua boca e sentir seu corpo no meu....mas que tarefa dificil é não te ter sempre por perto e ter que fingir que a vida continua e tentar me controlar... pq a minha vontade é de me atirar em seus braços, te fazer sentir prazer, te fazer feliz...mas eu vou esperar, dias , noites, mas quando um dia Deus permitir e agente ficar juntos vou segurá-lo com toda minha forca em meus braços eternamente...
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Eu quero saber quem inventou a dor
Eu quero saber quem inventou o luto
Eu quero saber se o mesmo não tinha gente
Gente que abraça, afaga, compartilha e brinca
Gente que protege, ama, se doa
Gente como a gente
Gente que nos fez gente
Eu só quero saber...
Quem foi essa gente que diz que sente?
Eu só quero saber, se vai existir o reencontro da minha gente em algum momento, isto meu bem, seria tangente.

Eu gosto dessa sensação mágica de não saber ao certo onde termina eu e onde começa você.

Pelo sangue derramado é que eu rimo e não me calo
Quer saber do que eu falo ? ( do sangue derramado )

Música: Rimas de Sangue

“Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou nossos pais para saber se seriam capazes de escolher o melhor para gente? Quando eles escolhem nosso colégio será que têm a consciência que esse lugar vai marcar a nossa história para sempre?”

Às vezes o preço de se destacar custa alto. Mas é preciso saber respeitar as fases da vida, saber a hora de se retirar de cena e apagar as luzes dos holofotes. Mais vale um recomeço silencioso do que o brilho de uma realidade inventada.

Quer saber mesmo o que é sentir falta, vontade e saudade? Fica sem tomar coca-cola dois meses.

Se quer mesmo saber de mim

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Nasci para poucos e morro por quase ninguém. Contradigo-me em passos de dança invisíveis, enlaçando pernas e prendendo bocas, querendo muito e gostando tão pouco. Não é insatisfação ou sofrimento, é só um tudo ao mesmo tempo agora que não respeita amor de menos, não aceita um gostar pouquinho e querer às vezes. Uma intensidade que não se conforma com noites únicas de começo, meio e fim. Se estou aqui é pela música, pela companhia, pra me perder. Jamais pra desperdiçar uma noite com quem não sabe conversar.
Não me pergunte o que eu faço da vida, isso é banal, é triste, é comum. Queira saber o que me faz feliz, meu ponto fraco pras cócegas. Não pergunte o que me dá dinheiro, porque este é o menor dos meus sucessos. Esqueça meu nome verdadeiro, se eu venho sempre aqui, se estou gostando da música. Agir sem naturalidade é o seu maior fracasso.

Se é mesmo importante que eu responda as perguntas que tanto desprezo, se definir o que sou vai te fazer mais feliz, se quer mesmo saber de mim, comece pelas entrelinhas. Pelo não dito. Pelo movimento dos cílios e as pupilas dilatadas, os olhos nervosos que não se fixam, o modo de apoiar o peso do corpo em uma das pernas e me preocupar com o cabelo. Olhe para as mãos que não sabem repousar e a voz que desafina. Por favor, sou tão ridiculamente fácil de decifrar e ainda insistem em seguir pelo caminho errado. Exponho-me tanto e ainda querem uma cartilha.

E fazem isso porque amam de relance, querem no momento e só por desafio. Porque têm preguiça ou medo de cumplicidade e acreditam perder a noite se optarem por se apaixonar pelo próprio ego. Porque perdem oportunidades de se calarem quando é papel dos olhos falar.
É por isso que eu estou sozinha nesse mundo de luzes e pessoas. É por isso que eu saio de casa e minha roupa não precisa agradar ninguém além de mim. Porque não deixo o calor da minha rotina pra ser prenda em vitrine.

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Mas se quiser mesmo saber de mim, experimente não me perguntar. E talvez assim desperte minha vontade de contar.

Nem sempre saber o que pensam de mim é agradável, mas é sempre útil.

Um grande carinho.

Um grande carinho nasce sem se saber como.
Vem como o vento e areja nosso olhar.
Um grande carinho nasce sem paternidade,
Vem do nada e nos tange sem rumo.

Água dos meus sonhos
Leva contigo essa tristeza
De saber-me só
Marcando passos
Nas veredas da dor

Água dos meus sonhos
Trás de volta minha certeza
De seguir em frente
Tecendo laços
Nas veredas do amor

Água dos meus sonhos
Leva contigo a incerteza
Que de mim se apossou
"Possibilidades esgotadas"
Sob o jugo da dor... dor do desamor

Água dos meus sonhos...

O que eu sou não é da sua conta, se quiser saber tudo sobre mim, não me pergunte.
Sempre acabo me entregando ao som de um silêncio.

Odeio saber que terminou. Odeio encarar a solidão de não ter mais pra quem me consertar. Odeio não ter mais por que me consertar. Odeio a liberdade de poder ser eu mesma. O tal do livre arbítrio nunca me fez feliz. Mas você sim, você me fazia feliz. E eu odeio ter que ser feliz sem você. E odeio a certeza de que você consegue ser feliz sem mim. Odeio a sua felicidade. Odeio a minha vontade que você seja infeliz. Odeio não saber ser feliz. Odeio querer que você volte. Odeio tentar te esquecer sabendo que não vou conseguir. Odeio não conseguir. Odeio tentar. Odeio odiar.

⁠Sr. Miyagi: Confie na sua intuição.
Daniel: E como vou saber se é o certo?
Sr. Miyagi: Se vier de dentro de você é sempre certo.

Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou se sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. [...]E se ela se afogar, se recupera. [...]E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente.

Você não sabe amar. Não sabe. Nunca em todos os seus anos de vida você chegou perto de saber amar. Porque o amor não é só aquele papo de você é minha, de comedia romântica, de declaração, de crise de ciúmes, de ouvir uma musica e pensar, de assistir um filme e lembrar, de ficar namorando as fotos antigas, isso eu sei que você já viveu, todos vivemos. Amor é sobretudo aquele outro papo de... Toma cuidado, olha ao atravessar a rua, deixa uma sobra desse olhar pra eu poder seguir com segurança, briga comigo porque se importa, vê como eu tô sendo ridículo e me aceita mesmo assim. Essa coisa que a gente é capaz de sentir por um filho, por uma mãe, por um irmão, por um amigo. Mas você desconhece tudo isso, você não sabe e nem nunca soube amar. Mesmo assim você me amou, eu sei, pode acreditar.

O pior num ser humano é mesmo saber demais e ser inferior ao que sabe.

Não fazer o que é correto, por não saber é fruto de uma consciência amoral, mas influenciar sem saber é ser amoralista.

Tenho que saber oque aconteceu comigo, não sei se foi loucura ou destino, so sei de uma coisa te quero comigo.