Sabedoria Empirica
Errar é inerente à natureza humana — somos feitos de acertos e tropeços. No entanto, reconhecer os próprios erros exige coragem, e aprender com eles, sabedoria. Nem todos estão dispostos a esse caminho, mas é nele que reside o verdadeiro crescimento. Só evolui quem aceita rever suas atitudes e transformar falhas em lições.
Tenho aprendido que errar é parte de quem somos. Mas reconhecer os próprios erros e tentar aprender com eles é um exercício diário - difícil, porém necessário. É assim que amadurecemos, um passo de cada vez.
Há quem corra atrás do ouro como se a alma não tivesse valor, e, no afã de possuir o mundo, esquece-se de si tornando-se servo do próprio desejo, enquanto a vida, com suas dádivas simples e verdadeiras, escorre pelos dedos como areia que o dinheiro jamais poderá segurar.
Ser só não é sinônimo de tristeza.
Mas sim um tempo de encontro consigo mesmo.
A saudade de ter alguém para compartilhar alegrias existe, sim, mas o coração permanece em paz, firme em não deixar a solidão virar tristeza.
Há aqueles que se perdem na febre de acumular tesouros, como se o brilho do ouro pudesse aquecer o coração nas noites frias da alma.
Correm, ansiosos, atrás do que reluz, mas esquecem que a verdadeira luz não se encontra em cofres trancados, e sim nos sorrisos partilhados, no abraço sincero, no tempo dedicado àqueles que amamos.
Tornam-se escravos do próprio desejo, prisioneiros de metas que não nutrem o espírito.
E assim, cegos pela ambição, deixam de saborear o café com os filhos, a conversa serena com os pais, o silêncio pacífico do entardecer.
Não percebem que a vida essa dádiva sutil segue seu curso com ou sem fortuna.
E que a alegria mais autêntica habita nos gestos simples que o dinheiro nunca poderá comprar.
O preço do esquecimento de si.
Vivemos numa era em que muitos medem o valor da vida pela soma de posses acumuladas.
Correm como quem teme o tempo, buscando riquezas, status, vitórias materiais como se nelas estivesse o sentido da existência.
No entanto, poucos percebem que, nesse frenesi, vão deixando pedaços de si pelo caminho.
Tornam-se reféns do próprio desejo, escravos de uma sede que nunca se sacia.
Esquecem-se de si mesmos.
Não olham mais no espelho com verdade.
Não ouvem mais o coração, apenas o ruído da ambição.
Trocam o colo dos filhos por status.
A paz do lar por metas inalcançáveis, e o aconchego da simplicidade por uma solidão dourada.
A vida, no entanto, segue.
Serena, simples, bela em sua essência. São as conversas no fim da tarde, os sorrisos espontâneos, os almoços em família, os passos descalços na terra molhada.
Essas são as riquezas verdadeiras
silenciosas, mas duradouras.
E não há moeda que as compre, nem cofre que as contenha.
Quem vive apenas para ter, muitas vezes esquece como é bom simplesmente ser.
Explicando o inexplicável.
Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.
Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.
Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.
E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.
Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.
Cuidar de quem não tem voz é o grito mais alto de amor
Há silêncios que gritam. Estão nos olhos de um animal abandonado, no corpo frágil de uma criança esquecida, no idoso calado em um canto da casa, na natureza sufocada pelo descuido humano. Nem todos podem dizer o que sentem, mas todos sentem. E é nesse sentir silencioso que nasce a urgência do cuidado.
Cuidar de quem não tem voz não é um gesto comum — é um ato de grandeza. É enxergar além do que se ouve, é compreender dores que não se explicam com palavras, é oferecer presença onde falta amparo. Quem cuida sem esperar aplausos, quem acolhe sem exigir retribuição, quem protege sem precisar ouvir um “obrigado”, está vivendo a mais pura expressão do amor.
Esse tipo de amor não faz alarde, mas tem o grito mais alto. Grita na ação silenciosa que alimenta, acolhe, limpa feridas, devolve dignidade. É o amor que ergue lares para bichos de rua, que dá colo a quem nunca teve, que planta árvores para o amanhã de quem nem nasceu.
No mundo de hoje, onde as palavras são muitas e os gestos, por vezes, escassos, cuidar de quem não pode falar é um manifesto de humanidade. É a prova de que ainda há esperança, de que ainda há gente que ouve com o coração.
Porque o verdadeiro amor não precisa ser ouvido, ele precisa ser sentido. E quem ama de verdade, ouve o silêncio como um clamor... e responde com ação.
Felizes são as vegetações da espécie caducifólias. Elas atingem uma etapa, que nem todas as pessoas conseguem alcançar. As caducifólias, como próprio nome diz; caducam.
O ser humano para atingir essa fase, obrigatoriamente desfrutará do auge da sua sabedoria, que está estritamente ligado aos prazeres do espírito.
030624
Nem o sábio, nem o tolo, serão lembrados para sempre; nos dias futuros ambos serão esquecidos. Como pode o sábio morrer como morre o tolo?
“O dinheiro dura mais nas mãos de quem adquire, primeiro, o conhecimento e a inteligência”
Lei de Walson
Pra você não conseguir vão usar seus medos, suas culpas, seus ciúmes e o máximo de suas limitações. Mas apenas um poderá controlar os seus sentimentos... Você. Então não esqueça: autonomia garante autoridade.
Demolir castelos 🏰 mentais 🧠 são imprescindíveis e muitas vezes necessários para construirmos novas moradas com mais experiência e sustentação.
E se algum dia você pressentisse a chegada de uma notícia que modificaria a sua vida inteira? E se você soubesse que essa mudança mexeria com todas as pessoas e abalaria todas as estruturas da sua vida? E se você soubesse que, mesmo com todas essas mudanças, era extremamente necessário, naquele momento, uma mudança? E se a vida o levasse para caminhos que você achava que nunca precisaria percorrer? E se chegasse no meio do caminho e você caísse no meio de uma bifurcação? E se, de repente, vem uma avalanche de acontecimentos e tumultua a sua vida ainda mais? O que você faria? Mudar é difícil, mas, assim como viajar, é uma necessidade. Só quem muda sai do lugar. Quem não muda, mofa. E quem muda nunca sabe aonde vai chegar. Mas já sente a mudança quando se depara com o novo horizonte e apenas olha o caminho nunca visto antes, o desconhecido, o novo, o "a ser descoberto". A mudança causa circulação sanguínea. A mudança oferece possibilidade de independência. É a possibilidade de mudar que salva as pessoas, salva o mundo. Mudar, transitar. Escolher seu destino, e não esperar que ele mostre algo a você, porque pode não ser bom o que ele tenha a mostrar. Pode não ser muito bom quando "a vida te levar". Então, leve a vida! Dê uma braçada, duas braçadas... Passe a arrebentação. Repouse um tempo no local certo para pegar a onda perfeita. Ela pode chegar a qualquer momento depois que você furar a arrebentação. Ainda dará tempo para você observar o mar. E se as primeiras ondas que vierem não forem boas, deixe-as passar e espere pelas próximas. Assim, você evitará subir em ondas erradas, que não valem à pena. E também não precisará furar a arrebentação novamente, resistindo aos agravos causados pelas ilusões. E quando vier a onda boa, só entre seguro. Afinal, você já está no ponto das ondulações. É onde elas chegam, mas não arrebentam. Se a onda perfeita chegar e você não estiver seguro para entrar, deixe-a passar e observe atentamente como ela se move. É necessário observar. Virá outra perfeita, e outra, outra... E na certa, você vai remar e olhar, da crista dela, o lençol do mar. Aí o caminho é um só e sem volta. Você passa a caminhar com a arrebentação, a fazer parte daquela onda. Vai surfando, surfando, até chegar na areia. E é lá que as pessoas estarão lhe observando, te esperando.
Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
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