Rumo
Perdi o rumo da vida,Por enquanto não perdi o meu próprio,Rimo com pouca elegância,Do que adianta tudo vira uma fonte de ganância,Ainda tenho contato com a alma,As vezes me sinto vivo,Mas na verdade sinto que,Já vivi tudo isso,Me recordo de lugares que nunca fui,Me recordo de pessoas que nunca conheci,Esse paralelo da alma me deixa confuso,O paradoxo entre eu me perder de mim mesmo,Me compromete com a minha caminhada,Tento fazer o oposto da maldade,Mas infelizmente a vida não é um filme e muitas vezes,Viramos fregueses da maldade.
O sofrimento não é o fim, mas é uma parte do cominho rumo ao alto da montanha. Sei que ao subir, terá dificuldades, porém verá que, apesar de tudo, o mais importante, é o objetivo, ver a bela imagem do alto, ver que apesar de tanto suplício, sorrirá. É certo falar que, o suplício é a introdução da felicidade.
Quero desaparecer,procurar a felicidade em outro lugar.
Seguir um rumo diferente...
Com pessoas diferentes.
Sla...
Todos os dias fazemos o papel do equilibrista. Equilibramo-nos rumo ao nosso alvo...Equilibramos na linha de nossos trabalhos, relacionamentos e de nossos ideais.
Trama
Eu poderia ter-te conhecido antes.
antes da tua vida, ter tomado um
outro rumo.
Eu poderia ter cruzado o teu caminho,
se soubesse de ti, quando ainda sozinho.
O tempo e suas tramas, que sempre certo
dão, mas que nos contrariam muito.
Agora acontece o que eu queria outrora.
Hoje declaro o meu amor, falo do que sinto
e quero com todas as palavras e desejos.
Confesso-me hoje por inteiro, falando dos
sonhos, e vontades de antes, e de agora .
Ainda sou o mesmo apaixonado, e tu agora
uma respeitável senhora.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
"Hoje eu amanheci no escuro;
Nessa vida eu penumbro enquanto não acho meu rumo;
Eu desarrumo quem tenta me dar um rumo
Sigo sem rumo em um mundo sem futuro.
Do futuro o que posso esperar se você não estiver lá?"
Uma atitude mal refletida ou uma decisão precipitada,é como embarcar e uma viagem rumo ao desconhecido.
Será que estamos a caminhar no rumo certo? Será que o caminho da vida é aquele que se apresenta à nossa frente? Será que a existência humana é uma abundância de saúde e de harmonia, como também a certeza que é o nosso bem mais precioso?
O rumo certo deve morar sempre junto ao coração – Fonte da emoção e da percepção da verdade. É ele que nos dará a certeza do caminho a seguir, uma vez que esse filão emotivo é detentor das nossas verdades mais profundas.
O meu barco aos poucos esta voltando ao rumo .. ainda estou sem leme estou remando só meu direcionamento esta no manual, ainda não consertei minha bússola, não vi meu porto mais sinto q não está longe... estou aproveitando o balançar das ondas pra seguir enfrente ... logo logo atracarei e estarei em terra firme, analisando o resultado dessa tempestade.
"Fico satisfeito quando por motivação o meu objetivo é alcançado, e sigo meu rumo a procura de outras novidades desejadas."
(A)VENTURA
Para sentir-se perdido,
não é necessário constatar-se sem rumo.
Se estiver à deriva,
mesmo que à pouca distância da praia,
próximo à segurança de um porto,
estará perdido se não tiver objetivo.
O que nos leva a navegar não são as velas,
nem os ventos que as fazem avolumar,
muito menos a força das correntezas,
e tampouco o acaso em busca do incerto.
Para estar perdido, basta navegar contra a vontade,
mesmo que em águas rasas e calmas.
Para encontrar-se, é preciso sede de navegar,
para saciar os desafios do desconhecido.
Vontade de aquietar-se, quando calmaria,
ou disposto ao galope dos zimbrados.
Navegar não é somente uma grande aventura;
é, apesar de tudo e de todos, enorme ventura!
Ignorando o horário levanta-se e caminha rumo à janela, respira fundo e requenta o café despreocupado. Sentado à mesa pensa e some rumo às infindáveis
possibilidades de seus sonhos que outrora terminara porém remoía o fato de não tê-lo aproveitado como devia, voava toda noite com maestria sobre surreais
visões de sua sedenta imaginação, lúcido apalpava o infinito e desmontava o universo ao seu redor sorrindo em gritos enquanto tudo derretia como assim
desejara.
Torna a mirar o longínquo horizonte tateando o calor da xícara, contando os dedos indagado da tamanha distancia sem distorção que sem cansar os olhos
observa, fita e encara; seria seu o mundo que rodeia-o, seriam quem os passantes na rua ao lado que ouvia sem saber se ali estavam de fato, paranoiado
corre para o quarto e se esconde na cama. Treme e trama o voo que não ocorre e o trauma traz e matiza-o de desespero à tagarelice que balbucia suas
desfronteiradoras e sábias palavras de fuga e despertadores feitiços elucidantes que por desconhecido empecilho trava-o trancando suas brechas de tenras
escapatórias a um ponto inalcançável do pulo, do salto, do voo falho.
Silêncio, silêncios perturbadores, o disparar do coração faz-o perder o folego e transpirar, agora enfiado debaixo da cama teme o chegar de alguém,
teme ouvir passos do chuveiro, talvez da cozinha, teme ter deixado o café à vista de todos que logo descobririam da sua presença e fariam aquele escândalo
ao caçarem o intruso. Remói a remota chance do alçar voo, derrubar as paredes, jogar para o alto a cama e seus ocupantes sonolentos, Silencio! Alguém pode
de fato ouvir sua ofegante respiração amedrontada e gritar, assustando-o de tamanha grandeza a fazê-lo ter um ataque, de pânico, grito, choros, respiratório,
cardíaco.
Socorro!!!
Ai, arrasta-se habilmente para a porta e corre pelo curto corredor, joga-se por baixo da mesa, por cima do sofá, rola em cambalhotas até a porta, pára e treme.
Com muita cautela vira-se lentamente e olha para traz, o suor escorre pelo rosto e pulsa com a forte batida do coração que faz saltar a camiseta, tum
tum, como um alto-falante, alto, elevado, caindo... na real, é só o despertar inquieto do solitário vivente que teme o prosseguir das caóticas experiências
diárias trancado dentro de casa feito uma barata. Teme tanto estar acordado quanto o fato de não possuir controle sobre seus lúcidos sonhos.
Só precisamos de um rumo. Chega de paixões e ódios. Necessitamos de um gestor, não um ídolo, um pop star das aberrações (que deixa as pessoas apaixonadas ao invés de conscientes).
*Sobre a turbulenta eleição de 2018.
futuro tenso momento da perdição...
para aonde foi a inocência,
clandestino sem rumo,
temperes de algoz,
impio sentimento
que se atreveu demonstra se
autonomia de tantas vezes te amei.
