Ruínas
Deus não Vê as ruínas do coração como um fim, mas como solo preparado para Sua Obra. Com Seu Amor, o Senhor Ergue aquilo que jamais poderá ser destruído..
Fui cinzas antes de ti,
corpo exausto, alma em ruínas,
tu, tempestade de desejo,
queimaste-me com ternura feroz.Teus lábios, abismos de prazer,
afogaram minha antiga carência,
e em teus braços — cárcere e abrigo —
renasci em nova pele, novo ser.És feitiço e salvação,
bruxa de luz, amante sem freios,
selaste em mim tua marca viva:
felicidade, vertigem, emoção.No limiar do meu fim,
quando a esperança já era pó,
teu amor me ressuscitou
sou agora teu, eterno amor.
Eu me reconstruo no teu olhar
Feito sol depois do temporal
E mesmo em ruínas, posso amar
Se é contigo, tudo é real _- Frase da música Não posso apagar do dj gato amarelo
" O velho lobo, em ruínas não uiva para o luar
suas garras velhas e cansadas,
não lhes sustentam mais
é hora de partir
quem sabe a lua ainda ria
fazendo graça
iluminando uma estrada que levará ao abismo
ou ao céu...
Conservadores não buscam a ordem, buscam o retrocesso. Querem reformar o futuro com as ruínas de um passado que nunca funcionou.
Ruínas da verdade
Chegam os tempos das incertezas.
Quando quase nada encanta,
ao saber da verdade dos truques;
A magia de tudo se esvai.
Os belos discursos, o teor das palavras frenéticas,
perdem a veemência
com o caráter de papel do preletor.
A democracia é relativa aos interesses;
E a vergonha se mede pelo tamanho e pelo lucro da barganha.
As casas e os homens da justiça
parecem recicláveis, misturas de tudo.
O poder nas mãos de roedores,
que nada plantam, nada produzem,
só consomem e deixam restos.
Tempos de incertezas, rumos ao caos.
Caminha-se para a ruína
no tempo de tantas informações.
A ganância consome
primeiro a capacidade de projetar um futuro melhor.
Isso é o que a determinação é! É esculpir seu próprio caminho destinado pelas ruínas escuras!
(Giorno Giovanna)
AMIZADE.
“Entre as ruínas das decepções humanas, a amizade sincera permanece como uma arquitetura moral que o tempo dificilmente destrói.”
Palavras ao vento...
Entre ruínas busco a causa
Da tua tão abstrata presença
Vacilantes brumas, sem destino.
Ao sabor do vento
Neblina desmoronada pelo brilho
De tua essência...
Um fragor ressoando numa torrente
De paixões perdidas...
Palavras revoavam quais
folhas ao vento
Na contradição distraída de serem
As lembranças perfeitas
Que continuam alem de ti...
Quem sabe talvez... de nós
Dos amanheceres...
Daqueles dias
De saudade...
De Paixão...
Dos sonhos tatuados no coração!
A guerra transforma homens em ruínas antes mesmo de destruir cidades. Todas as guerras são um fracasso coletivo disfarçado de heroísmo individual.
Há coisas que faço com grandeza quase ofensiva — levantar ruínas, atravessar vendavais, carregar mundos nas costas. E, no mesmo corpo, existe o sujeito que trava diante do pequeno: lavar a louça, lavar o corpo, lavar a alma — e nada ficar realmente lavado. A pia continua cheia, a pele continua cansada, e a alma… essa sempre deixa um canto por esfregar.
De vez em quando, meus monstros me chamam para a caverna. Eles têm boa dicção, argumentos sedutores, promessa de silêncio. Os pseudo-anjos, esses, são piores: falam em luz, mas deixam tudo enevoado; abrem a boca e não esclarecem nada — só criam sombras com asas brilhantes. Vivo assim: entre o que me salva e o que me consome, entre o que me ilumina e o que me incendeia. Um clarão que, às vezes, vira labareda.
Dentro de mim, a vida e a morte conversam. A morte que pede fôlego, a vida que implora descanso. As dores anunciam sua chegada sem som — e quando finalmente tento dizer, ninguém entende a língua em que sangro. Falo em metáforas, gaguejo verdades, engulo gritos. E sigo juntando frases soltas: as tuas, as minhas, as que se quebram antes de virar sentido. Somos dois que viram quatro, e cada um deles puxa um fio do mesmo corpo.
Muita gente em mim. Tão pouca gente pra mim. Por mim?
Minha voz anda rouca de tanto gritar por dentro. E, no entanto, aqui estou: 30 gotas de Rivotril, uma trégua temporária, mais uma noite sem enlouquecer. Amanhã acordo de novo, inteiro o suficiente para existir, firme o suficiente para não pedir licença, atento o bastante para não pisar nos ovos dos pintinhos que nunca rompem a casca.
Porque, apesar de tudo, ainda escolho viver. Mesmo quando viver parece demais para um dia só.
"Coluna em Pé"
Entre ruínas e ventos, fiquei de pé,
não por força, mas por fé.
Quando todos se calaram, ouvi o Céu dizer:
“Filho, é tua vez, ergue o estandarte e vem vencer.”
O chão tremia, mas minha alma não,
pois quem carrega o fardo tem a unção.
Família é campo, é missão, é altar,
e sobre mim recai o dom de cuidar.
Sou vigia nos muros, intercessor na madrugada,
a voz que clama, lâmpada acesa, espada levantada.
Não sou o mais forte, nem o mais santo,
mas o escolhido entre os que restaram no pranto.
E se o inimigo cercar minha casa, verá,
não há recuo onde Deus mandar ficar.
Porque a promessa não morre, só amadurece,
e quem permanece, prevalece.
Carrego o peso da responsabilidade,
mas também o consolo da fidelidade.
Pois aquele que chama também sustenta,
e no deserto ensina o que o trono apresenta.
Quando o cansaço tenta me parar,
é o Espírito que vem me renovar.
Oro de joelhos, choro e confesso,
mas sigo firme — porque o propósito é o progresso.
Sou coluna, raiz e chão,
não dependo da vista, vivo de visão.
A guerra é grande, mas maior é o Rei,
que me ergueu quando eu pensei que não voltava a ficar de pé.
E se o mundo cair, eu continuo a crer,
pois não há tempestade que me faça deter.
Minha casa é promessa, meu lar é missão,
e Deus é o centro da minha direção.
Fui chamado pra servir, não pra aparecer,
pra lutar em silêncio e ver Deus mover.
Pra ser exemplo quando tudo desaba,
pra manter a fé viva onde o amor se acaba.
E quando o tempo provar minha fé,
serei lembrado como aquele que ficou de pé.
Porque a unção não cansa, a fé não envelhece,
e quem confia no Eterno — permanece.
TOQUE DE NEBLINA
(Entre o peso das ruínas e o rastro das nuvens)
De cada queda que sofri, ergui uma muralha... Mas os sonhos não alcancei; toco-os levemente com os dedos, mas eles se dissolvem nas nuvens.
Lu Lena / 2026
Duas partes
Traços do que existia entre nós se transformou em ruínas.
Num lugar estranho uma voz imunda o ambiente, o mistério do pensar tornou-se vulgar, e no íntimo do meu ser, julgar se revelou a pintura em preto e branco mais bonita.
Na perda o peso a carregar, no silêncio a lua sabe observar, no alento sem fingir, sem fugir e sem ter para aonde ir.
Algumas sensações queimam, alguns sentimentos ardem, muitos desejos confundem, muitos sonhos reais acabam,
Duas partes de mim existem, uma foi embora e a outra só está esperando o próximo sol nascer para partir.
Ódio
Volte-o para si: você será a cidade queimada, o império em ruínas.
Dirija-o para fora: você se tornará o fogo que consome tudo o que toca e, inevitavelmente, a mão que o segura.
Ódio é o combustível definitivo.
E a escolha mais importante da sua vida pode ser se você o usará para se incendiar ou para incendiar o mundo ao seu redor.
Minha mente é uma máquina incansável de interrogações. Um santuário em ruínas onde o pensamento devora a lembrança, e onde nem o que foi guardado a sete chaves está seguro contra a erosão da própria dúvida.
Onde você só enxerga ruínas, Deus está te mostrando a fundação perfeita para erguer um novo e melhor você.
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