Roma
"Passei por algumas capitais. Roma, Madri, Paris, Berlim... Estive de frente com ela, ‘A Monalisa’, de Leonardo. Fixei meus olhos na ‘Gioconda’ e ela me disse: ‘Eis que me penso. Ninguém o sabe. Estás diante do abismo’ ".
A mulher e o reino
Ó romã do pomar, relva, esmeralda,
olhos de Ouro e de azul - minha Alazã!
Ária em corda do sol, fruto de prata,
meu Chão e meu Anel - cor da Manhã!
Ó meu Sono, meu sangue, Dom, coragem
água das pedras, rosa e beldever!
Meu candeeiro aceso da Miragem
meu mito e meu poder - minha Mulher
Dizem que tudo passa e o tempo duro
tudo esfarela
O sangue há de morrer
Mas quando a luz me diz que esse ouro puro
se acaba por finar e corromper
meu Sangue ferve contra a vã Razão
e há de pulsar o Amor na escuridão!
cleopatra foi a mulher mais burra da historia mundial
queria tanto conquistar ROMA e nao percebeu que ROMA dormia em sua cama
Muitos vão dizer que todos os caminhos levam a Roma, não moro na Itália. Mas sei que no Brasil, todos os caminhos te levam a São Paulo.
EM SEU OLHAR
Eu viajei em seu olhar
Em meio a esse marrom peculiar
A cor que se expressa o romance
Com você, eu teria alguma chance?
Uma história a criar
Sonhos a dividir
E o amor a sentir
Um amor que seria intenso
Verdadeiro e leal,
Por que na real,
Mecheste com minha cabeça de uma forma
Fenomenal!
Um amor
Duas pessoas
Um sentimento
Duas pessoas em fragmento.
Roma não foi feita em um dia, mas eles colocavam os tijolos todas as horas. Você não tem que construir tudo que quer hoje, apenas coloque os tijolos. É assim que se constrói um império.
Roma.
Era uma sexta feira
Acordei as sete e meia
De pijama levantei, sentei
Na cadeira, tomei o meu
Chá, aquele faz de conta
Tinha acabado de acabar
Meu amor havia lido Roma
Feito as malas e ido embora
Me conformei com a tragédia
Em uma segunda feira qualquer
No parque ou na Praça, alguém
Vai me ler de trás pra frente e
Ainda ler amor ao invés de Roma.
(Crônica)
O REI ESTÁ NU
A Cegueira Púrpura
O rato roeu a roupa do Rei de Roma!
O Rei estava nu, mas o povo via o Rei vestido de púrpura. Todos se indagavam: por que o Rei se pronunciava, dizendo-se nu? Uns diziam: "Ele é nosso Rei"; outros: "Ele não quer perder a coroa"; outros, ainda: "É um impiedoso!"; e, principalmente, ouviam-se os bajuladores que exclamavam: "Somos amigos do Rei! A nudez dele é uma nova moda!"
A coroa do Rei havia sido dada como símbolo de austeridade, e o cetro, como autoridade. Ambos simbolizavam seu poder e seu reconhecimento como semideus! Porém, [a coroa] não cobria suas vergonhas. E ele, sabendo da sua total e exposta vulnerabilidade, saiu atrás de folhas na floresta para cobrir-se.
O Refúgio da Inação
Ele gostou tanto da floresta — o refúgio da inação e do esquecimento — que resolveu tirar um cochilo e caiu em um profundo sono; dormiu por anos, até ser acordado pela chegada de um inverno rigoroso.
De sobressalto, pôs-se em pé e lembrou-se do seu Reino. Caminhou apressadamente e, ao avistá-lo adiante, ficou perplexo: "Cadê meu reino? Cadê meus súditos? Cadê minha plebe?"
Tudo estava diferente do que ele tinha deixado. Adentrou rapidamente seu antigo palácio e gritou: "Estou aqui, voltei!" Quando se voltaram para ele, uns o reconheciam, outros o reconheciam vagamente, e outros já não se lembravam dele.
A Nova Ordem e os Novos Bichos
No novo Reino, não existiam mais ratos (a corrupção miúda tinha sido controlada). A coroa pertencia a outro, e existia outro semideus. A falta de ratos se dava devido à criação de cobras pelo novo Rei; havia também gatos noturnos, mas todos vivendo em harmonia!
* As cobras eram os novos invejosos, os indivíduos que rastejam e agem sorrateiramente, mas que o novo poder sabia usar para controlar os "ratos".
* Os gatos noturnos eram os gatunos de alta esfera, que operavam nas sombras da noite, sob a aparente harmonia do novo regime.
O Rei percebeu que tinha sido destronado.
O Rei percebeu que havia se tornado um mendigo, e se viu nu, sem sua coroa e seu cetro. Ele foi deposto de seus vestidos com linho de púrpura, e agora, todos impiedosamente exclamavam...
O Veredito da Multidão
O Rei está nu!
O Rei não tem coroa, nem cetro!
Nem reino, nem vestidos de púrpura!
O Rei que voltou não tem poder algum!
O Rei está nu! O Rei está nu!
Gritava a plebe, os súditos e seus algozes, pois a multidão só reconhece o poder visível.
Temos um novo Rei!
Ele tem cetro na mão, coroa na cabeça,
E tem vestidos de púrpura, que a todos cegam.
As lembranças voam na mente,
levando-me aos tempos de outrora.
Sim! Como Roma no seu auge!
Nestes novos tempos, cambaleio.
Entretanto, sinto a revolução culminando
A guerra almeja a reta final, e é logo ali,
O guerreiro regressará aos seus, à sua pátria!
Doce alívio para a alma, vitória!
Depois das minhas frustrações tão clichê eu me vejo sem estrutura emocional para inspirar-me no romantismo do meu coração;
Labor do meu ofício: ser um rebuliço de moar o amor de Roma. Ser Roma é uma redoma. E ainda soma. E a conta: você paga e o resto se diverte.
“Que Comece a Famosa política do Pão e Leite Como Na Roma Antiga Foi Usada a Expressão “Pão e Circo” Aqui Não Chega a Ser Diferente é a Mesma politicalha Que Temos No Brasil
Poder ou poder?
romA ou Amor?
poder ou Perdão?
Amor ou romA?
santo império ou Império Santo?
império ou Santo?
Santo. Sinto.
O silencio da noite aos poucos vai me tomando por inteiro, ouço os acordes de uma música suave, romântica e envolvente.Me imagino segurando sua mão: O pulsar acelerado do seu coração faz com que o meu se acalme. Apesar da distancia entro em sintonia com você, nossas asas se tocam levemente e juntos alçamos voo rumo ao infinito. Momentos esses imaginarios parecem tão reais. A saudade esta em mim e não da pra disfarçar da pra ver em minha face estampada em meu olhar nesta noite fria irei dizer; E verdade sinto saudade. Meus pesadelos surgem com desdém à minha clemência para comigo mesmo, meus pensamentos vão chegando a minha mente e logo vou escrevendo sem nenhum tipo de objetivo, estou apenas escrevendo, as vezes, o coração se fecha como uma noite escura Agora e esperar e ver se a lua voltara a brilhar.Boa noite.
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