Riqueza
A prática da honestidade não necessariamente gera riqueza material; mas assegura a liberdade física e moral, valores inestimáveis.
Amor que brota da Terra!
A riqueza dos detalhes, no olhar atento, da plenitude de apenas Ser o que se É!
Banho em gotículas de cristais, lava a alma, acalma, silencia!
Onde estás? Não importa... o que merece ser visto pode ser apreciado em todos os lugares que o amor brota! Permita-se estar atento para se Ver!
Assim É
Somos todos diferentes, e somos todos iguais. O que interessa é isto, a riqueza está nas diferenças, os direitos estão na igualdade. Isso deve ser aprendido.
Ninguém deve julgar o outro, baseado em sua riqueza ou infortúnio material temporal.
O caráter não se define em classe.
Nara Nubia Alencar Queiroz
O grande erro da teologia da prosperidade é o foco na fortuna materialista, em detrimento da riqueza espiritual.
Há quem nutre um exagerado fascínio pela fortuna material, contudo, acredito que a maior riqueza é a retidão de caráter.
A prepotência humana é incompreensível. Num instante, as pessoas têm beleza, riqueza ou qualquer atributo para se vangloriarem, todavia mais adiante retornarão ao pó como qualquer mero mortal. A vida é efêmera e repleta de incertezas, de tal sorte que deve ser vivida cultivando-se a paz, a amizade, o amor, enfim, a maior riqueza que possuímos que é a boa convivência. Vivendo de forma digna e harmoniosa, suscitaremos belas memórias nas mentes daqueles que nos cercaram. Isso o tempo não destrói!
Parte 2
Eu sou a criança da baixa média.
A minha única riqueza é a comida.
Eu lavara as mãos e comia o quiabo.
Mastigando o quiabo
A minha imaginação era o frango .
O problema é que, quem estava a comer o frango era o meu vizinho.
E o meu quiabo transformando -se em frango era só a minha imaginação.Kkk
Para mim ter o frango e arroz no prato , era a melhor riqueza do mundo .
Quando chegava o Natal
A minha avó comprava um frango, e cinco copos de arroz.
Na casa éramos quinze pessoas.
A minha avó cortava o frango em pedacinhos.
Eu toda feliz, dançando porquê comeria o famoso frango e arroz branco.
Quando a minha avó , terminava de cozinhar, servia e nos chamava para comer.Eu no meu coração falava: Chegou a hora mais interessante
Chegou a hora de comer frango e arroz que esperei janeiro, até dezembro.
A minha felicidade, não se basiava na qualidade ou quantidade do frango, simplesmente se basiava em pensar que, hoje comerei o frango com arroz.
Levava o meu prato
Sentava- me , comia arroz com molho de frango, e deixava o meu pedacinho de frango ão lado.
Quando terminava o meu arroz com molho de frango
Pegava o meu pedacinho na mão, iria a casa da minha vizinha com boca cheia de óleo, e graus de arroz na camisa .
Eu dizia para a filha do meu vizinho; Olha hoje comi o frango com arroz
Dizia sem parar; Olha o meu frango, estás a ver graus de arroz da minha camisa. Comi o frango com arroz.
A riqueza não é pesada e ruidosa, ela é leve e silenciosa.
Já senti o peso de cofres pesados ao pegá-los, ouvi barulhos fascinantemente ensurdecedores de metais se chocando, no entanto, em seu interior não haviam nada mais que migalhas. Do contrário, extraí grandes riquezas de cofres que nada pesavam e que quando balançados nenhum ruído era possível de ser ouvido, isso porque cédulas de fibra de algodão, valem mais que moedas de aço revestido de cobre.
Condicione a mente a ser feliz na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, no bom ou no mau cassmento, na juventude ou na velhice, no riso ou no pranto.
Seja feliz!
Se conquistar a felicidade da alma, ninguém poderá arrancá-la de você, não importa quão longa seja sua jornada rumo ao infinito e à eternidade.
A verdadeira riqueza é apenas a riqueza interior da alma, todo o resto traz mais problemas do que vantagens (Luciano). Alguém assim rico interiormente de nada precisa do mundo exterior a não ser um presente negativo, a saber, o ócio, para poder cultivar e desenvolver as suas capacidades espirituais e fruir a sua riqueza interior. Portanto, requer propriamente apenas a permissão para ser ele mesmo durante toda a sua vida, a cada dia e a cada hora. Se alguém estiver destinado a imprimir, em toda a raça humana, o traço do seu espírito, haverá para ele apenas uma felicidade e infelicidade, ou seja, a de poder aperfeiçoar as suas disposições e completar as suas obras - ou disso ser impedido. O resto é-lhe insignificante. Sendo assim, vemos os grandes espíritos de todos os tempos atribuírem o valor supremo ao ócio. Pois este vale tanto quanto o homem. A felicidade parece residir no ócio, diz Aristóteles, e Diógenes Laércio relata que Sócrates louva o ócio como a mais bela posse.
"A verdadeira riqueza não pode ser medida por bens materiais, mas sim pela saúde plena e pelo bem-estar físico, mental e emocional."
Na efemeridade da vida, descobrimos que a verdadeira riqueza reside na marca que deixamos através de nossa história, não nos bens materiais que acumulamos.
