Rimas de Amor Engraçadas
Já amei pessoas que nunca me amaram
Já desprezei amores
Já perdoei traições imperdoáveis
Já troquei espinhos por flores
Já abracei pessoas vazias
Já recusei abraços por orgulho
Já lutei batalhas que não eram minhas
Já plantei para colheitas futuras
Já chorei até soluçar
Já ri até a barriga doer
Já me apavorei ao ponto de gritar
Já plantei o que não iria colher
Já li livros ruins que até hoje me arrependo
Já li contos que considerei perfeitos
Já li poemas que me perdi pensamentos
Já criei músicas marcadas pelo tempo
E assim escrevo, deixando para o futuro, as lembranças de quem um dia, viveu feliz nesse mundo.
se a pessoa que mais amei apontasse uma arma para mim, então com meu olhar vazio eu lhe diria minhas ultimas palavras.
'' Se é de mim que vem tua dor, então que eu seja o alvo. mas lembre-se que ao puxar o gatilho, que foi esse coração que você encontrou abrigo antes de encontrar rancor".
infelizmente é assim que é o amor as vezes. Nós entregamos demais ao máximo, que acabamos nos machucando demais por amar alguém que apenas nós deu o mínimo.
Nem nos meus sonhos
Amei tanto assim
Tento me esquivar
Ainda te amo
Sinto sua falta
Há tempos já
A sua ausência me cala
Um amor, uma pessoa.
AMEI-TE? SIM. DOIDAMENTE
Amei-te? Sim. Doidamente!
Como as rosas que floriam
No belo jardim o nosso.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Com a intensidade das ondas
Do mar querendo afogar-me nele.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Como um sonho acordado que vive
As suas emoções intensamente.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Com as horas, minutos, segundos
Sem pudor dos que nada pedem.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Com lágrimas, sorrisos, dores
Das velhas penas em prece.
Amei-te? Sim. Doidamente!
Por toda a vida se Deus quiser
E mesmo depois da morte te amarei.
E eu amei você. Perdidamente, como nunca achei capaz de ser, a cada banho de chuva, a cada surpresa, a cada vez que olhei nos seus olhos e me vi refletido lá.
Te conheci; girassol
Te amei em muitas noites estreladas.
Te quis como os quadros de van gogh,
Até em todas as artes inacabadas.
Te escrevi mil cartas,
Te esperei mil dias,
Realizei meu sonho.
Amei uma poesia (...)
Eu não demonstrei o suficiente
Eu não gostei o suficiente
Eu não amei o suficiente
Nada foi o suficiente
Talvez só o sentimento de algo...
Eu não tive coragem o suficiente
Pra dizer tudo o que eu sinto
Mas você também não foi o suficiente
Nós não fomos o suficiente.
►Simplesmente Amei
E você simplesmente apareceu
Educada, gentil, atenciosa e engraçada
E para mim você até mesmo sorriu,
Um pouco afastada, calada, curiosa pelas minhas palavras
Eu a guardei para mim, anos sem fim, sonhando com sua chegada
Então você apareceu para mim, como uma fada em noite estrelada
E, como presente, me entregou suas mãozinhas macias e delicadas.
-
Te quis desde o momento que a vi sorrir
Transformei e ressignifiquei meu amor por ti
Trejeitos me aproximei, com medo de ouvir
Estranhamente escutei um sim, fiquei todo feliz
Tivera outra palavra para descrever sem encurtar ou omitir
Tudo o que senti ainda está aqui, vive dentro de mim
Telefona-me sempre o coração, me elogiando em gratidão, cheio de carinho.
-
Aos ventos de boa sorte às estrelas do Norte,
A ti escrevo novamente, um pouco sem acordes
Acorde e me diga se gostou, se não, farei estrofes
Mesmo que falhe, farei meu melhor, sem sorte
Ouvirá de meus lábios como ando com sorte, forte como fóssil
Apenas gravando nossos nomes em faixas e postes
Até que a chuva os limpe e eu retorne a pintar "me namore"
Ah, como poderia dizer-te, em mistério, como me sinto? Apenas recorte.
Como você pôde me deixar
Quando eu precisei possuir você?
Eu te odiei, eu também te amei
Pra poupar meu coração sempre amei com minha mente, agora é diferente: penso em você com meu coração!
'MEDO...'
O consolo dos abraços que seriam interrogações. O 'te amei' não dito misturados a pesadelos. Tudo revoga e os passos perdidos ficam difíceis procuras. No vazio, sentimentos de medo. E levantamos mais uma vez prematuros, obscuros desejando caminhos, sutilezas...
Em meio a tantas borbulhas. A culpa é do maldito tempo. Esse longínquo caminho entediante. Deixamos de lado as primaveras como antes, e mais vezes sentimos medo da nebulosa, explodindo na alma...
Nas madrugadas, só queremos 'o hoje', não decaído como as perdas indivisíveis do coração. A luz apoucada transforma-se num mar de imensidão, sem utensílios. E a desilusão faz parte de nós, sem meras verdades. Dando-nos indecifráveis atalhos, a memória, já descartável, sente medo. E só queremos silêncio...
