Revolução
Ciencia sempre foi considerada incompreensivel a revoluçao analogicas de seus principios diante novos tempos a historia le fez maior do transcrita abtida ou abdicada?
Vamos fazer a nossa revolução silenciosa,se conscientizarmos 03 pessoas por dia faremos a história da rejeição, vote nulo
Não vem me encher a cabeça com conversas de Revolução, me traz algo que entorpeça a mente e o coração.
Minha revolução silenciosa não precisa de líderes ou apoio de quem quer que seja.somente eu e minha consciência #votenulo
Se a revolução dos bichos acontecesse aqui no Brasil, o porco seria o rei, comeria todas as galinhas, amansaria todos os burros, provavelmente pagaria alguns micos, e é claro, enganaria o leão.............
Saciaremos a sede na fonte de Oziel Alves!
Oziel Alves, avante na revolução, Sua sede de justiça é inspiração. Que possamos saciar nossa sede ardente, Com a água da mudança permanentemente.
Que a Reforma Agrária seja nossa fonte e alegria, Um oásis de esperança em cada horizonte. Com suas águas claras e cristalinas, Matemos a sede das terras libertas e divinas.
Banhar-nos nessa água é um ato sagrado como Oziel se banhou-se, Renovar as forças, seguir determinados. Com alegria erguemos nossos copos, provamos o sabor, Da luta incessante, do novo amanhã que decorre.
Unidos, bebamos dessa fonte abençoada, Oziel Alves, guia-nos em cada jornada. Ergamos os cálices, brindando à revolução, Pois é com resistência que conquistaremos a transformação.
Que a sede dos que sofrem seja saciada, E a justiça brote em cada alma aguerrida. Nas águas de Oziel, encontramos a energia, Para lutar, construir um mundo de harmonia.
Com alegria, celebramos a coragem, De enfrentar desafios e ultrapassar a miragem. Sigamos o exemplo de Oziel, incansável combatente, E juntos, seremos a voz que ecoa a resistência.
Toda revolução, seja ela no plano físico ou espiritual, necessita de um sério trabalho de base; não acontece em um, dois ou três dias.
O Livre Arbítrio é o pior de todos vícios, sua abstinência causa a Verdadeira Revolução Espiritual...
FRATERNIDADE
Fecunda
Revolução
Ao
Tempo
Eterno
Renovado
Na
Insistência
Daqueles
Abastados
De
Empatia
(Alfredo Bochi Brum)
“RE”VOLUÇÃO
Vivemos tempos de muita reflexão. Onde culpar um inimigo, aliás, tese que não é novidade na história, é um dos fatores para tentativa de uma pseudo-união, que se forma em torno de combatê-lo. Antes que alguém me acuse do que quer que seja, pasme-se, por ambas as forças que cada vez mais se polarizam em nosso Brasil, convém que se façam alguns registros.
Essa caça às bruxas não nasceu de hoje, a história mundial já registrou vários desses episódios onde esse antagonismo implacável acabou por emplacar guerras, mortes, violência. Todos deram a vida por suas causas. E o que a humanidade tem evoluído com isso? Geralmente é e nome da liberdade que muitos perderam a vida.
Mais especificamente em nível de Brasil, nasci num regime de exceção e hoje o creio assim, haja vista que, embora não tivesse tido uma infância abastada, havia alguma ordem na sociedade e não vou reportar aqui ser era por força ou por educação. Em tal época, pelo que lembro, era preciso estudar para as provas, as lições eram “tomadas”, o trabalho doméstico era uma obrigação de todos, inclusive crianças, dentre tantos outros “disparates”. Inexistia qualquer criminalização para isso!
Em seguimento, vivi a abertura democrática, lembro que em tal época havia pressões sindicais entrelaçadas com outros interesses políticos, cuja bandeira comum era acabar com a ditadura.
Pois bem, a “dita cuja” faleceu, negociadamente, houve campanha para eleições diretas, com o povo nas ruas.
O país, entretanto, passou, a meu ver, a viver um período de abertura, mas, na imensa maioria dos governos, tanto os ditos de direita quanto os ditos de esquerda, houve a gestação, cada vez mais pujante, da grande mácula desse País Gigante batizada de corrupção – e com um excelente “pré-natal”.
Passamos por presidentes: com “problemas de saúde” (falo físicas), quase super-heróis (na luta contra os já velhos fantasmas), intelectuais (na época era apoiado pela direita mas hoje tem a pecha de esquerda), governos mais populares (à base de romanée conti) e, agora, um governo, eleito pelo povo como todos os outros, que também tem como bandeira central o combate à corrupção (comum na campanha de todos os outros).
Não é preciso repisar a história do que aconteceu e do que vem acontecendo.
As “desinformações” existem de toda a “desordem” (redundância proposital), desde a imprensa massiva até os meios mais populares de comunicação.
Há fomento de novos “valores”, como se toda a sociedade fosse obrigada a colocá-los acima de todos os outros que também sustentam as famílias. E mais, são situações que estão muito mais como bandeiras remotas em relação às verdadeiras atitudes. São muitas bandeiras levantadas em nome disso ou daquilo, mas a efetivação do amor ao próximo pouco se vê na prática, ali, do outro lado da rua.
Posso referir que já vi fervorosos defensores, das mais variadas bandeiras da modernidade, tratar com desdém e desrespeito um trabalhador de um restaurante. O que realmente vale? Bandeira ou atitude?
O sistema de um País democrático é sustentado em dois grandes pilares: respeito aos direitos e garantias individuais; e também na autonomia e independência entre os poderes.
Como será que estão nossos pilares?
A resposta, independendo de sua ideologia, a menos que se possa rubricar fortemente a hipocrisia, é que ambos estão fragilizados. E muito!
Ocorre que, ao ver do escritor destas palavras, os poderes não são autônomos e independentes há muito tempo.
Da mesma forma, o respeito aos direitos e garantias individuais, nessa disputa pelo poder, está cada vez mais fragilizada.
E o Outorgante Maior está cada vez mais desprestigiado!
Aquele que não reza na cartilha do congresso (nem vou dizer qual) não governa. Da mesma forma, estamos vendo um judiciário que a tudo pode (manda investigar, prender e ainda julga). Bem verdade que não sou favorável a outorga de uma carta em branco a quem quer que seja no executivo.
Mas as reflexões que entendo pertinentes são:
- Será que vivemos num Estado de Direito? Na forma e na realidade?
- Será que já não vivemos uma ditadura (mas travestida)?
- E o povo, nesse cenário, está, verdadeiramente, com seus direitos resguardados?
- Que Ordem desejamos?
Tudo ainda é uma incógnita, mas essa instabilidade não tem um nome ideológico, vem sendo fomentada há anos e financiada pela malfadada corrupção que assolou, assola e não se sabe, por quanto tempo, ainda assolará esse amado País.
Estejamos sempre altivos e intransigentes com os nossos valores, não os fragilizando em nome de quem quer que seja.
A respeito da grande reforma, pego carona no legado deixado por Immanuel Kant: “Toda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço”.
Tenhamos fé que, de alguma forma, a Ordem se estabeleça, a Paz possa reinar soberana e o respeito a todos que pensem de forma diversa seja respeitado.
Encerro nas palavras de Voltaire:
“Posso não concordar com nenhuma das palavras do que você disser, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las”.
(Alfredo Bochi Brum)
CALOR DO AÇO
Revolução no teu olhar me invade
Dou de mão nas armas por precaução
Bem se vê peleada será a conquista
Certeiros golpes que trocados ardem
Lascas e faíscas não seguem em vão
Destino algum: jamais perde de vista!
✍️Estamos meio que todos mergulhados, perdidos e arrastados pela REVOLUÇÃO VIRTUAL, acompanhada de pós pandemia e tendo como resultado uma PANDEMIA MENTAL. Da mesma forma como os seres humanos que foram escravizados e após a revolução industrial foram abandonados a própria sorte sem lenço, sem documento, lançados as ruas, ao léu, ao vento.😏🎲
✍️As pessoas e as coisas sempre foram do jeito que são hoje. No mundo só existe a revolução INDIVIDUAL.
E O MUNDO É UM MOINHO!
👁️👁️🕉️♾️☸️🏃❤️
