Reluz
Quando o sol reluz
Os desejos inacabados
Apague a luz.
Finde-se em meu jardim
De Íris enegrecida,
Escureça e amanheça em mim.
Não lamente as suas escolhas... preserve o passado de luz, apaixone-se pelo presente que reluz e não se esqueça que na pontinha de todo futuro estará de braços abertos, o menino Jesus.
Na ausência, sinto a falta que é doce,
Pois nesse vazio, tua presença reluz.
No silêncio, tua voz me aquece,
Apreciar a ausência, um deleite seduz.
A distância é apenas um breve intervalo,
Que amplifica o amor que em nós arde.
Na saudade, encontro um doce regalo,
Pois em cada ausência, tua alma parte.
Assim, na falta, teu encanto floresce,
E aprecio cada momento sem ti.
Pois é na ausência que o amor engrandece,
E a saudade, em mim, se faz poesia sutil.
O lado escuro da monarquia
A coroa de ouro reluz,
Mas esconde um segredo sombrio,
O poder absoluto do rei,
Que pode ser cruel e tirano.
A nobreza vive em luxo,
Enquanto o povo sofre na miséria,
A desigualdade é gritante,
E a justiça é seletiva.
A guerra é uma constante,
Para aumentar o poder do rei,
O povo é sacrificado,
Em nome da pátria.
A monarquia é um sistema,
Que perpetua a desigualdade,
E opressão do povo,
É um sistema que deve ser abolido.
Nem tudo que reluz é ouro
Nem toda riqueza é tesouro
Nem todo doente pede pra ser curado
O Pai que me perdoe se eu estiver errado
Helena, serena, teu nome carrega luz
Em versos te digo o quanto você reluz
Numa noite estrelada, Helena nasceu
Como uma tocha, iluminou o breu.
Olhando sempre pra dentro, seu olhos brilhantes .
Refletem a lua, em noites angustiantes.
És filha de Zeus e de Leda
Em ti encontro paz e leveza.
Teus passos, suaves como o vento,
Deixam um rastro de encanto no tempo.
Helena, tua voz é uma canção,
Um suspiro doce, uma celebração.
Quando você aparece
Minha tristeza se desvanece
Você me aquece, vê se não esquece
Você sempre nos enriquece
Lena, Nita, Lenita, Lelê
Que a vida te faça ver
O quão grande é seu coração
Receba esses versos feitos com emoção.
(FELIPE REIS)
No paradigma o sombrio momento que vivemos apenas uma vez...
Diante do destino reluz o espírito do amor...
Derramado por instante de prazer e glória.
No sorriso da menina
toda a alegria reluz.
Convidando-nos para a vida.
Inundando-nos o peito de luz.
Marina, assim como o mar,
ensina-nos sem cessar, que a intensidade da vida desabrocha
e caminha livre
a partir de um breve olhar.
AMANHECE A VIDA NO CERRADO
O sol reluz no horizonte do cerrado infindo
Trazendo o amanhecer com a sua grandeza
Luz, encanto e o céu de matizes colorindo
Tudo convertido em fascínio e em beleza
Enchendo de vida, e de suspiro a alvorada
O canto dos pássaros em seus burburinhos
Seduzem os ouvidos em uma doce batucada
Refulge o cerrado tonificando os cantinhos
Sob o céu, agigantado, aquele azul turquesa
Que com graça cobre o sertão de pura riqueza
Aclamando o alvor com solenidade e euforia
E, com a brisa matutina aquele afável frescor
Que soam nos galhos tortos com duro vigor...
Amanhece a vida no cerrado numa viva poesia!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
15/06/2022, 05’05” – Araguari, MG
Talvez aquilo que dou valor não tenha preço algum para muitos, mas reluz em meu interior e ilumina meus passos
me protegendo da insanidade do mundo.
A tarde reluz o significado daquilo que buscamos, entristecida ela se aproxima do anoitecer, que venha assim a sabedoria do luar com toda a sua iluminação e apreciar os apaixonados da noite.
Nem tudo que reluz e ouro e nem todo EU TE AMO e verdadeiro , portanto não desanime pois o mundo da volta é hoje quem estar chorando amanhã pode estar sorrindo .
Humilde sim , Mascarada Não!
Viajando entre as estrelas do céu do meu Lugar, Onde a Lua Reluz um imenso clarão,Tive a certeza que aqui é o meu Lugar.Minha Origem,minha essência está presa aqui.
Onde o céu é Límpido e as estrelas No céu,mais Parece pedrinhas de diamantes soltas no ar.
A imensa Lua reflete no Mar formando e trilhando um caminho diante dos meus Olhos.
Ali comigo permanece Tamanha Alegria de ver a Noite cair em instantes. Deitada nessa Areia branca e fininha e já fia pelo tempo , Avisto lá no Alto um enorme casarão suspenso a Pedra Bonita, Onde a vida parece ser Pupada, Paralisada pela Modernidade e Riqueza.
Ali naquele Lugar ninguém contempla o Luar, Ninguém Admira o infinito Mar diante de suas Janela.
Onde eu, Preciso caminhar kilometros Para ver tudo isto de perto, Que ironia não ?
Pessoas que tem tudo, Pessoas riquíssimas Mais que não enxergam Um palmo diante do enorme nariz empinado.
Pessoas presas ao luxo , Onde seu olhos são voltados só para as coisas supérfluas como Carro do Ano, Apartamentos Luxuosos,Restaurantes caríssimos.Pessoas essas que esquecem de sentir o vento No rosto, A brisa do mar , o cheiro da maresia nos rodear e envolver nosso corpo com seu Aroma.
Dessa forma prefiro ser A menina humilde e que Observa as pequenas coisas que a vida nos Oferece e com enorme percepções do que elas traduz , Pelo menos Pra mim .
essas pequenas coisas que me formam a cada dia.
Ainda prefiro ser a tal menina a observar. O sol com seus Raios intensos,Sentir O vento soprar contra meu Rosto,sentir e reparar a chuva a molhar todo meu corpo , com suas Gotículas Geladas, sentir a te mesmo o cheiro dos combustíveis dos Automovéis a transitarem pelas estradas .
e assim continuo sendo eu Pobre financeiramente Mais riquíssima em percepções e sentidos.
A realidade me Aguça a cada som desse Lugar , a cada cheiro que o vento trás, E ainda prefiro ser a menina com o meu jeitinho Calada ,quieta,engraçada e expanciva do que ser esses tipos de Pessoas Voltada as futilidades e as coisas supérfluas.
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