Religião
A religião que não ama uns aos outros, mas ama a corrupção do mundo, é apenas uma mentira piedosa.
Tg 1.27
Quatro coisas tornam a religião um comércio profano:
1. Engano espiritual (narrativa)
2. Falsas promessas de salvação e poder (promessa)
3. Mercantilização da fé e das almas (produto)
4. Multidões seduzidas e manipuladas (público)
A religião, em geral, apresenta-se como uma força mais imponente que a ciência.
Não é apropriado comparecer a um velório e dizer a alguém que perdeu um ente querido que somos apenas moléculas e átomos destinados a nos desintegrar.
Nessas circunstâncias, a abordagem do paraíso celestial é muito mais reconfortante, trazendo consolo e esperança aos enlutados.
Uns dizem não tenho religião,
Outros nem tão pouco Fé,
Alguns, falam pra que ? isso é bobagem.
Ai quando caem em desalento ou fragilizam por qualquer desgraça...
Gritam! Me salva senhor!
Não que a religião não nos eduque; mas nos casta, ofusca e tira o foco pra perceber que o outro lado também é aprendizado.
Infelizmente a maior religião do mundo é o futebol,
E está malogrando milhões de almas tolas para as profundezas do inferno mundano...
Sinto-me um crucificado,
Dialogar sobre futebol, religião e politica...
E ai meus queridos, quase foram buscar os pregos,
já que a cruz eu já carregava...
Não tolero religião,
Religião mete-me medo...
Religião é dogma arremete-me a competição.
Causa angústia pois sugere céu e inferno e, como tenho dúvidas dos mesmos porque não sei se é sagrado ou não as coisas... e as coisas são do mundo. Assim sendo não permito que meu coração fique em competição com a essência Divina e não dá pra viver em causa perdida.
Uma ética prática, sobrepõe o mais rígido dogma, a mais eloquente religião.
... e os que a tem como norma, jamais nescessitará de corretivos ou promessas de um céu.
Seria de fato um Homem jus.
As pessoas divergem e discutem sobre futebol, religião, política.
...e transgridem em ações quando imaginam saber e entender este paradoxal modo de perceber oque imaginam que é viver!
Afinal se quer sabemos entender, esse modo que classificam de Viver.
Os homens, que aqui permeiam o mundo andam sedentos de um tudo.
Sedentos de religião por aspirar bençãos em dinheiro, saúde, sorte e por conseguinte o céu.
Não há se quer um ser humano que despreze em si a vaidade e o egoísmo.
Nos perdemos, nos entregamos ao ócio, ao inferno.
E ruiu o céu, e sucumbimos aos devaneios.
Religião, ao meu observar é opção de Egoísta.
Se achegar, ou imagina-se estar sobre as graças do Divino por almejar recompensa. Uma ideologia invertida primária do desapego do receber.
Assemelha-se a um investimento, como se fora algum plano de previdência privada.
Será que religião não seria uma espécie de egoismo latente em que, o ser humano cultua, imaginando-se merecedor de um céu onde ele só, e tão somente só,
exerceu o seu dever de Humano.
E com isso, não há premiação.
Tudo foi apenas o combinado, e dever.
