Relações Humanas no Trabalho
A reciprocidade é um princípio flagrante nas relações interpessoais. Por isso, a razão humana nos leva a compreensão natural de retribuição. É nesse contexto que muitas vezes estamos inconscientemente ligados ao sentido da frase "olho por olho, dente por dente". Aqui estamos diante do homem natural, é até compreensível.
Todavia, a regeneração, por Cristo, faz o ser humano discernir as coisas
espiritualmente. Assim, nossa forma de retribuição torna-se diferente, pois regenerados não retribuímos o mal com mal, pelo contrário, abençoamos.
No itinerário das relações humanas, descobri que ninguém pode dar aquilo que não tem.
(CLARIANO DA SILVA, 2016)
O RESPEITO é o princípio maior de todas as relações humanas, quem distribui respeito colhe CONQUISTAS.
Talvez o mais frequente abuso que cometemos nas relações humanas é o verbal. Muitas vezes falamos o que não devemos, movidos pela irritação, impaciência ou desinteresse.
É o estado de bem-estar e harmonia que quando se faz presente nos ambientes e nas relações humanas, permite que a gente se sinta em paz!
A simplicidade é uma forma de leveza.
Nas relações humanas ela faz a diferença.
O que cultiva a simplicidade tem a facilidade
de tornar leve o ambiente em que vive.
Não cria confusão por pouca coisa;
não coloca sua atenção no que é acidental,
mas prende os olhos naquilo que
verdadeiramente vale a pena.
As relações humanas criam laços, as relações humanas baseadas na verdade criam elos, aquelas baseadas na verdade e no amor geram correntes que não são quebradas nem pelo mal, nem distância e nem pelo tempo.
Só pra descontrair...
As relações humanas são complicadas sim. Mas em certos aspectos chegam a ser engraçadas. Você vive pra ser feliz, você tem amigos, família e etc. Naturalmente você tem afinidade com uns e com outros não. Você ri com uns e fala um simples oi com outros. Você anda com uns e não quer estar perto de outros. Mas sabe? Tem aquele tipo de gente que não te conhece. Não sabe o que você faz no dia. Não sabe de seus problemas. Aquele tipinho de gente que não tem motivos pra falar de você, e olha só que coisa? Ela fala. Fala fala fala, critica, aponta. Com base em que? Em sua incapacidade de enxergar seus próprios fracassos. É esse tipinho de gente que vai tentar te afundar com palavras duras. É esse tipinho de gente que vai esperar que você se abale e caia. Mas sabe o que é mais interessante nisso tudo? É esse tipinho de gente que, quase nunca, tem respaldo pra falar mal de você. E é justamente por esse motivo que você não deve se importar com esses comentários medíocres vindos de gente medíocre. Como diz aquela frase “Veneno só faz mal pra quem engole”. Então tu engole se quiser caramba. Faz o seguinte. Sorri. Joga os cabelos pro vento. Solta beijo. E faz a coisa mais prazerosa do mundo: Ri.
Devido ao multifacetado sentido das palavras, as relações humanas em alguns momentos tomam caminhos imprevisíveis, produzindo lamentáveis frustrações, insanas desavenças, inusitadas hostilidades e deplorável destruição; de amizades, de relacionamentos, de culturas, de civilizações, de ideias, e até da própria vida.
A solidão não é a ausência física de uma companhia humana. É a constatação da ausência de relações significativas com outras pessoas.
Mantê-los as relações entre Deus/humano/diabo é humanamente viável, tanto na sabedoria coletiva quanto na inteligência individual.
Não estude, não trabalhe, não case, não empreenda... e também, não viva!
As relações humanas, muitas vezes, seguem a lógica de um jogo de soma zero: para alguém ganhar, outro precisa perder. Enquanto há um equilíbrio entre perdas e ganhos, tudo bem. O verdadeiro problema surge quando ficamos presos em um ciclo onde apenas o outro "ganha". Fora isso, a vida é extraordinária, então estude, trabalhe, case e empreenda!
DAS RELAÇÕES HUMANAS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Para entrar numa relação, seja de amizade, amor e até trabalho, é preciso que haja um consenso. Que os dois, três ou mais queiram; de preferência, na mesma proporção. E a cada peça desse complicado engenho é permitido até fingir não querer, se for o melhor para quem o faz.
Para sair não é assim. A liberdade ocorre de outra maneira. Deixa de ser coletiva. É pessoal. Cada um sai quando quer; não há nem deve haver consenso. Por isso, ninguém precisa fingir querer até criar uma forma confortável de sair. Nem é justo e decente arquitetar situações para que outro assuma sua desistência. Dramatizar a verdade, pelo simples plano de sair bem... ou sair “por cima”.
Pra dizer a verdade, não há saídas por cima, por baixo nem pelas tangentes. No que tange as relações humanas de qualquer natureza, só existem duas saídas... ou duas portas: uma delas é a da frente... naturalmente, a outra é a dos fundos.
