Relacionamento entre Pessoas
As pessoas que estão em uma bolha, só leem o que querem e pesquisam o que já sabem. Não procuram sair da bolha. (A vida é um relacionamento- vol.I)
Se enganam as pessoas que acham que quanto mais amamos, mais nos apegamos. O apego tem a ver com a paixão, com a posse, com a dependência. Isso gera dor. Já, quando estamos transbordando de amor, não existe carência. O amor, assim como Deus, simplesmente "é". Isso é uma forma de satisfação. E quando estamos satisfeitos, o amor "sobra" e fica mais fácil ainda de nos doarmos para além de um relacionamento. Mas não necessariamente sermos voluntários, praticarmos caridade... Mas nos doarmos aos gestos de amor. Gratidão Pai, por tanta certeza. Tanta confiança. A dor só existirá quando houver arrependimento. A dor pode ser sentida, sem medo, desde que estejamos abertos para ela. A dor fica mais fácil de ser suportada quando aceitamos que cada um vivencia situações de forma diferente e todos podem se ajudar. Ela passará se você se reencontrar a todo momento na pessoa que sempre foi, como ser único e independente de quem se foi. Para não tropeçar na dor, é só você não olhar para trás com tristeza, mas com gratidão e alegria. O passado ficará no exato lugar que tem que ficar. O futuro se abre. E a dor pode ser sua amiga se você deixá-la livre para acontecer.
Quando duas pessoas se encontram e se apaixonam, há uma súbita onda de magia. A magia está naturalmente presente então. Nós tendemos a alimentar essa magia gratuita sem nos esforçarmos para criar mais. Um dia, acordamos e descobrimos que a magia se foi. Nós tentamos recuperá-la, mas nesse momento geralmente é muito tarde, nós a gastamos. O que temos a fazer é trabalhar muito para criar magia adicional desde o início. É um trabalho árduo, mas se lembrarmos de fazê-lo, melhoramos muito as nossas chances de fazer o amor permancer.
Em pleno século XXI, milhões de pessoas (...) têm sua vida interior comprometida. São vítimas da incompreensão, da intolerância generalizada e das dificuldades de relacionamento que, paradoxalmente, caracterizam a assim chamada Era da Informação e do Conhecimento. As pessoas se escondem, se refugiam em lares semelhantes a uma prisão, erguem grades que as separam dos vizinhos mais próximos, vivem amedrontadas pela violência, pela superficialidade das relações, pela ausência de ética e pelo excesso de egoísmo, de mentiras e ambições que ainda configuram as estratégias do jogo social.
Você atrai o que é por dentro, se na sua vida tem muitas pessoas invejosas, falsas, orgulhosas e negativas, é bom olhar para dentro de si.
É cada vez mais notável o quanto achamos pessoas que dão importância para coisas que não são verdadeiras, a futilidades, que usam máscaras para esconder o que realmente são, afim de impressionar e por esconder se tornam vazias. Por quantas pessoas passamos durante nosso dia, tantos rostos e imagens de coisas que na verdade não são o que aparentam, julgamos e somos julgados sem ao menos darmos a importância que deveria ser dada, poderia ser mais, todos teriam que ser mais... Mas não somos.
Homens e mulheres são completamente diferentes.
A não aceitação dessas diferenças leva as pessoas a comparações ridículas e a uma guerra inútil tentando provar quem é melhor.
Os relacionamentos de hoje estão sem esperança, as pessoas não se casam na igreja por medo de se separarem, a competição com o mundo e os desejos do externo frustra os casais, e rouba a esperança do pra sempre.
É tão bom ter alguém, ser desejado, amado.
Parem de buscar coisas fora da relação, não vão achar nada que preste. O mundo tá podre!!
As pessoas deliram ao julgar os outros e são prepotentes em acreditarem que sabem o que é melhor para a vida alheia.
As pessoas mal sabem quem elas são, então por que nos preocuparmos sobre o que elas acham a nosso respeito? Seus conceitos sobre nós, geralmente não passam de desejos inconscientes delas mesmas, projetados em nós.
Estarmos insistentemente presos, enquanto vínculo afetivo, em certas pessoas, pode ser um sinal de baixa autoestima, principalmente quando se trata de um relacionamento que chamo de ÂNCORA, o qual atrasa a nossa vida ou nos leva para o fundo do mar das amarguras, sem podermos seguir adiante na viagem incrível da vida.
Tirarmos certas pessoas de nossa história, não quer dizer que às odiemos, mas que amamos muito mais a nós mesmos, o que nos faz com que não continuemos mais nesta relação problemática.
Pessoas que têm a lição carmica representada pelo Arcano ‘Os Enamorados’ viverão relacionamentos onde terão que se adaptar, onde precisarão aprender a ceder, a não serem tão exigentes, a jamais exigir que as coisas sejam do jeito exato que querem (sempre precisarão flexibilizar) e a desenvolver a habilidade de fazerem concessões constantemente. Se com essa lição não se disporem a agir comportamentalmente dessa forma, jamais alcançarão a felicidade legítima de um casamento estável. E não há erros nessa questão. Acontece obrigatoriamente com toda e qualquer pessoa que tenha essa lição carmica em seu contrato reencarnatório.
A realidade que ninguém gosta de encarar: há pessoas que só terão condições de atrair um novo amor até a idade X. Isso é cabalístico. Há contratos reencarnatorios com esse tipo de limitação sim. Aí a pessoa passa a vida pulando de relação em relação sem buscar algo consistente, mas querendo algo consistente, só que esperando que surja alguém que não exija dela nenhum tipo de adaptação ou mudança. E de descarte em descarte, vai envelhecendo. Aí, quando chega aos 40, 50, 60 (cada caso é um caso) acha que ‘agora eu mereço ser feliz’ e se torna uma pessoa obssecada por um relacionamento. Como? Passou a vida plantando o efêmero, como colher agora o sólido? E aí gastam tufos de dinheiro em consultas esotéricas com o maior número de Tarólogos possível, para saber ‘o que o destino tem para minha vida afetiva’. Acredite: pode ser que não tenha mais nada, e pode ser que só aconteça se você lutar como nunca para ter, e mesmo assim que te desafie a se adaptar. ‘Ah mas assim eu não quero’. Então já temos a resposta do que vai acontecer. E essa realidade não objetiva ferir as pessoas, apenas não deve ser ignorada e encarada com maturidade. Há sim pessoas cujo tempo de construir relações é finito e se a pessoa não aproveitar as oportunidades até o ciclo Y da vida, não terá outras nesta existência, ficando o sonho do ‘amor perfeito’ só para a próxima vida. Portanto, leve em conta o alerta deste ilustre desconhecido: se você quer um amor construtivo, edificante e verdadeiramente sólido, não perca seu tempo plantando efemeridades. E se as plantar, entenda: você precisará colhê-las compulsoriamente.
