Rei
TERRA DE EGOS
Na visão olho por olho
Creio todos ficam cegos
Trancados com ferrolho
E aplainar os egos
É lição que eu recolho.
O amor divino incrivelmente inexplicável, demonstrado eficazmente num grande sacrifício, mesmo inocente e tendo sido humilhado, várias vezes traído, açoitado covardemente, num trajeto de suor e sangue sobre a sua pele.
Abriu mão do seu poder, do seu trono, pois preferiu morrer, obedecendo o Senhor, do que ver o seu povo condenado, assim, sofreu a nossa dor, o dano nosso pecado, foi crucificado injustamente para cumprir o seu propósito fielmente.
Para o nosso conforto, após aquele momento tão triste e necessário, a esperança renasceu, Ele ressuscitou, retornou para o seu posto de Rei, o nosso intercessor, pois, como ainda acontece, tudo ocorreu segundo os planos do Senhor.
Vagando pelos pensamentos, influenciado por uma canção empolgante, adentro em um devaneio que nos envolve e durante alguns fragmentos da nossa convivência, seríamos transportados para uma época medieval, numa frequência de sentimentos, tranquilos e agitados, de artes, de experiências, unidos num ideal de cumplicidade, seguindo por uma viagem emocionante no tempo,
avivando imensamente a nossa realidade.
Seria às vezes um Soldado, batalhando para conquistar e manter o teu amor, provocando o teu riso com algo engraçado, dando valor a cada vitória, compensando meu suor derramado, os teus beijos seriam meus ricos instantes de glória, fomentando um empenho bastante determinado, construindo ao teu lado, histórias das nossas aventuras, parte singular do nosso legado, nossa dose saudável de loucura.
Seria também com uma certa frequência, o teu Poeta particular, reuniria determinadas palavras com fim de melhorar o teu dia, serias a minha inspiração mais frequente, ficarias eternizada nos meus preciosos versos, meu coração ficaria profusamente alegre, graças a ti, uma linda poesia de grande significado contendo a essência amável da tua alma, deixando o meu lado poético fortemente inspirado.
Teria meus momentos de Rei com a parte cômica e esperta de um bobo da corte para trater-te como uma Rainha esplêndida, de muita graciosidade, demonstrando a liberdade muito apaixonante de uma plebéia, um reinado felizmente baseado na reciprocidade, nós nos amando realmente sem as rígidas formalidades, partilhando uma felicidade abundante por vários encontros memoráveis.
As nossas vidas não seriam perfeitas, é evidente, mas seria uma das melhores maneiras de adocá-las, uma relação sincera, abençoada, Deus presente, nossas almas abraçadas, nossos corpos contentes, abrasados, portanto, serias muito bem vinda nesta fábula que criei com tanto entusiasmo "Soldado, Poeta, Rei", laços reais e lúdicos, algumas cenas especiais da junção dos nossos mundos.
Num mundo celestial, no Reino da Noite, havia uma jovem princesa, Luara era o seu nome, sentia-se sozinha, tinha perdido seus pais quando ainda era criança, sem idade pra ser rainha e presa naquele tormento ficou, durante anos, isolada alimentando o seu sofrimento a cada dia que passava, entretanto, pra seu alívio, o seu povo, os noturnos, apesar de algumas brigas, era pacífico e vivia como uma grande família formada de trabalhadores dedicados que não viviam reclamando, eram felizes, sabiam ser gratos pela fartura de suas colheitas, pelo o ar que respiravam, por suas crianças poderem brincar ou estudar, enquanto eles trabalhavam, enfim, motivos não lhes faltavam tanto que, a cada uma década, comemoravam o Ano Lunar, num momento raro, quando a Lua daquele lugar emanava um forte Luar, então, escolheram esta linda ocasião pra celebrarem suas vidas e a grande gratidão que sentiam.
Aquele dia já estava se aproximando, Luara, agora, com dezoito anos, havia se tornado uma jovem muito bonita, inteligente e reservada, que não era de sair muito, de vez em quando, ia para a varanda do seu quarto pra ler um pouco e apreciar a paisagem e os pássaros que passavam, às vezes, saía pra o jardim do palácio, ficava admirando as belas flores e sentindo seus suaves perfumes, mas não por muito tempo e logo voltava para os seus aposentos. Faltava uma semana pra o grande dia, as casas e ruas já estavam enfeitadas, até a alegria das pessoas parecia que tinha aumentado.
Luara, à noite, desceu para o jantar e encontrou dois dos seus empregados que estavam animados conversando "Na casa dos meus pais, já está tudo enfeitado, falta pouco, já é no próximo sábado" "Sim, verdade, minha mãe, apesar da idade avançada, está cheia de entusiasmo e vai preparar seus pratos deliciosos" Boa noite, Olívia e Florêncio, por que estão tão entusiasmados? "Senhorita Luara, boa noite! Estamos falando sobre o Festival que se aproxima." "Festival?", sinceramente, surpresa, havia esquecido, seria o seu segundo, mas tinha apenas oito anos quando teve o último festival, além do mais, seus pais faleceram na semana que o antecedia, só chorava por sua perda. "Isso mesmo, Princesa, o Festival do Ano Lunar, a senhorita não lembra? Um dia muito importante pra nós, noturnos, que comemoramos a cada dez anos." "Ah, lembrei agora, a mamãe falava muito desta data e o quanto significativa para o nosso povo." "É, a Rainha Aurora gostava bastante do Festival, aliás, o Rei Lual também apreciava muito, entretanto, não é de se estranhar que tenha esquecido, quando teve o último, a senhorita era apenas um criança, além do mais, foi próximo daquele momento difícil quando seus pais sofreram aquele trágico acidente. "Eram amantes da natureza tanto que, uma vez por mês, saíam, bem cedo, às escondidas dos guardas, iam de carruagem até um ponto específico, em seguida, faziam caminhada sem se preocuparem com tempo, conheciam os lugares, aproveitavam ao máximo sem perder nenhum detalhe, depois voltavam para o palácio no final da tarde, mas, naquele dia fatídico, foi diferente, na volta, passaram por um desfiladeiro, quando, bruscamente, houve um desmoronamento e várias pedras grandes e pesadas rolaram e caíram sobre eles, os guardas fizeram uma busca árdua à noite até encontrarem a grande pilha de pedras, a carruagem em pedaços, muito sangue e de intacto, apenas o efeito de cabelo da Rainha em formato de Lua minguante, o mesmo que a Princesa usa até hoje. "Sim, Florêncio, talvez, tenha sido por isso mesmo, uma defesa instintiva da minha mente" Seu semblante notoriamente desanimado. "Perdão, Princesa, por ter tocado neste assunto tão delicado." "Está tudo bem, não se preocupe." Sorriu um pouco pra tranquilizá-lo. "Princesa, então, podemos enfeitar o palácio?" "Claro, Olívia, façam isso e avisem aos outros pra ajudarem a deixar tudo muito bonito, meus pais, certamente, iriam gostar" "Está certo, Senhorita Luara, iremos providenciar." Falou sorridente. Ela jantou e depois foi descansar. Faltavam dois dias para a Celebração, Olívia com a ajuda dos outros empregados já tinham enfeitado todo o palácio com lindas cortinas, alguns arranjos, tudo de muito bom gosto. Luara já estava um pouco diferente, aquela conversa com seus empregados havia despertado preciosas lembranças que estavam adormecidas por causa do seu sofrimento, lembrou de como seus pais eram adoráveis, dos momentos felizes que compartilharam, finalmente, havia percebido o quanto que tinha sido abençoada por ter sido amada verdadeiramente e que tinha uma vida inteira pela frente e que já estava mais do que na hora de voltar a viver de verdade.
Chegou o grande dia, Luara acordou bem cedo sentindo uma felicidade que há muito tempo não sentia, sua mudança era muito notória, estava sorridente com seus olhos brilhando enquanto observava as pessoas que passavam, as crianças brincando lá fora próximo do palácio, estava contando as horas pra que a noite logo chegasse, pediu a Olívia que separasse um lindo vestido que era da rainha, era azul com algumas estrelas bordadas e uma pequena lua minguante na cintura, então, assim o fez.
A noite havia chegado, Luara já estava arrumada, todos do palácio ficaram admirados quando viram descendo as escadas, ela estava deslumbrante com um belo penteado com seu enfeite de lua minguante, um lindo sorriso estampado no rosto, um brilho vivo nos olhos e antes que dissessem alguma coisa, ela disse "Boa noite, estão prontos? Vamos todos juntos" ficaram bastante surpresos e Florêncio respondeu "Não, senhorita Luara, somos apenas os empregados do palácio, já preparamos até a sua carruagem" "Não, Florêncio, isso não é verdade, vocês, praticamente, me criaram e ficaria muito feliz se me acompanhassem", emocionados, aceitaram o convite e seguiram caminhando pra onde os noturnos estavam reunidos.
Quando chegaram, ficaram logo encantados, tudo estava muito bonito e enfeitado, pessoas vestidas a caráter, alegres e confraternizando, vários tipos de pratos distribuídos em barracas e mesas na frente das casas, música e danças para todos os lados.
Quando aqueles, que estavam a volta
perceberam aquela atípica presença ,
ficaram impactados, alguns disseram "Olhem, é a princesa!" "Sim, é ela, a senhorita Luara!", ficaram bastante felizes, sabiam dos momentos tristes que havia enfrentado e fazia muito tempo que ela não ia até eles,
estava crescida, radiante e sorridente,
De repente, algumas crianças foram até ela é a puxaram pelas mãos e assim continuou o festival com todos aproveitando, comendo, dando boas risadas, dançando, um momento muito especial.
Faltando poucos minutos pra hora tão aguardada, começaram a cantar a canção temática
🎶...Vamos todos celebrar está rara ocasião, chegou o Ano Lunar, nossa luz da gratidão...🎶,
Ao terminarem, apagaram todas as luzes e em poucos segundos, finalmente, a luz da Lua foi ficando
cada vez mais forte e logo um grande clarão tomou conta daquele lugar,
sentiram uma paz muito intensa,
um sentimento de conforto
e depois abraçaram uns aos outros,
naquele exato momento, Luara percebeu que já havia chegado o tempo de assumir o trono honrando os seus pais sendo a Rainha dos Noturnos.
Após o festival, passaram algumas semanas e foi feita feita a cerimônia de coroação e todos foram convidados pra aquela ocasião memorável.
Seu primeiro ato após assumir o trono, foi pedir que fosse construído um grande farol próximo do palácio
e assim foi feito, ele seria aceso todas as noites pra que todos do reino lembrassemde agradecer por cada dia que fosse desfrutado e pra alguns,
seria como uma luz de esperança, um sinal de apreço lembrando que todo fim pode ser um recomeço.
Conto de Fadas
Se ela vai crescer e procurar um príncipe para viver um "Conto de Fadas"???!!!
Eu n sei...
O q sei é que fui criada como "princesa" por um "rei" e uma "rainha" e não esperaria encontrar menos que um príncipe...
Que me tratasse com respeito, dignidade, amor...
E é isso que tento passar para os meus filhos e, principalmente, a não aceitarem migalhas...
Se a metade do mundo é de monstros e tristeza existe uma outra que é só magia e alegria... Tudo depende do ponto de vista e às vezes, da vista de um ponto... É preciso ser feliz!!!
O que é decretado por יהוה transcende o tempo e a vontade humana, pois Sua palavra é alicerce imutável; nenhum poder terrestre ou celeste ousa frustrar os desígnios daquele que é eterno e soberano.
"A vida, por vezes, turva por completo o que eu sei.
O que é mais danoso à uma existência? A arma nas mãos de um homem ou uma coroa sobre a cabeça de um tirano rei?
Desdenhar do amor por essas terras, parece-me, tornou-se lei.
Como chuva, o viver vem e turva por completo o que eu sei.
Jamais confunda a posição de um consorte, com a grandeza de um rei.
A amargura é lei.
A indiferença eu conheço, eu sei.
E então diz-me: 'Não posso amar-te, pois isso eu não sei.'.
Se não sabes, então até hoje, o que eu lhe ensinei?
Eu que pouco ou nada sei.
Ensinei.
Suas palavras são uma arma e eu da solidão, sou rei.
Sua indiferença é minha coroa, com orgulho e tristeza, a ostentei.
A vida é uma piada, que por vezes, turva por completo, o pouco que eu sei.
O que eu sei? A ti, amei.
Amo-te? Hoje, não sei..."
"Claro que errei.
O porquê não sei.
Mas errei.
Tens na memória os meus erros, mas e as vezes que acertei?
Mereço eu o julgamento pelos erros, mesmo sabendo as coisas que eu sei?
Errar é humano e humano pela eternidade serei.
Se o erro me faz mais um humano, então digo-lhes, sou mais humano que todos vocês.
Não o sou pela humanidade em si, mas sim, pelas vezes em que errei.
Sem errar fiz-me Deus e no erro fiz-me rei.
Turva-me a memória as vezes em que, no seu mar de mentiras eu mergulhei.
Suas falácias são águas de um mar revolto e nelas me afoguei.
E enquanto as inverdades afogavam-me o coração, por sua salvação eu aguardei.
Naquele momento eu sabia, que não existiria vida em seu amor, eu errei.
As vezes em que mais errei, foram as vezes em que te amei.
Errando sou humano, sem teu amor o que serei?
Um poeta, um demônio, um louco? Não sei.
Do seu amor já fui escravo, um servo, mas nunca um rei.
Na sua ausência já fui boêmio, ébrio, juiz e até réu das coisas que eu sei.
O que eu sei?
Continuo refém das vezes em que te amei.
Quanto mais for escura a noite, mais fica claro o que eu sei.
Não sei o porquê.
Mas é claro como a noite, eu errei..."
"Nosso beijo fervoroso e o corpo suado.
Nossas roupas espalhadas pela casa e suas lágrimas, se desfazendo, no chão daquele quarto.
Lágrimas de emoção, prazer, arrependimento? Não sei. O que sei? Sua indiferença, tem um gosto amargo.
Saudades, de lhe ter em meus braços.
Lembro-me, dos seus abraços.
Onde eu era Rei e escravo;
Pecador; perdoado;
Amante e odiado;
Deus e o próprio diabo;
Curador de lágrimas e motivo do pranto, derramado.
Levanto na madrugada, vislumbro o seu corpo nu e não entendo o motivo do chão encharcado.
Será o suor de nossos corpos? O prazer causado?
Ou as lágrimas, o seu pranto, derramado?"
"Deixei de precisar, no momento em que mais precisei.
Deixei de me importar, quando eu mais me importei.
Como Sócrates, quanto mais sei, nada sei.
Tornei-me seu escravo, pensando ser um rei.
Deixei de chorar, quando eu mais chorei.
Minha loucura, rouba o espaço, da minha sensatez.
Deixei de beija-la, quando eu mais beijei.
Por suas tempestades, eu velejei.
Nas suas idas e vindas, eu aguardei.
Uma vida sem ti, eu não suportei.
Você indo embora de mim, eu não superei.
Deveria ter lhe odiado, mas não odiei.
Não deveria ter te olhado, pois, me apaixonei.
Quisera eu, ter deixado de te amar, naquela tarde, onde eu mais te amei..."
As estruturas da vida do Cristão que é casa em Cristo Jesus.
Como uma casa sem estruturas estou, como que uma casa levantadas as pressas, estou de pé é assim que me sinto e estou, o que há de bom é o firmamento e a base que é o Cristo Jesus, o Rei a base sólida, o carácter inabalável e plenamente confiável, sem brechas ou sombras de dúvidas, pois a casa fundamentada em ti o Rei excelentíssimo, pode até vir ao chão, mais de ti, da tua misericórdia, não passa, da tua exatidão e firmamento é o limite, e quem confia em se firmar em ti, quando se derruba a primeira estrutura é para vim a segunda, mais forte, mais esplêndida e excelente é o levantar alicerces em honra ao meu Deus, pois não há para onde ir, a não ser para contigo Jesus amado.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
Caminho estreito e vitória em Cristo.
Em angústia fui formado, em aflição entrei neste mundo, em aperto e tormenta fui gerado, e desde agora sofro em angústia em saídas e entradas de lugares estreitos, porque a porta larga é para perdição, e o caminho estreito leva a vida eterna, é estreito o caminho que é Cristo o excelente salvador eterno, crucificado por nós, e foi trabalhoso o seu caminho, que findou em grande glória sobre o dragão, pois a morte foi tragada, e o seu sacrifício foi eterno, não há outro igual e nunca o haverá.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
OO Viajante de Deus a cidade santa.
Pelas madrugadas saio apressadamente, e cedo me ponho de pé, as madrugadas afora preparo minhas malas, para me encontrar com meu Rei, de longe me alegro a entrada da cidade Celestial, a Nova Jerusalém, de longe, trago meus pertences e os meus, para me congratular nessa maravilhosa e encantadora cidade feita sobre medida por Deus, e nesta esperança que olho, com perspectiva distorcida do que realmente será, mais uma coisa eu sei, é com grande alegria que eu e os meus tesouros encontrarão nos tabernáculos eternos para todo sempre.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O homem imperfeito diante de julgamento cordial.
Sou inteiramente rejeitavel, pela justiça divina, sou imprestável a longo prazo, e também totalmente cancerígeno ao corpo celestial, mais perante ao meu Rei piedoso, bondoso, amável, e extremamente misericordioso e justo, resolveu asentar-se a julgar minha causa, o mesmo sendo excelente em causas perdidas, resolveu me restaurar e me conceder lugar entre os santos revogando minhas transgressões cabais, e me afastou da justa condenação amarga de toda perdição, a anistia celestial veio me favorecer de todas as formas possíveis, porque a pauta foi finalizada pelo ato da Cruz de Cristo, ele mesmo sentiu todo meu pecado em suas mãos e a Resposta final do Juíz maior, o Pai Celestial foi favorável em minha causa, pois eu contratei o melhor advogado possível, o magnifico Senhor Jesus Cristo que me liberta de todos os meus pecados terríveis.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
O vexame de meu pecado terrível.
Oh Cristo Jesus, foi no momento que viraste o rosto pregado no madeiro e desfaleceste, que pagaste este pecado, tão terrível e corrupto, que não suporta até mais, tão sujo e insondável meus intentos que o Pai celestial resolveu lhe apagar bem no momento que lhe deste com meu pecado, o vexame foi a vergonha que passaste por ele, a sua nudez revelou meu pecado transgredido no oculto, ele é imperdoável, neste mundo, mais não pelo ato da Cruz, que foi magnífico, seu sangue derramado naquela cruz cobriu não só minha transgressão, mais minha própria vida e dos meus.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O amanhecer com Cristo Jesus
É no alvorecer que se sabe o que se espera de Deus, pois o que é a tristeza da noite entrando pela madrugada agora, quando Cristo Jesus o nosso Rei desenrola uma nova fase da vida...ele nos prometeu a eternidade sem a dor e sofrimento deste mundo caído, pois para onde vamos na eternidade é o amanhecer sem sofrimento, é a felicidade dos que esperam nele, pois o que há de melhor a não ser a cidade Celestial, preparada por Deus, não há dúvida que seus fundamentos são brilhantes, não há esperança maior do que a promessa do Messias, vou preparar um lugar...na qual vocês poderão estar comigo eternamente...na verdade o amanhecer com Cristo Ressuscitado é a glória, a glória vindoura do Pai eterno a Saber Deus.
Poesias Líricas ao Rei Jesus.
Nas decepções que se achegamos a Cristo com mais rigor.
Quando venho a tropeçar que minha fé não esmoreca, pois ele é Deus é o Cristo verdadeiro, que estende a mão a Pedro que saindo do barco afunda, por causa das violentqs ondas a bramejar, na verdade assim como o sol brilha ao amanhecer, assim deve ser nossa esperança ao correr aos braços do Rei celeste, a saber Jesus Cristo o ressuscitado, que seu sangue derramado no madeiro, venha nos purificar de toda má obra, pois ele é fiel e justo, ele é o advogado mais preparado pelos séculos dos séculos, sua defesa é sobrenatural, e seu argumento é infalível para os que Crêem em sua justiça, pois ele se firma na verdade e não na mentira, ele derrota o opositor só com o olhar e o acusador se retira de vergonha por nossa causa, o poder do verdadeiro argumento de Cristo está em suas mãos e seus pulsos, que contém a marca dos pregos, grandes, enferrujadoa e pontiagudos, ele nos libertou e nos libertará para todo sempre, ô aleluia.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
