Régua
Miseráveis homens que somos, quando medimos os outros com a nossa régua de santidade ou moralidade , e julgamos nossos semelhantes como se fôssemos perfeitos. E não adianta a palavra nos advertir, que Deus não vê como nós humanos, porque na nossa presunção, achamos capazes de aferir a vida alheia como que tivéssemos o poder de esquadrinhar os corações.
Meu Eclesiastes 7:2
"A percepção de uma finitude, pluraliza.
A morte é a régua que nos nivela!
O desejo de ser singular precisa gerar revolta interna. Por sermos seres finitos, precisamos buscar aquilo que é eterno."
''Percebi que estão medindo a quarda do sábado como se fosse,uma régua medindo um copo de água dentro de um Rio''
Rogamos ao Grande arquiteto
Usar a regua em todos nossos projetos
Remover os empecilhos,
Com alavanca
Limpando nossos trilhos
Aplainar nossos caminhos
Quebrar nossos espinhos
O nível na horizontalidade
O maco e o cinzel com vontade
Festejar nossos feitos qual a verticalidade do prumo;
Em linhas retas do esquadro e nos círculos do compasso;
Buscar o progresso em tudo que faco
De me sempre um rumo
Das imperfeições da Pedra Bruta;;
Persistencia forca e luta
Ter a prosperidade em nosso lar, qual a profusão dos grãos das romãs;
Contar com o mais belo brilho do sol em todas as manhas.
Rogamos ao Grande arquiteto;
Usar a régua em todos nossos projetos,
Remover os empecilhos
Com alavanca, limpando e os trilhos,
Aplainar os caminhos,
Quebrar os espinhos,
O nível na horizontalidade,
O maço e o cinzel com vontade;
Dá nos sempre um rumo
Festejar os feitos tal
Qual a verticalidade do prumo;
Em linhas retas do esquadro e nos círculos do compasso;
Buscar o progresso em tudo que faço
Das imperfeições da Pedra Bruta;;
Persistência força e luta,
Ter a prosperidade em nosso lar, qual a profusão dos grãos das romãs;
Contar com o mais belo brilho do Sol em todas as manhãs,
Agradecer a tudo que ele nos reserva no espetáculo de nossas vidas,
No tempo exaurido pela Ampulheta não esquecida,
A todos pela face da terra espalhados,
Sejamos por ele abençoados.
Ferramentas
Um deleite tão grande
Minh’alma se expande
No limite da fraqueza
Uma régua sobre a mesa
Nesse tortuoso caminho
Aferrolhado, atado e sozinho
No peito a dor de um lado
Na gôndola um esquadro
Uma agulhada amedronta
A emoção toma conta
O coração se contrai
O maço e o cinzel no mesmo lado
Ora d’ante atribulado
A angústia que sentia sai.
Não meça os outros com a sua régua, pois cada pessoa tem sua própria jornada e forma de enxergar o mundo. Se fecharmos nossos corações, podemos perder a oportunidade de conhecer pessoas sinceras e verdadeiras, que realmente valem a pena confiar. Acredite que ainda há bondade no mundo, e permita-se abrir espaço para essas conexões. A confiança é construída com tempo e compreensão.
A felicidade que trazemos para as pessoas não pode ser medida pela nossa própria régua. Mas muitas serão as réguas à medir. Pois felicidade quando transborda, chama atenção para sua origem. Isso é impagável!
Mateus 7.13-14 – A Porta Estreita e a Porta Larga.
A régua de medir da hipocrisia é, ironicamente, desmedida...
E quando as narrativas se tornam intérpretes da verdade, a mentira ganha espaço, obscurecendo a realidade e distorcendo o que de fato acontece - espaço aberto para a estrada larga do mal.
E assim... As conveniências do mundo se moldam a um emaranhado de escolhas confusas, com efeitos paralisantes, que recusam o Caminho Estreito — Jesus Cristo — para trilhar o caminho largo do pecado, que conduz à estagnação, à destruição e à separação de Deus.
Não meça a dor dos outros pela sua régua! A dor é individual e, para algumas pessoas, é mais intensa. Se a dor não for sua, não fale daquilo que você não está sentindo.
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