Regras para os Ignorantes
Liberdade
Muitos acham que ser livre, é viver conforme a sua própria vontade, sem regras, sem limites, sem medidas...
Realizando todos os seus desejos, até os mais profundos.
Depois de satisfazer as suas vontades o ser humano, percebe-se vazio, sem rumo e sem sentido, sem vida!
Verdadeiramente serás livre, quando conhecer a verdade, a verdade é libertadora e com ela vem o discernimento, o discernimento nos faz entender que não devemos satisfazer todos os nossos desejos e vontades e que muitas vezes o que não queremos fazer é o que realmente dará sentido, trará rumo e nos dará vida!
A exemplo disso é a nossa alimentação, tudo que é prazeroso e desejamos sem limites, normalmente nos faz mal...
Os bons remédios normalmente, não possuem um gosto bom.
Regras são o destino dos
que a sociedade
renegou.
Corroborar com o mundo é oferecer-se
à morte,
como quem se entrega ao náufrago
em tempestades.
Eu não vim para ser dialético, eu vim para quebrar as regras, tocando no cerne da ferida humana e atravessando-a até tocar a alma e despertá-la dessa escuridão ilusória que é o mundo em que vivemos hoje.
"A religiosidade cria regras para controlar o homem; o Evangelho cria vida para libertá-lo."
-Dr. Diogo Sena
A vida é um jogo, que deve ser jogado e não tem muitas regras e lógica, as vezes você acha que perdeu muito, mas, no final você percebe que ganhou até de mais.
"Jogue o jogo da vida com lealdade.
Mesmo quando outros quebram as regras, quem honra seus valores nunca é apenas arquibancada."
Quais as regras da vida?
Mudança, finitude, causa e efeito, interdependência?
Quais as garantias que temos? Nenhuma!
A única certeza que temos é a incerteza do tempo!
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
MULHERES E MATEMÁTICA
A matemática, muitas vezes, parece um lugar cheio de regras, números e contas difíceis. Mas quando olhamos com mais calma, percebemos que ela também tem muito de sensibilidade, de curiosidade e de persistência — coisas que muitas mulheres carregam naturalmente no seu jeito de aprender e de ver o mundo.
A matemática também tem criatividade. Às vezes, resolver uma questão é quase como montar um quebra-cabeça, encontrar um caminho que antes ninguém tinha percebido. E quando alguém finalmente entende um cálculo complicado, surge aquela pequena alegria silenciosa de pensar: “Agora eu consegui”.
As mulheres na matemática mostram justamente isso: que pensar, raciocinar e descobrir não dependem de gênero. Dependem de curiosidade, esforço e oportunidade.
No fundo, a matemática não é só sobre números. É sobre aprender a pensar, a questionar e a procurar soluções. E quando mais mulheres ocupam esse espaço, a matemática fica mais rica, mais diversa e mais humana.
Ao longo desses mares, estão aqueles que vivem de acordo com suas próprias regras. Que buscam uma vida de liberdade e aventuras. Este é o mundo de piratas.
A Língua Portuguesa não é apenas um conjunto de regras alinhadas no papel;
é ponte que liga silêncios a vozes,
é semente que floresce em consciência.
Nela, cada palavra é possibilidade,
cada leitura é descoberta,
cada escrita é um ato de coragem.
Ensinar Português é ensinar a existir com sentido,
a nomear o mundo para compreendê-lo,
e compreendê-lo para transformá-lo.
Porque quando alguém aprende a dizer sua própria história,
deixa de ser espectador
e torna-se autor do próprio destino.
Pergunta para cair na prova: Em um mundo que as exceções positivas são massacradas pelas regras, e pela prática da realidade; ainda que uma quimera, o porquê se deve lutar inspirando-se nessa questão?
Resposta: Porque enquanto estivermos vivos, devemos ter fé e lutar pelo que acreditamos.
