Reflexões sobre o amor para tentar entender o coração
As pessoas que desejam que os meses acabem logo, que as sextas cheguem logo, são as mesmas que reclamam que o tempo passa rápido demais e que os anos se foram depressa.
vc diz q me conhece mais n sabe quando estou triste, diz que me conhece mas nao sabe das minhas manias, diz que me conhece mais n sabe do que eu gosto...
nem eu me conheco entao como vc pode dizer q me conhece?
Quem deixa um pensamento influenciável o dominar,não é capaz de conhecer sua própria família que vem do amor,resultado de muitas lutas.
Quem me conhece sabe que defendo relações matrimoniais (ou não matrimoniais) entre duas ou mais pessoas. Não sou contra a monogamia, mas defendo a diversidade de relacionamentos apoiados na convivência (ou na individualidade) onde o número de parceirxs não seja limitado nem determinado por alguém. E também sabem que apesar de questionar bastante alguns firmamentos ideológicos do movimento poliamoroso, ainda assim abraço esse tipo de relação.
Tenho alguns questionamentos como o de "até que ponto o relacionamento poliamoroso se difere da monogamia?", "Algumas relações, onde convivem 3 ou mais indivíduos, possuem as mesmas regras de conduta existentes nos relacionamentos mono?", "Quem são os dito Poliamorosos? E quem defende essa bandeira?" "Será que o Poliamor realmente se comporta como um movimento de desconstrução da dominação patriarcal, e da desconstrução da família “dita constitucional”?", “Até que momento o poliamor é caracterizado uma forma de amar não convencional?”
Um dos problemas centrais dessas relações (mono, poli, etc) é a fantasia da posse da outra pessoa. A ilusão, a ideia de propriedade do outro trará sem sombra de dúvidas a limitação, sujeição e/ou restrição das pessoas que compõem determinado liame, seja ele qual for.
Não significa que só pelo fato da pessoa se encontrar num relacionamento poliamoroso ela estará “livre para viver o seu amor”. Devemos ressaltar que vivemos o “nosso” amor, não o amor do outro. Se os sentimentos que constroem a relação forem fundados em ciúme, controle, angustia, rivalidade, inveja, não será nada dissemelhante às “filiações” monogâmicas. Pois se eu me sujeitar a um relacionamento poliamoroso, onde convivo com duas (ou mais) pessoas, de modo que a ambas serão estabelecidas regras que vão regular o comportamento de tais, veremos que são preceitos que coincidem com as relações padrões, onde uma pessoa deve ser “devotx” ao outrx.
Nem sempre o Poliamor revelará “liberdade”. Existem várias definições para liberdade, mas para o termo que estou usando, ela se definirá numa perspectiva física, algo para além da dominação, e para bem além do existencialismo.
Acredito cegamente no "relacionamento livre". Amo quem eu quero amar, na hora em que eu quiser amar, no lugar em que eu quiser amar (obviamente, tudo com o consentimento de ambas as partes). Acredito que o Relacionamento Livre é sinônimo de Empoderar-se. Algo para além de preceitos morais e éticos impostos por outro(s) indivíduo(s), o(s) qual(is) delimitará minhas práticas amorosas. A única regra do amor livre é amar livremente, você é x únicx detentor(a) da sua liberdade, ou seja, da sua liberdade de amar. Ressaltando também que o espaço que é dado às pessoas que fazem parte desse ciclo amoroso é sem sombra de dúvidas sinal de amor.
Ser adepto ao relacionamento livre não indica descaso, nem indiferença pela outra parte, muito pelo contrário, é o oposto disso, o que é priorizado nessa relação é primeiramente a amizade.
Todos os tipos de relacionamentos são constituídos por pessoas, e essas carregam consigo suas particularidades. A crítica feia acima não se dirige única e exclusivamente à práticas sexuais, mas se direciona a relações pessoais e sociais. Viva o amor livre, viva livre seu amor. Desconstrua os machismos, as ditaduras, os estereótipos, as padronizações firmadas nas ligações afetivas! O amor não precisa ser limitado, nem padronizado, mas precisa ser vivido com uma vivacidade viva! É preciso despolitizar o amor, e torna-lo algo menos formal. “Devemos não somente nos defender, mas também nos afirmar, e nos afirmar não somente enquanto identidades, mas enquanto força criativa.”
Quem muito sabe se espanta. É preciso conhecer pouco e perguntar por desentendido. Ninguém suporta um sabe tudo, além do mais, saber de muito torna-se entediante às vezes, um grande nada. E ninguém quer ser um nada.
Sabe quando fiquei feliz?
No Primeiro dia que te conheci, pois percebi que você não era igual a tudo o que se vê, não era como todas.
Sabe Quando fiquei Triste?
quando percebi que você estava mudando, ficando igual a todas, não como era antes, mas sabe, eu ainda tenho esperança, mesmo que seja uma ponta num Grande Oceano.
As vezes ao te olhar, tenho a sensação de que te conheço há muito tempo! Quem sabe um dia, em outra vida já não vivemos um grande amor!
Existem dois tipos de medo: o medo de saber,e o medo de conhecer. Eu tive medo de saber quem era você,e fiquei com medo de nunca te conhecer
"Quem te disse que não eras capaz não te conhece, nem sabe de que matéria és feita(o). Aposto todas as estrelas do universo em como serás feliz."
Meu pequeno poema
Poema vou escrever
Mas primeiro precisa saber
Que tamanho não é conhecimento
Disse o ditado solto ao vento.
Poema vou recitar
E te fazer ver como é doce amar
De vidas falarei
Onde o amor se fez rei.
Poema pequeno escrevi
E sua atenção recebi
Obrigada por ler
Meu pequeno saber.
Há uma distância grande entre conhecimento e sabedoria. Conhecimento compramos nas cátedras. Sabedoria, juntamos os fragmentos da vida.
Reflexão
Pensamento... uma nuvem cheia do que já vi;
Sentimento... uma onde que invade a minha pequena praia;
Saudades... O vazio que sinto do que vi e vivi;
Reencontro... uma viagem no tempo, de volta ao passado em direção ao futuro;
Amor... a nuvem do pensamento, a onda do sentimento, o vazio da saudade, uma viagem no tempo a todo tempo...
O amor... dois em um só; Deus em nós; Eu no lugar do outro; todos juntos...
O amor tem muitas faces... pessoas... tempos... versões... e duas moradias... metade dentro do outro... outra metade em mim.
Marcelo ULisses
Estranho
Não entenderás o meu dialeto
nem compreenderás os meus costumes.
Mas ouvirei sempre as tuas canções
e todas as noites procurarás meu corpo.
Terei as carícias dos teus seios brancos.
Iremos amiúde ver o mar
Muito te beijarei
e não me amarás como estrangeiro.
... Todos nós conhecemos o ouro...mas poucos saberão a diferença entre um tipo e outro... Nosso jeito... nossos defeitos... qualidades... erros e acertos, nos transformam no que somos... Não precisamos de ninguém se arrependendo por nós... precisamos de pessoas que nos olhem com respeito... Vivemos no presente, mas não devemos viver apenas dele... que nossos olhos tomem direções futuristas... cada um é único... que se respeite nosso passado... que nada seja capaz de tirar nosso brilho...pois se em algum momento perdemos nossa Fé...já não nos restará mais nada...
Jheff Bueno...
“Aprendi da forma mais dolorosa possível que os direitos de um réu são o lema da humanidade:
“-... o que você disser poderá ser usado contra você no tribunal”
“Se e as críticas são para o crescimento, por que me sinto cada vez menor todas as vezes que lembro delas?”
“Ela se foi,
Não sei onde encontra-la,
Sempre a elogiaram,
Eu a tinha como tão comum, que
Até achava exagero.
Hoje, que ela se foi,
Percebi quão preciosa ela era,
Essa ausência me causa um vazio tão grande
Que por vezes penso em tomar do cálice supremo,
E por fim ter a solução desta grande perda.
Mas, antes disso lhe deixo um recado;
- Onde estiver, esteja melhor do que eu Alegria."
“SER HUMANO
Por quê ser humano,
Porque ser assim?
Qual a fonte de tuas ações?
De ondes espelha esse
Gesto rude e insensível?
Por ventura, só houvera em ti
Sentimentos maus e sombrios?
Até quando te estendem a mão, desconfias;
- O que quer este estranho?
Por quê ser humano?
Ao acaso está é tua natureza?
Isso é, ser humano?”
“Sol, não quero mais vê-lo,
Que minha última memória
Seja a de uma noite fria e chuvosa,
Onde amarguei a fio cada minuto.”
