Reflexões
as vezes dói tanto escutar certas coisas, porque queremos acreditar que tudo aquilo é mentira. as pessoas não vê o estrago emocional que elas fazem com palavras. só sente quem ouve e dói pra caramba. eu não me sinto bem mais com tanta frequência, a todo momento estou sendo um tipo de pessoa diferente só pra ninguém me julgar. queria ser um livro fechado daqueles que tem cadeado, queria não pensar tanto, porque meus pensamentos estão me matando lentamente, eu nem sei mais o que eu sou e em quem estou me tornando. estou sem graça. quem mais eu queria que me amassa só vê defeitos em mim e me julga o tempo todo, pode parecer besteira mas isso esta me fazendo desaparecer lentamente. já me sinto ausente. estou sumindo aos poucos. e as lagrimas já me acompanha com frequência.
Sejam vocês, não finjam ser quem não são pois um dia vocês irão acreditar no que não é real é não vai ser nada bom.
Em algum momento passei a acreditar que todos nós vivemos num mundo regido por ilusões e que o meu - o nosso - dever é descobrir quem realmente somos e encontrar nosso propósito individual. Tudo o que vivemos, as coisas boas e as ruins, tem um significado, mesmo quando não conseguimos entender imediatamente qual é. Tudo acontece para que nós possamos aprender e evoluir.
Não acreditar em algo só porque ouviu falar, é fundamental e evita decepções...
As pessoas são aquilo que fazem não aquilo que dizem, e quando escolhem na maioria das vezes esvaziam o discurso, e expressam nas suas escolhas quem realmente são.
Deus sempre tem um jeitinho de nos avisar dos milagres cotidianos usando nossa fé.
É só acreditar.
Eles existem!
Não quero acreditar no que tu me disse, sei que vou me enganar e nutrir algo que vai me ferir ainda mais num futuro próximo, será só mais um enfeite na minha estante imensa de frustrações, não se importe não, espera, tu já fez e faz isso, sempre que chamar será apenas mais um corte profundo, eu aguento a dor.
Existem dias em que prefiro acreditar que você só saiu de casa pra passar uns dias com sua mãe... Que você resolveu sair e ir naquela sua padaria favorita na esquina da rua, que você saiu pra se divertir com as colegas do serviço. Prefiro inventar um milhão de histórias pra convencer a mim mesmo que, uma hora ou outra, você vai voltar a bater na porta porque esqueceu a chave dentro da gaveta, do lado da cama...
Não tenho força dentro de mim pra simplesmente aceitar que nada disso vai acontecer outra vez. Não tenho força nenhuma pra me convencer de que tudo vai ficar bem, depois de aceitar a tragédia natural com que tudo isso aconteceu... Hoje, você não está mais aqui.
Na verdade, você se ausenta há exatos 45 dias e 22 horas, quando aquele maldito aparelho do lado da tua cama no hospital começou a fazer um barulho de que alguma coisa não estava nos conformes... E realmente não estava. Depois daqueles cinco minutos intermináveis em que os médicos tentavam te reanimar, nada mais em você fez barulho nenhum... E foi exatamente naquele momento em que eu mais senti falta dos teus resmungos matinais, do teu ranger de dentes na madrugada, do barulho dos teus dedos estralando enquanto eu tocava meu violão e você tentava acompanhar o ritmo.
Foi naquele momento em que eu percebi o quanto os teus detalhes já me faziam falta. E do quanto aquele barulho de máquina avisando que teu coração já não batia me tiraria o sono de todas as madrugadas.
Pra você ter uma noção mais ampla de tudo isso, eu não consigo mais deitar na nossa cama.
Nem tomar café da manhã na nossa mesa recém-comprada... Eu não consigo mais caminhar pelas mesmas ruas, nem levar o Sheik pra correr pelo calçadão. Eu não consigo mais dormir. Minhas idas aos neurologistas, que antes eram pra tratar da dor de cabeça com que você tanto se preocupava, hoje são em busca de receitas pra calmantes ou qualquer outra porcaria que me faça dormir durante a madrugada inteira.
E às vezes nem eles resolvem. Em algumas noites, eu acordo ouvindo tua voz pelo corredor, e pulo do sofá igual uma criança na noite de Natal quando acha que o Papai Noel foi entregar o presente... Outras noites, acordo angustiado por não te sentir perto de mim no sofá da sala, daquele jeito que você costumava se deitar: ao meu lado, com as pernas entrelaçadas nas minhas, aconchegando teu cabelo macio entre meu braço, como se eu fosse teu travesseiro e teu cobertor, ao mesmo tempo. E isso dói. Dói em cada parte do meu corpo, e muito mais dolorido que isso, dói em cada pedaço da minha alma. Saber que nada disso vai se repetir me faz ter uma vontade louca de pular do último andar do prédio mais alto da cidade, pra ir atrás de você, onde quer que você esteja.
(...)
Dia desses teus pais vieram me visitar, me chamaram pra almoçar fora... Tua mãe me pediu pra fazer a barba, teu pai me pediu pra seguir em frente... Mas eu não quero seguir, muito menos fazer a barba que você dizia ficar tão bem em mim, por me deixar com cara de homem sério.
Eu me recuso a aceitar que você se foi, e mais que isso, eu me recuso a tirar você do meu avesso... Me recuso porque a melhor parte de mim, se fez pela melhor parte de você... Ou por você inteira. Pelo teu jeito de menina, pelo jeito com que aquele vestido florido que a minha mãe fez dava certinho em você, pela cor dos teus olhos castanhos, pelo teu cabelo, pela tua franja, pelo teu sorriso desajeitado, pela tua boca com sabor de champanhe de morango. A melhor parte de mim se fez pra ser o que você precisava... Mesmo sabendo que você sempre mereceu coisa melhor, resolvi me arriscar e me fazer teu porto seguro, pra que no fim de um dia cansativo, você pudesse chegar perto e encontrar abrigo em um peito que, apesar da quantidade infinita de imperfeições, sabia exatamente o que fazer pra que você sorrisse, outra vez, aquele sorrisinho aberto de quem teve a melhor notícia do dia. (...)
Sabe amor, onde quer que você esteja, queria te pedir: cuida de mim. Não me deixa sozinho não. Eu não sei me cuidar, você entende?
Eu continuo me cortando com a gillete, continuo me esquecendo de colocar o lixo pra fora, continuo comendo miojo porque não faço ideia de como se cozinha, continuo sendo resmungão, continuo cortando meu dedo. continuo com meus projetos, continuo batendo meu pé na quina da mesinha que sua irmã nos deu de presente de casamento... Continuo precisando de você...
Hoje, mais do que nunca, o barulho da maquininha que te levou embora ecoa pelos quatro cantos da nossa casa, e eu não sei onde posso me esconder. Eu só quero teu colo pra poder chorar em paz...”
No fundo somos todos solidão que se funde com apego a fé, pois acreditar é o que nos motiva, alimenta e finda.
Conte-me belas mentiras
Mentiras que me façam acreditar que ainda me ama
Poetas não são burros
Mas acreditam fielmente
Naquilo que lhes convém.
Que em seus caminhos você possa encontrar idéias sinceras que te ajudem a acreditar que nesse mundo cheio de maldades ainda existam pessoas de bem.
Cada sonho é esperança que se renova, é fé em Deus para continuar, é acreditar que a Vontade dEle pode comungar com a nossa. E tudo dá certo no final.
A Fada Menina de Imperatriz!
Quando um sonho é possível
Em tudo podemos acreditar,
Uma menina de Imperatriz
Em Tóquio fez realizar,
Ganhou medalha de prata
Ao Brasil com sua graça
Fez o mundo balançar.
Você não acreditar em Deus, não faz nenhuma diferença pra Ele. Deus não acreditar em você, faz toda diferença pra você.
No subconsciente, por terem medo de acreditar que a mente tem desejos diferentes de se tornar o sujeito, há o desespero de se persuadir a se livrar do sujeito.
Seu passado, seu presente e seu futuro depende exclusivamente de você, se você acreditar que consegue ou que não consegue, não se preocupe, de qualquer maneira você está certo.
Um dia sentimo-nos tudo, em outros quase nada! Mas não deixes de acreditar no Deus que cuida de ti em TUDO e no NADA!
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