Reflexão sobre o Acaso
Se acaso eu não for pra lá
se por ventura a poesia
me desfiar para outro fim,
lembra-te de mim
quando chegares ao paraíso,
que eu, de onde estiver
desenharei o teu sorriso
com flores,
Minha Presunção
Na poesia e na escrita,
Se acaso eu tivesse uma meta,
Uma ambição insana,
Não seria superar Homero,
Nem Shakespeare, nem Cervantes.
São mitos e lendas,
E há sempre uma sombra de dúvida
Quanto a se existiram de fato.
Mas há um espírito,
Um poeta maior que Dante,
Que não se alcança facilmente.
Seu eco de loucura fascinante
Ecoa além dos sonhos ou delírios,
Um poeta que é a soma de todos eles.
Eu, se fosse poeta,
Ou quem sabe um louco,
Em meus devaneios,
Só almejaria uma coisa:
Escrever como um tal Fernando,
Um esquizofrênico consciente,
Que, em meio à solidão,
Se superou e deu vida a tanta gente.
Um homem que, fragmentado,
Se multiplicou em vozes e versos,
Fez de sua dor uma constelação,
E do vazio, um universo.
Se eu fosse poeta,
Ou então um sonhador perdido,
Minha presunção seria esta:
Ser digno de ser chamado
Uma sombra,
Um eco de Pessoa.
'Eu acredito nas casualidades, por um acaso você entrou na minha vida e casualmente veio pra ficar.'
—By Coelhinha
CASOS E AFAGOS
'Quando digo que acredito nos fatos, nos casos por acaso. No que foi e no que poderei ser. Nos versos, nas músicas, no compasso do meu passos. Faça sentido , seja meu desejo proibido e o tudo pode ser capaz; quando acreditamos que podemos ser muito mais fortes do que somos. Eu quero suas mãos, seu cheiro, seu defeito, me ensine a ser do seu jeito e se te interessa aprenda também o meu, mas que entre nós não exista preconceito. Que seje com nosso conceito. Quero ser teu afago, o gosto peculiar na ponta da sua língua que percorre cada milésimo do meu ser, que tem gosto e te da prazer. Quero prosseguir sem distinguir onde devo seguir. Quero o que mais me da vontade, sonhar, voar, amar, saltar; sentir sensações como tempestade; aflora meu ser e em teus braços de amor poder morrer.'
—By Coelhinha
CASOS E AFAGOS
'Quando digo que acredito nos fatos, nos casos por acaso. No que foi e no que poderei ser. Nos versos, nas músicas, no compasso dos meus passos. Faça sentido , seja meu desejo proibido e o tudo pode ser capaz; quando acreditamos que podemos ser muito mais fortes do que somos. Eu quero suas mãos, seu cheiro, seu defeito, me ensine a ser do seu jeito e se te interessa aprenda também o meu, mas que entre nós não exista preconceito. Que seje com nosso conceito. Quero ser teu afago, o gosto peculiar na ponta da sua língua que percorre cada milésimo do meu ser, que tem gosto e te da prazer. Quero prosseguir sem distinguir onde devo seguir. Quero o que mais me da vontade, sonhar, voar, amar, saltar; sentir sensações como tempestade; aflora meu ser e em teus braços de amor poder morrer.'
—By Coelhinha
"Tudo tem um porquês, NADA é por acaso. Cada folha de uma árvore que cai tem um propósito."
—By Coelhinha
O primeiro olhar é acaso,
O segundo, convite silencioso,
O terceiro... é um passo rumo ao inevitável.
O primeiro olhar é acaso, mera coincidência.
O segundo, um convite silencioso e tentador.
O terceiro... é o passo inevitável rumo ao pecado.
No declive do tempo os anos correm...
Por mero acaso, sem saber porquê...
E antes que a bruma tire o brilho de nossos olhos...
Antes que gritemos e ninguém nos escute...
Antes que minha ausência se prenda a sua pele...
Permita-me fazer-te com o pouco que oferece-me mostrar-te o muito que posso dar-te...
Não me deixe fugir com o vento...
Ou perder-me de ti em lamentos...
Quanto mais sabemos...
Parece que mais erramos...
Ninguém já soube o que é o amor...
Se o amor é aquilo que ninguém viu...
Se devagar se vai ao longe...
Devagar te quero perto...
Se pouco me dás...
Muito te ofereço...
Tenho visto muitas coisas...
Algumas bem estranhas...
Da vida pouco entendido ...
Mas és para meus sonhos...
Todos os encantos requeridos...
Selecionei para ti essa manhã...
Para dizer-te isto...
Não tenho como voar...
De asas feridas...
Dentro de mim se acanham as certezas...
Por onde vai a vida?
Sem ti...
Será tão mal gasta...
Peito aberto em mil feridas...
Que este amor não me cegue...
Sei que nada me é pertencente...
Mas a magia evoco...
Entre seus abraços...
Abandono o peso do caminho...
E em ti me aporto...
O que estava perdido...
Por fim encontro...
Sandro Paschoal Nogueira
Segredos nunca vêm à tona por acaso. Eles emergem quando o peso da verdade se torna insuportável para as sombras que a ocultam.
Segredos nunca vêm à tona por acaso. Eles emergem quando o peso da verdade se torna insuportável para as sombras que a ocultam. No silêncio das mentiras e dos disfarces, há uma tensão constante, como uma represa prestes a romper. A verdade, por sua natureza, busca a luz, e mesmo os segredos mais bem guardados não conseguem escapar do impulso de revelar-se quando o tempo é maduro. Aquilo que foi enterrado nos recônditos mais obscuros do coração ou da mente acabará, cedo ou tarde, emergindo com a força de uma onda irresistível. Não por acaso, mas porque o equilíbrio entre luz e sombra exige justiça e redenção. Quando a máscara cai, não é um acidente – é o destino da verdade a reivindicar seu espaço.
O acaso é apenas a máscara do inevitável, e os grandes mistérios da vida se revelam na sutileza das coincidências.
A prosperidade não é um acaso, é uma frequência: alinhe-se à vibração correta e o universo responde.
A praia
Descobri um lugar magnifico que encontrei por acaso, vou meditar. Os mexilhões perdidos nos vários lugares mostram-me o caminho que devo percorrer. Essas trilhas podem ter sido desenhadas pelo pincel cósmico de Deus. Cocais voam como cabelos ao vento, a areia umedecida simula silhuetas esculpidas, se há sorte, pode ser entendida aqui, se há o milagre, pode ser entendido aqui, há coisas que quando olhamos, mais nos confundem do que se explicam. Se somos totalmente racionais, esse lugar me deixa sem razão, há cascatas em todos os lugares, mas a do meu coração aqui me deixa em profusão. Quando vejo a transparecia da água sob a irradiância da luz do sol, me conformo com a beleza. Quando olho pra cima e vejo a imensidão do crepúsculo azulado, a rasgar os céu em cima da minha cabeça, percebo o quanto sou pequeno, nesse lugar, um grão, na imensidão de areia, dessa praia, é aqui que vou ficar, esse é meu lugar.
"O processo é uma violência necessária, não por acaso se chama litígio, no qual as partes defendem seus pontos de vista e devem agir de boa-fé."
