Reflexão para Pais
A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam; pais que poupam os filhos da responsabilidade não os salvam da dor — condenam-nos à humilhação de depender, por toda a vida, daquilo que deveriam ter aprendido a ser.
Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.
A decadência da educação começou quando muitos pais trocaram a autoridade pela aprovação, os princípios pelos presentes, os limites pelos privilégios e a formação pelo conforto. Desde então, deixaram de criar filhos fortes para colecionar adultos frágeis, especialistas em exigir o que nunca aprenderam a conquistar. A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam. Quem cria um filho para depender de si não perpetua o amor; perpetua a própria omissão.
Quando os pais têm mais medo de desagradar os filhos do que de fracassar como educadores, a infância vence, a maturidade perde e a família inteira paga a conta.
A decadência de uma geração começa quando os pais preferem ser amados a ser obedecidos, preferem comprar sorrisos a construir caráter, preferem poupar os filhos da dor a prepará-los para a realidade. A partir desse dia, deixam de formar seres humanos e passam a fabricar adultos cronologicamente maduros, mas moralmente inacabados. A vida não é para amaDORES que poupam; é para enfrentaDORES que educam.
Pais que educam para agradar quase sempre desagradam o futuro. Pais que educam para o futuro quase sempre desagradam o presente. A diferença entre um e outro chama-se caráter.
A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Pais que transformam o amor em superproteção não criam filhos fortes, criam adultos fracos. Cada “não” que tiveram medo de dizer tornou-se uma fraqueza que ensinaram. Cada consequência que impediram tornou-se uma responsabilidade que amputaram. Cada dificuldade que removeram tornou-se um pedaço do caráter que deixaram de construir. Educar é suportar o desconforto de formar; poupar é escolher a própria comodidade. No fim, muitos não fracassam porque amaram demais, mas porque tiveram coragem de menos.
A maior epidemia da nossa geração não é a falta de dinheiro, mas a falta de pais. Pais que terceirizaram a educação para o conforto, confundiram amor com aprovação e transformaram a culpa de não educar no excesso de dar. Nunca houve tantos filhos cercados de tudo e sustentados por tão pouco. Deram-lhes bens, mas negaram-lhes limites. Deram-lhes conforto, mas roubaram-lhes a coragem. Deram-lhes direitos, mas esconderam-lhes os deveres. O resultado é uma geração que envelhece no calendário, mas permanece criança na consciência. A vida nunca precisou de amaDORES que poupam; sempre precisou de enfrentaDORES que formam. Porque todo pai que poupa o filho da responsabilidade não está encurtando o caminho; está amputando as pernas da alma.
Pais que carregam os filhos para que nunca caiam acabam criando adultos que jamais aprendem a se levantar. Quem poupa a infância da responsabilidade condena a maturidade à dependência. A vida não recompensa poupaDORES; ela sobrevive pelos enfrentaDORES.
389🙏🌹"Pais, pais, pais... Pena não ter sido, pena não ter vivido, pena não ter sentido... Passagens que passaram, momentos que perdemos, vidas desgastadas, coisas apagadas, sentimentos esquecidos, corações feridos... Tudo então perdido. O tempo foi cruel, mas também é curador. As dores que invadiu, o tempo apaga. A intriga é passageira.
País que amam seus filhos e que amam seus pais, não deixem nunca perecer o laço divino conquistado com grandes lutas. Sentimentos de amor pretérito onde o brotar fez viver, regar sempre...
Distúrbios que a vida causou, desencontros que a vida marcou profundamente e o ódio fez morada, machucando ambos. Lute, lute, não desista... Pois o amor é mais forte, resistente, duradouro, é infinito, é divino... Esse amor nunca morre, nunca esquece. Esse amor é de Deus e a morada é o coração... 'Viva esse amor'🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.
Nunca nenhum Governo
do seu país foi responsabilizado
pelos crimes que cometeu
e nem mesmo o teu.
Da pior maneira quem
representou e você que representa
a História no Livro da Vida
a memória assim escreveu
do tempo não se perdeu
e jamais irá se perder.
Enquanto você e os seus
estendem o dedo para tentar
apagar a verdade da memória,
emerge por todos os lados: a História.
A minha poesia tira a sua poeira cretina escondida debaixo
do tapete do teu país sem honra
e sem nenhuma glória.
O quê está ocorrendo
na Usina Nuclear de Zaporizhzhia
não passa de mais uma
brincadeira alucinante
para você e para os seus,
uma irresponsabilidade lancinante.
Os poemas meus são e serão
pesadelos inapagáveis
não apenas na tua escuridão,
inabaláveis eles sacodirão.
Só sei que a sua dificuldade
de cumprir com a palavra
não é mais segredo para
quem conhece a trajetória
da sua falsidade e toda a verdade.
Sacrificadas foram
as almas do Batalhão de Azov
que você e os teus tanto
apedrejaram moralmente,
Com honra e glória serão
lembradas eternamente.
Você e os teus
não garantiram as vidas
delas conforme o combinado,
Deixo aqui neste poema esta
História para que um dia
o destino dê conta do recado;
(os quê ainda estão vivos
preserve a vida
deles como foi acordado).
Se permitir que o seu país seja
chamado de qualquer coisa,
Não poderá se queixar quando
for tratado de qualquer jeito,
Serás lembrado como nada,
Porque o quê é tarde demais
sempre tem hora marcada.
Somente com fé em Deus
tudo na vida avança
Com lealdade ao rei
e ao País o futuro alavanca.
Deixar-se iluminar e guiar
pela supremacia da Constituição
constrói a esperança
Cultivar o Estado de Direito
se colhe a confiança.
Com cortesia e moralidade,
se conquista a fortaleza,
a harmonia e a temperança.
No sutil recado da Bunga Raya
a importância de viver
em estado de Rukun Negara.
Ser leal ao Rei e ao País
como a Bunga Raya
é leal para com a própria terra,
Prestar devoção ao Rei,
ao próximo e todos unidos
sempre colocarem os motivos
diante da Rukun Negara
para que nada os distraia
de cuidar da amada casa
para que seja uma Nação
sempre por Deus abençoada.
Quando a fratura interna de um país alcança vários níveis, sempre abre a oportunidade para a guerra entrar. De forma estrutural, é preciso buscar um consenso coletivo, de que o limite de ser fazer oposição é não colocar a Nação sob perigo.
O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!
Entender a hora política de cada país é questão de clareza, até porque os processos históricos são diferentes.
Países como o nosso devem temer democratas de ocasião tanto quanto apologistas de ditaduras.
Não quero saber
onde você nasceu,
Se ama de verdade
o meu país ---
eu amo o seu.
Se vem até o meu
país em paz,
Com paz retribuirei:
Amar o meu país
é a minha Lei.
O meu país não
é seu, ele é nosso;
Trate bem dele
como não se
houvesse outro.
Porque se você
se sente brasileiro,
Para mim você
assim nasceu,
e é irmão meu.
Quem tem o privilégio de ter nascido e de viver num país completo embora desafiador, tem o dever de maneirar os comentários para não empurrar os irmãos que não nasceram com o mesmo privilégio para os braços do colonizador.
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