Reflexão de Vela

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Mãe...

Quero vê-la sempre sorrindo mãe,
esse sorriso me conforta e acalma
o meu coração., Parabéns pelo seu
aniversario e obrigado por você
existir em minha vida.

Mãe é um ser tão sublime que mesmo
sofrendo ela nos deixa vê-la sorrindo.

Mesmo que distante

Trilhar um longo percurso
Na busca da essência.
Vê-la distante, e acompanhá-la.
Assim… Querer-lhe perto

Em cada momento.
O desejo faz parte de quem
Tanto se quer, e quando
Se quer, vai na busca

Vou partir… – em sua busca,
Somente não sei qual destino tomar.
Não desistirei em momento algum.

Lá, em algum lugar a encontrarei
Para matar a minha sede
E a minha angústia.

Valter Bitencourt Júnior
Passagem: Poesias, 2017

⁠⁠Se não consegue ser uma vela no caminho de alguém, não pegue para si o título de um bom assoprador de sonhos!

Um vento forte pode apagar uma vela, mas ele servirá de alimento para o tempestuoso fogo na floresta. As provações da vida revelam qual tipo de chama somos.

O tempo mostrará
a verdade para todos
que se negarem
a vê-la.⁠

⁠ELISA...

Na imensidão dos teus olhos,
navego em todos os mares...
sou “poesia a vela”...
No teu riso, todos os “rios”...
sou toda risos... sem riscos...

Em teus bracinhos, todos os abraços e laços...
em tuas pernas, todos os meus passos...
Na sua doçura, toda a literatura se aninha...

Na tua ingenuidade, não temos idade...
Na tua inocência, toda essência...
magia... poesia...

No teu incessante faz de conta,
todas as contas e elos a desenhar e amar...

No teu coraçãozinho,
somos todos
“coração”... em oração...

Elisa, és céu
no chão das nossas vidas....
Teu pai Gregório ri no teu riso
e vive e revive no teu universo
cheio de versos...

O meu desejo para você hoje é simples: que a vela da felicidade na sua vida nunca se apague. Parabéns, meu grande amigo!

⁠GRATIDÃO!!...
A amizade virtual que temos é como a brisa, não posso vê-la, mas eu posso senti-la...
A verdadeira amizade transcende o mundo virtual, ao ponto de poder sentir o calor humano de seu abraço!.

⁠Aceito as desavenças da vida, mas me recuso a vê-la cinza!

⁠Aprendi a duras penas que: A vida é como um velho barco, o coração é a vela, mas a bússola tem que ser a razão.

⁠Quem anda com sua vela acesa, não precisa temer a escuridão

⁠Onde quer que você esteja, acenda uma vela pra mim, olhe pra Órion no céu à noite, e você vai saber.

Às vezes, me sinto exausto, como uma vela queimada ao fim de seu pavio, mas poucos conseguem compreender o peso dessa fadiga. Como Khalil Gibran, encontro-me perdido em meio a uma multidão que desconhece o turbilhão silencioso que habita minha alma. O cansaço que carrego não é meramente físico, é uma exaustão que transcende as fronteiras do corpo e permeia todos os cantos do meu ser. É uma carga invisível, uma batalha interna que escapa aos olhos distraídos dos que me cercam. É uma tristeza que me abraça sutilmente, envolvendo-me em seus braços melancólicos. Aqueles que caminham ao meu lado veem apenas a máscara que uso, a superfície que tento manter intacta, sem compreender a verdadeira extensão da minha exaustão. Como as palavras de Gibran, sou um enigma envolto em enigmas, e meu cansaço profundo é um capítulo oculto que só poucos ousam explorar. Apenas quando nos aprofundamos além das aparências, além das palavras superficiais, é que somos capazes de vislumbrar a vastidão do meu cansaço e estender uma mão compassiva. A compreensão não vem fácil para aqueles que se detêm apenas à superfície da vida, mas para aqueles dispostos a mergulhar nas profundezas da existência humana, eles encontrarão o abraço acolhedor da empatia, prontos para compartilhar a carga do cansaço que carrego.⁠

A idade se re⁠vela como um medidor de experiências vividas e não como garantia de aprendizagens vívidas.

Acender uma vela, diminuir as luzes, e criar uma atmosfera mais serena ao seu redor.

Os chineses lembram em suas máximas cheias de sabedoria, que é mais útil acender uma vela, do que queixar-se da escuridão

A Estrada

Ontem eu fui vê-la
e na estrada eu nao sabia o que dizer
Fui devagar, mas do que de costume

E ela era só minha,
não existia ninguém, nem nada
nem morto, nem vivo
nem morte, nem vida, só eu...

E na estrada eu pensava o que dizer
meu coração acho que nem batia
ao contrário do meu estômago
Que quase nao parava, só remexia

E ao ver aquela estrada
me lembrei do meu amor
que também era só minha,
Era, é, vai ser, nao sei....

Me vi no escuro sem vela na mão,
Só enxergando com o coração.
O chão rachado cortava meu pé,
No topo cheguei e fico com fé.

A ROSA, cuja beleza alegra teus olhos, ao vê-la, floresceu em Deus antes do começo do tempo."