Refém
Ao fugir por medo de amar tornei-me refém da saudade. Não queria me relacionar, já havia me acostumado a gostar sozinho.
E o coração que antes só batia, apanha.
Faça-me refém de teus carinhos.
Cale minha boca com teus beijos.
Permita que o brilho do sol
amanheça dia a dia sobre nós...
Que a lua por noites sem fim
venha, e nos banhe de prata.
Que tenhamos sempre
as estrelas à testemunhar,
nossos atos, nossos fatos,
nosso amor!!
Fazendo-nos sonhar...
...Sorrir...
...Acreditar. ..
Com a certeza que tudo
irá se eternizar...
Invadiremos somente de amor
nossos corações,
tirando medos, duvidas,
incertezas...
Demolindo e jogando fora as sobras,
a dor...
E assim viveremos ...
...Nós... A Sós...
Nossas muitas e...
Eternas
9 e 1/2 semanas de amor!!!
Você me envolve e toma meu corpo mesmo sem tocar, como a um mago, enfeitiçando e fazendo-me refém do seu olhar...
Sou escravo dos meus sonhos,
refém da imaginação.
Tenho ilusões me atirando à estaca
cravando-me uma dor...
Acordo, e me vejo em um pesadelo.
Minha mente é um inferno
que controla o meu corpo,
deixando rolar no rosto lágrimas.
Os erros me conduzem ao arrependimento,
e isso apenas me maltrata.
Retrocedo o ponteiro do relogio,
seguindo anestesiado à beira do abismo.
Meu corpo voa pela inexistência,
e a mente me faz retornar.
Sou nada, ou pouca coisa...
Desperdiçando a minha cura,
ou quem quer me curar.
Ao que consta nos autos,
a loucura já não rodeia a mente,
a mente já transpassou a loucura.
Não lido bem com a desconfiança, não sou refém, nem construí um cativeiro, não fico confortável vivendo sobre uma mira que espera um deslize para que eu seja abatido. Sou livre preservo minha privacidade e nem por isso ignoro o respeito.
Me tornei refém de ti, escravo de teus delírios, fiz-me por preso aos teus sonhos, me entreguei sem hesitar, tudo por amor, tudo por você, tudo por nós dois.
Não seja refém de suas próprias palavras impensadas e atitudes inconsequentes; tudo o que falamos e fazemos, são sementes que brotarão em nossas vidas, mais cedo ou mais tarde. Não se esqueça de que, o preço da mansidão e do silêncio, é impagável.
