Recados de Amor
Sou refém e sou bandido pelas minhas palavras poeticamente firme;
Por querer tanto o seu amor, amei mais você que a mim mesmo;
Sou lúcido ou insano no que meu coração quiser e pelas verdades dos meus sentimentos;
Eu amei tuas manhãs, eu amei os teus momentos é nas dificuldades que entendemos o amor que vivemos;
Quem luta com o coração encontra vitórias, encontra paixão e a morte é conseqüência da opção;
Pois quem não luta e espera, vive buscando uma solução estando morto, derrotado e sem razão;
É Tarde (16/08/01)
De que adianta seu amor agora
Se quando te amei você nem ligou
O quê me importa seu carinho agora
Se já é tarde para eu te amar
O quê me interessa seu sofrimento agora
Se quando eu lhe quis você nem mesmo soube dar amor
O que me leva a pensar da tristeza em seu olhar
Têm-se mais tristezas no meu
De que valem suas palavras agora
Se quando as disse você nem ouviu
De que valem seus sentimentos agora
Se os meus já se esvaíram
De que vale meu perdão agora
Se não existe mais essência para perdoar
O que me leva ter que sofrer por você agora
Se sempre sofri e você nunca percebeu
O que me vale ser cedo para você agora
Se para mim você já morreu.
Um amor visceral – porque só amei uma vez
por Diane Leite
Eu só amei uma vez.
Mas foi amor com todas as letras,
com todas as vidas,
com todos os silêncios e todos os gritos contidos no peito.
Não foi um amor comum.
Foi um amor que rasgou camadas,
que me tirou o chão — e me ensinou a voar mesmo assim.
Foi o amor que atravessou portais,
que ouviu os sussurros da alma antes mesmo que os corpos se tocassem.
Amei como quem reconhece.
Como quem encontra o lar no olhar do outro.
Como quem diz: “eu sei quem você é”,
mesmo que o mundo insista em desmentir.
Esse amor não pediu licença,
não bateu na porta:
ele arrombou os portões do meu destino.
Fez do meu ventre templo,
e do meu silêncio, altar.
Amei com o corpo, com o coração, com a mente…
mas, sobretudo, com a alma.
E talvez por isso, nunca mais tenha amado assim.
Porque quando você ama com a alma,
o resto do mundo fica pequeno demais.
Não amei por carência.
Amei por conexão.
Não amei pela presença.
Amei pela essência.
Não amei para ser amada.
Amei porque era inevitável.
E o que é visceral nunca se perde.
Ele vive além da matéria,
além do tempo,
além de qualquer ausência.
Porque quando o amor é verdadeiro,
ele não termina.
Ele se transforma em força.
Em propósito.
Em poesia que pulsa — para sempre — dentro de mim.
Com você:
Descobri um amor
Te amei de verdade
Em cada ponto da cidade
Lembrei de você
Conheci no meu corpo
O que te guardei
Senti por você
Tudo que tanto esperei
Te amo de verdade !
Eis que voltei! À cidade, que sempre amei.
A Coimbra, onde também, no passado, o amor, encontrei.
Vim à cidade, onde estudar, não o fiz,
Porque Deus, assim não o quis.
Tanto desejei, Coimbra da universidade,
Mas não fui lá estudar, em verdade.
No passado, só encontrei, lá o amor.
Mas também, logo acabou, esse de Camões ardor.
Mas voltei a ti meu amor, à universidade hospital;
Tu minha cidade, do Mondego e do Sobral.
Onde Isabel, pão aos pobres, deu sem medo…
O rei enfrentou, porque teus filhos amou.
Também, oh Coimbra! De nada, tenho medo.
Mesmo doente! Porquanto, em ti, estou!
Me entreguei.
Te amei.
E agora o que é que eu faço com esse amor que insiste em viver aqui?
Que não murcha,não seca e vive da esperança de te ver de novo?
Quisera eu te arrancar do meu peito e poder olhar sua fotos sem balbuciar um "Eu Te Amo"...
Como se você pudesse ouvir,entender e finalmente pudesse me amar assim como te amei "naquele abraço".
Assim como te amei... amei uma só vez! Dizem que cada amor é diferente... mas o amor que por ti devotei... este ninguém mais tem!
O que perdi por que amei?
Sofri muito por que gostei falando de Amor. Eu sei o tanto que amei você foi meu tudo e eu dediquei.
Diz-me agora em qual parte errei.
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
Se eu sofri? Sou um ser humano! Se eu amei? Apenas para quem merece meu amor! Se chutei pedras? Construí o muro que protege minhas emoções contra mediocridade.
Me encanta
Eu te amei...
Como se todo amor do mundo
Pudesse ser vivido de uma só vez,
E foi assim que eu te amei, intensamente...
Vivo agora olhares que se perdem
Neste vento de saudade
Que levou meu coração...
O tempo passa, o amor fica,
E a menininha que me encanta
Faz pulsar meu coração.
Edney Valentim Araújo
1994 / 1996
“Jamais imaginei que mentia a cabrocha que eu tanto amei. Você matou meu amor ao tentar me apagar da sua vida, destruiu tudo o que um dia senti por você. Isso nunca foi amor… Agora, o melhor que você faz é me esquecer.”
Por uma vida
Por uma vida te amei e não era amor platônico.
Em quantas noites fomos felizes ou em quantos entardecer vimos juntos o por do sol?
Tudo entre nós tinha base, paredes rochosas e teto bem construído.
No espelho só o teu reflexo me satisfazia a alma.
Depois do acontecido fatal você se foi, mas apenas fisicamente, tenho o teu amor no coração, tenho o teu perfume e os teus sorrisos nos sonhos e tenho sim a tua imagem no espelho batendo forte na minha alma.
Eu não reagi por amor a Gi que é tudo oque eu amei, mas eu voltarei e os derrotarei.
a minha minha revanche será como uma avalanche...
