Realmente Nao sou Perfeita nem Dona da Verdade
Amo escrever
Dessa forma falo o que bem entender
E ninguém interfere
Me sinto livre
Livre de palpites
Que vai contra a minha ignorância
Me sinto livre
Me sinto correndo
Sobre cada letra exposta na tela
Me sinto em paz em falar
Minhas besteiras
E sem ter ninguem para me falar
Que besteira é essa!
Hahahaha.....
Esse é o meu mundo
Falo o que penso
E nao sou expulso
Nao existe regras
Para ser quebradas
E nao existe palavras
Que nao devem ser faladas
Sou livre
Livre sou
Eu sou quem você acha que vê! Mas você nem se quer sabe quem sou! Afinal quem sou eu? Eu sou quem sou pra quem merece o meu eu e não para aqueles que ao me ver acha que sabe quem sou! Eu sou quem você vê e também sou o que sou.
Sobre mim? Bom, vamos lá: para mim, ‘quem se define, se limita’! O meu único limite é a minha consciência. Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. O fato é que o universo está em constante transformação e, nesse sentido, vou seguindo o fluxo.
Sim, sei quem sou. E, nada tem a ver com o que você presume, deduz ou até mesmo julga. Quem sabe seja uma questão de prisma, dos ângulos que você observa. Conheça!
"Fogo no circo vs Circo no fogo"
... Sou cavalariano indomável da filosofia como 'Pai aço' que, usando sua confiança, não coloca 'fogo em circo', pois coloco 'circo em fogo'...
Volos pro veritas
Trimegistus
"Se eu fosse uma pessoa sem amor eu adoptaria um gato ...mas porque já tenho um, sou duplamente amado."
Sou uma pilha de livros velhos, de folhas amareladas, cercado de Bíblias faltando páginas.(Walter Sasso - Autor de "Dobra Púrpura" e "Sem Denise")
Marcas que o tempo deixou
De sonhos interrompidos
Paixões mal resolvidas
Perdidas no véu do tempo
Seus olhos tiram meu sossego
O tempo não para ...Eu parei
sem tempo ...sem sonhos
me perdi lá em seus braços
Lembranças por ti esquecidas
Essa teima do meu coração
me enlouquece a cada dia
Com sua ausência apenas sou
Aquele barco ancorado no cais
Que a vida fere e balança
mais a saudade mantém no lugar
Não sei se dia é noite....
Será que a noite virou dia
O tempo vai curando...Mas...
Minha cabeça abre novas feridas
E destaca as cicatrizes
Vitima de um sonho bom
Hoje sou pedaços ...
Que eu mesma junto
Ao longo ao logo do meu caminho
A saudade ...Companheira
Da tristeza prisioneira...
Sou você quando me perco
Nas trilhas confusas do AMOR..
Sou você quando sou capaz
De contar estrelas em seu olhar
Quando adormecemos
Depois de um beijo ...
E acordamos sentindo
o calor do sol em nós ...
Sou você quando esse desejo
que nos aquece nos faz ouvir
o som do mar em nossos
corpos suados...
Sou você quando o sol se põe
E novamente nos amamos
envolvidos pela luz da lua ...
Sou você quando me abraça
E desata o meu silêncio ...
você é meu tempo ... Eu seu sol ...
Te faço acontecer... você me faz brilhar
Sou a poesia que encontro ao navegar em seu olhar...
Sou sentido ao ouvir o toque do seu coração.
Mas, sua voz ao dizer doces palavras faz perder-me em mim mesma. Perco a direção e me entrego a você, deixando me guiar, levar -me a viver os seus caminhos da vida.
Amor esse amor não é normal, pois ele me faz viver só você, me desconecto de tudo, não consigo prestar a atenção em mais nada.
Sou sempre e sempre sua...
Uma letra e o contexto de uma palavra; uma palavra e o contexto de uma frase; uma frase e o contexto de de um paragrafo ou um versículo ;um versículo e o contexto de um capitulo; um capitulo e um contexto de um livro; um livro e um contexto de uma biblioteca ou de uma bíblia.
Lanterna — Nunca Salvadora"
Nasci para ser lanterna — nunca salvadora.
Sou chama que arde, mas não queima;
sou farol solitário que corta a neblina,
mas jamais conduz a embarcação.
Lanterna que ilumina a trilha,
mas não empurra, não puxa, não arrasta.
Ofereço a luz, mas não os passos.
Aponto a direção, mas não determino o destino.
Cada ser que cruza meu caminho
é livre para mirar o horizonte ou se perder na escuridão das próprias resistências.
E eu aceito — serena, firme, inteira.
Porque sei:
quem clama por conselho, muitas vezes, deseja dividir a culpa,
fugir do peso da escolha,
diluir a responsabilidade.
Mas eu não sou abrigo nem salvação.
Sou lanterna.
Sou presença que clareia,
não promessa que alivia.
Se caírem, que aprendam com o chão.
Se voarem, que celebrem o céu.
A minha travessia é outra.
É aquela onde assumo cada pedra, cada vento contrário,
cada vitória e cada ferida.
Não me escondo atrás de ninguém.
Não transfiro culpas, não terceirizo méritos.
O que é meu, é meu.
E o que é do outro, deixo com o outro —
sem pena, sem apego, sem ilusão.
Não vim ao mundo para salvar.
Vim para iluminar.
Sou lanterna:
fogo discreto,
fagulha incessante,
sol silencioso,
estrela que nunca se apaga,
mesmo quando ninguém olha para o céu.
Quem quiser ver, verá.
Quem não quiser, que permaneça no conforto da sombra que escolheu chamar de lar.
Eu sigo —
livre,
inteira,
luminosa.
Porque a luz verdadeira nunca força:
simplesmente, é.
Autoria: Diane Leite
Eu sou o resultado de minhas escolhas, dos livros que li, e da sabedoria que extrai de cada página para moldar meu caminho.
Peixes
Sou como o vento, do campo,
Que vai aos montes cantar.
Canto uma canção, do amar!
Diante das aves aí canto!
Vou, também, dançar,
Na praia, do mar selvagem.
Canto e danço sem, parar,
Nesta longa e linda viagem.
Ó mar de sal salgado!
Tu desde, tempos, navegado.
Deixa os peixes dormir,
E a bela música, ouvir.
Até que voltem a nadar,
Nas águas de manso, mar!
