Razoes por Amar Voce
Tenho mil razões para continuar vivendo, mas a principal delas, está nas minhas Deusas que Deus me deu.
Primeiro as razões e depois as emoções...Para não ferimos o coração...E nem adoecermos as coisas sadias da nossa vida.
Já não sou uma criança, eu sei
As razões, elas já não existem mais
Corações não pensam, corações são
Ilhas de medo e desejo
E me prendem no que poderia ter sido
Laços a léguas: não te vejo aqui
Abster-se de seguir cegamente as paixões é aconselhável por diversas razões.
Primordialmente, a complexidade inerente à tarefa de priorizá-las pode resultar em uma gestão ineficiente de recursos e tempo.
Adicionalmente, é salutar considerar que as paixões tendem a evoluir e transformar-se ao longo do percurso da vida.
Por último, é imprescindível reconhecer que a afeição por uma determinada atividade não necessariamente corresponde à competência ou habilidade efetiva no seu desempenho.
"Nunca se desgaste tentando se explicar pra quem não quer ouvir às suas razões e explicações e entender. Tem certas coisas na vida que só o tempo provará."
As pessoas em sua maioria desperdiçam o tempo querendo impor as suas próprias razões, talvez com o intuito de obter o mundo ou a verdade apenas pra si, pois em seu próprio "mundo" ou "verdade" eles acham que sua razão é a que tem de prevalecer.
Use seu tempo com sabedoria. Ouça mais e observe mais, com atenção.
"Existe um abismo entre as razões do Buda no seu menosprezo da mente e as da maior parte dos modernos «gurus». Aquele tinha-a superado; estes simplesmente negam-na porque não conseguiram desenvolvê-la ou desembocaram num caminho sem saída e não se atrevem a confessá-lo a si mesmos e muito menos aos demais. Existe uma grande distância entre o rei que se faz de mendigo e o mendigo que não pode deixar de o ser; um renuncia, o outro conforma-se. No primeiro acontece um acto de vontade, no segundo de derrota."
Que possamos todos os dias,
Encontrar razões para agradecer.
E assim, encher nosso mundo de luz,
E fazer dele um lugar melhor pra viver.
Não me peçam razões por meus ais profundos,
Porque em minha alma tudo é turbulência,
Sem ter medo dos riscos nem dos rudes,
Porque eu sigo um caminho de intensa vertigem.
Não peçam por que cantamos as paixões,
As dores em nossas vidas tão intensas,
Cantamos para que não as sufoquemos,
E para que as floresçamos em nossas mentes.
Por que razão cantamos tão intensamente?
Porque a voz que carregamos no peito
É um grito que faz romper as algemas,
E nos torna seres livres do preconceito.
Não me peçam razões para eu seguir,
O caminho que escolhi pra mim,
Pois é o meu coração que guia meus passos,
E minha alma que me leva além do fim.
E assim, sem explicação ou razão,
Sigo meu caminho, sem temer a solidão,
Pois sei que cada passo meu,
Me trará mais perto de minha própria evolução.
Aprendi tanto que a certezas se tornaram dúvidas. E ainda que eu saiba o caminho, tenho razões para me perder.
As razões da primitiva prática dos Selvagens ainda são um mistério. Mas sabemos que a monogamia é uma importante tradição que permite aos Selvagens combinarem os valores base da cultura deles: possessão, competição, ciúmes e conflito.
O Tempo precisa passar
O Tempo precisa passar, por diversas razões que vão além da sustentação, desenvolvimento, envelhecimento do corpo e seus órgãos, da renovação da civilização, bem como da materialização das necessidades que pautam a nossa sobrevivência, no planeta
O Tempo precisa passar, pra gente entender o que verdadeiramente fazemos e/ou fizemos com o nosso tempo, no decorrer da vida.
O Tempo precisa passar, pra gente
conseguir alcançar o estágio de infinitude, por mais que esta realidade não seja uma possibilidade concreta no entendimento de muitos de nós.
O Tempo precisa passar, para que, enfim, o nosso espírito faça sentido e entre em total sintonia com o nosso processo de aprendizado a fim de podermos pleitear a paz plena. Pois este processo é o nosso passaporte para tal conquista, durante as nossas idas e vindas chamadas reencarnações.
O Tempo precisa passar para que possamos permanecer vivos e sãos diante das descobertas frequentes de que não nos encaixamos no entendimento de vida daqueles que ainda nada viveram, contudo acham que entendem tudo da vida e tentam nos limitar aos seus ainda frágeis entendimentos, considerando o contexto do passar do Tempo.
O Tempo precisa passar, para que possamos entender o que os mais velhos entenderam, no decorrer do seu tempo de vida. E na ânsia de nos preservar eles tornam-se, muitas vezes, na nossa visão, pessoas sem noção, ignorantes e desatualizadas diante dos nossos conceitos mais modernos, mais convenientes e mais impactantes socialmente, no processo intelectoemocional.
O Tempo precisa passar, não só para nos fazer refletir, e por vezes fazer nos arrependermos, nos culparmos das nossas falhas, omissões, desconhecimentos, fragilidades, alienação, excessos ou qualquer outro comportamento que possa ser rotulado de negativo, mas, sim, para nos mantermos em atividade espiritual. A única finalidade de termos sido trazidos à vida humana.
O Tempo precisa passar, para que em sua companhia tenhamos a oportunidade de reconhecer que não somos, e jamais seremos, perfeitos, mas somos, potencialmente, capazes de nos tornarmos um valioso passageiro aprendiz desta aeronave telúrica que, inevitavelmente, nos transporta para experiências fantásticas e necessárias cuja a finalidade do movimento é a lapidação da nossa essência, e cujo o objetivo maior é fazer com que possamos desfrutar da limpidez cósmica, que é de onde viemos e para onde voltaremos tantas quantas forem as vezes que se fizerem necessárias. Pois o objetivo deste transitar é, unicamente, nos fazer fluir na evolução até que possamos descansar vitoriosos ao redor dos melhores espíritos. É quando nos tornarmos mestres espirituais habilitados a dar suporte aos iniciantes, estes já sem a insistência nas suas críticas descomprometidas com a sensibilidade, enquanto atuam em estágios anteriores aos nossos, estarearemos próximo ao ápice do objetivoda vida corpórea.
O Tempo precisa passar, para que possamos descobrir que o tempo de hoje não passa de uma partícula do grande Tempo que nos aguarda para nos estacionar, nos acomodar no jardim divino onde todos que venceram as etapas do Tempo telúrico irão se reunir para uma confraternização. Neste encontro, não haverá Tempo definido para terminar.
Teremos todo o tempo do mundo para vivermos juntos, enfim libertos, em completa harmonia e sem qualquer vestígio de dúvidas sobre as razoes de termos transitado, na Terra, por caminhos os quais, hoje, achamos injustos e que não deveríamos ter trilhados. Tudo está escrito. Tudo se fez necessário para que possamos concluir a missão aceita antes mesmo de habitamos o ventre materno.
Por mais difícil que seja, inclusive para àqueles que estão em sintonia com as forças divinas, porém dispersos do mistério cósmico, acreditar, ou entender, sem uma ilustração comprovativa tudo acontece como deve acontecer.
Tudo é lição para a próxima série a ser experimentada pelo espírito.
Nada de culpas na maturidade, especialmente. Apenas dedique-se a aprender, sob uma frequente reflexão sem a autopunição, a melhorar naquilo que tu consideras não teres sido um bom aluno.
A carteira da escola da vida cósmica estará a sua espera, na próxima série.
Se em tudo que fizestes tu não tiveres empregado o mal/o dano de maneira consciente, propósital já fostes um excelente aluno. Então, sigas apenas cuidando para melhorares em alguns detalhes fundamentais.
Deixe o Tempo passar. Passe com Ele.
No universo, não existe colo eterno para a estagnação. Ou tu passas. Ou tu passas.
Do jeito que der, o Tempo atua. E, acredite, para o nosso bem, Ele não recua.
O Tempo não espera a gente crescer, nem espera a gente aprender a caminhar. Ele simplesmente passa, sem olhar para o que de si ficou para trás.
Ser monarquista tornou-se, entre nós, não uma opção fundada em razões políticas mas a forma que travestiu o reacionarismo mais empedernido...O que importa, para eles, é a maneira de expressar o descontentamento, a profunda insatisfação com os traços de democracia que surgem entre nós...Para essa mentalidade, que tem raízes coloniais, a atividade política, e particularmente a representação, deveria ser privativa das elites"
A REPÚBLICA, pág. 10
O medo mais imbecil é o da morte por duas razões: A primeira é porque teremos de enfrentá-la, a segunda é porque ela se apresenta como amiga para nos libertar do corpo sofredor. O desafio é fazê-la derrotada pela esperança da Vida Eterna pela Fé em Cristo Jesus.
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