Os embriagados por ilusões são contadores de lágrimas!
Abandone o peso do passado, aventure-se à leveza do futuro!
Pudica é vírgula entre versos - não prova dos frutos e não aparenta contragosto.
Os olhos são portas, ora abertas, ora fechadas.
Verdades são tão inofensivas quanto facadas!
Renegai as palavras ditas por abstenção de culpa!
Humildemente devo admitir, o ser humano foi o pior dos erros.
As faces humanas, o bem sem ver à quem, o mal sem haver igual.
Reciprocidade foi-se em cortejo e, já não há nada de humano no ser!
Não há nada revelador no silêncio!
Falsidade pouca é clichê!
A alma não une-se ao superficial!
Insobriedade é o paradoxo das verdades nunca ditas.
Um bom coração vale mais que mil anos de beleza imutável.
O desamor é platônico sinônimo do descaso.
Entregar-se de corpo e alma, intragável desilusão.
Não há inimigos nos amores platônicos!
O desamor que cá nos rodeia, não vos fará conquistar...
Passional desesperança Sentimento ardente Nos lábios dormentes Embebidos em benquerança.
Apaixonam-me almas, não corpos, tampouco gêneros. Excluam-me da banalidade dos rótulos!
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.