Radical
' Radicalmente tento ter meu bom senso mediante a sinceridade que recebo.
A aproximidade só é permitida quando demonstra,
que o carinho que me tens é incondicionalmente relativo,
ao fato de sentir minha ausência mesmo quando estou por perto.'
—By Coelhinha
Ela é uma contradição, você sabe, sempre foi, lutava contra sua mania de radicalizar tudo (e que mania chata) não tinha papas na língua, abria a boca e despejava sua opinião para quem quisesse ouvir, mesmo sabendo que haveria controvérsias, inconsequente diziam, sai fazendo as coisas a qualquer hora sem pensar, não penso ela respondia, quem muito pensa pouco faz.
Eu sou o fundamentalista mais democrático do universo, pois meu radicalismo é tolerante e meu confronto é pacífico!
Quando a razão e a emoçao não se entendem, é hora de ser radical para uma das metades. Foram muitas decisões com a emoção, mas essa, por auto-defesa, será com a razão. Minha outra metade chora.
É preciso parar de se iludir ,a vida não é um conto de fadas .Mas também não precisa ser tão radical,pois ela não é nenhum filme de terror . Encare como um filme de drama , que tem seus altos e baixos , onde você pode viver alegrias, derramar lagrimas e no final tudo isso ainda terá valido a pena.
A mudança radical muitas vezes se faz necessaria, para que assim percebamos o quao bom aquela pessoa era.
É que a mente tropeça, mas não sente,
ela é racional, às vezes radical.
Age e reage, ela é a tal.
Sempre em frente, firmemente
Não se deixa enganar.
Em tempo e fora de tempo,prontamente a analisar.
Ela é razão, deixa a emoção por conta do coração.
Ah, o coração!
Esse sim é sonhador.
Como o canto de um cantor, vive as notas de um amor.
Melodias, fantasias!
Nada tem, mas tudo cria.
Ele é choro, é alegria.
São opostos em busca do equilíbrio, mas será mesmo possível?
Razão controla a emoção,
Coração humaniza a razão.
Seguem juntos lado a lado, sempre bons aliados.
Em busca desse ciclo descompassado denominado VIDA.
Deste mal eu já falei e disse; nem todo radical é burro, mas radicalismo é burrice, que idolatra e o tiro sai pela culatra. Atira a esmo, errando a mira, acertando ele mesmo.
A mídia apresenta o relativismo radical como sendo a vontade da maioria dos indígenas e mostra os brancos como vilões que impõem mudanças não desejadas pela comunidade. Ela apresenta um discurso persuasivo e ingênuo sobre a preservação da cultura indígena e “pureza cultural”. Com isso, é consequentemente aceito e reproduzido pelos receptores menos pluralizados (a massa) pois acreditam sem reservas na veracidade dos fatos sem questionamento. Isto acontece porque o infanticídio é um assunto polêmico, portanto evitado nas tribos indígenas, onde a maioria dos membros das comunidades que sofrem a dor do infanticídio, se recusam a falar sobre o assunto pois isso pode render-lhes penalidades impostas pela própria cultura.
Me permito ser radical apenas no meu enfático repúdio ao radicalismo como forma de vida em sociedade.
Desejar expor a verdade a qualquer pessoa contaminada pelo radicalismo ideológico é equivalente a lecionar trigonometria a pacientes lobotomizados.
Sua vida social mudará radicalmente a partir do momento em que você começar a prestar atenção, não nas palavras, mas nas atitudes das pessoas.
O radicalismo ideológico torna as pessoas muito chatas! Até uma simples mensagem de ânimo que enviamos para elas retornam em formato de bandeira política quase sempre acompanhada de um link através do qual nos "sugerem" o acesso à fonte de todas as suas verdades.
O problema do radicalismo é que seus defensores encaram suas "verdades" como a única alternativa possível. Acreditam-se tão superiores para ver o que a maioria não consegue enxergar que se distanciam da mais óbvia das realidades: a importância da diversidade para a coerência nas escolhas.
A idade nos traz o entendimento de que não cabe mais radicalizar no que quer que seja, mesmo quando o convívio com o absurdo nos subtrai a esperança no mundo e o extremismo das soluções defendidas nos produz revolta ou, no mínimo, perplexidade.
Ao professor se deve ao mínimo o superestimo.
O radicalismo é insano, egoísta? A violência endurece a racionalidade, pula etapa, cerceia a razão, corrompe valores morais e fere a dignidade. Houve época que o professor(a) era mais respeitado, mais digno e honrado, todos tinham como referência o Professor(a).
As forças palacianas deveriam servir com a finalidade de garantir os frutos desses sacrifícios e benefícios para a classe. O Professor(a) já tido como referência, padrão de estética da sociedade, tem sido visto como vilão, de demérito feito, representado pelo radicalismo sindical. São lutas travadas que provocam conquistas e deturpações da mais digna e respeitosa imagem social.
Salvem-se! Salve o professor(a) daquilo que possa parecer radical, insano, esquizofrênico! Almeja-se uma representação educativa para a classe, tão mediadora de conflito assim como o professor mediador de conhecimentos. A luta diária torna-se um conflito de interesses entre representante, representado e poder. Perdem-se diariamente os valores humanistas das conquistas.
“Ao professor se deve ao mínimo o superestimo”, como reconhecimento parcial da batalha cotidiana. Não esquecendo de que lutam contra os efeitos causados pela incompreensão de um ou outro dirigente. Aos professores se devem a empatia, carisma pela contribuição mediadora do conhecimento.
Amauri Valim.
