Racionalidade
Nossas crises antes de mais nada são ética, moral e civilizatória.
Quando analisamos com um pouco mais de profundidade, nos deparamos com a triste realidade.
Não é uma questão ideológica e sim de lógica racional.
Nada é plenamente real, tudo é completamente do imaginário existencial, exprimindo nossas inesgotáveis emoções por meio de uma racionalidade peculiar
O comunismo é uma evolução do socialismo, nenhum desses países que se denominam comunistas o fazem, sendo ainda SOCIALISTAS.
O inferno é temido pelos crédulos e religiosos, devido suas capacidades limitada de usar o intelecto, usando uma viseira como uma bússola que aponta um mesmo norte. Portanto eles só pensam que existe e nada mais.
Como crianças que são estimuladas a terem um espectativas na vinda de um salvador que ira trazer o arrebatamento para o céu, são os adultos esperando a vinda do papai Nóia e o natal chegar.
Na maioria das vezes sentimentos não se contrapõem com argumentos, mas somente com outros sentimentos.
Menos Bíblia e mais Biblioteca, se verdadeiramente ,almejar a libertação que o conhecimento favorece...
Sinto uma tentação inexplicável,
és uma mulher irresistível,
se fosse possível, deixaríamos,
por alguns minutos
a racionalidade de lado
pra saciarmos as nossas vontades
e aguçarmos os nossos sentidos
numa troca de carícias
e beijos molhados,
nossos corpos aquecidos
por prazeres inflamados.
Expressividade charmosa, olhar carinhoso, reduzindo uma calorosa essencialidade, um destaque no teu rosto, cuja delicadeza é formosa, somado aos teus cachos, belos e grandiosos, são alguns dos teus encantos mais notáveis, considerando que és uma arte complexa, sentidos e detalhes, uma existência emocionante, amor veemente e sensato em cada parte, um livro de romance atipicamente na racionalidade.
Clima quente, mulher que consegue elevar a temperatura, representas um romance de verão, doçura que aquece, brisa passageira, mas que deixa tantas marcas na mente que em pensamentos se faz eterna, uma presença frequente, uma emoção intensa que naturalmente faz arrepiar a pele, cachos graciosos, um sol reluzente no teu sorriso, fogo ardente nos teus olhos, um olhar atrevido, lábios delicados, companhia oportuna para momentos calorosos, sentimentos impulsivos, beijos demorados, uma troca inesquecível de afetos, desejo correspondido cada vez mais sedento, páginas vívidas de um livro de dois espíritos libertos.
Penso vivamente que não é de se estranhar que muitas vezes também apareças nos meus sonhos, sempre encantadora, cabelos soltos, uma desenvoltura graciosa, riso frouxo, calorosa essencialidade, atitudes e emoções, partilhamos tardes ensolaradas em lugares incríveis, admiramos as estrelas, a grandiosidade da lua, transformamos um quarto em um paraíso, as noites são felizmente prolongadas, vislumbres aprazíveis do que ainda poderemos viver juntos, pode até parecer loucura, entretanto, talvez seja um sinal legítimo de lucidez da nossa sanidade, a rica conexão dos nossos caminhos, a qual possui muita profundidade.
A tua impulsividade momentânea permite que a minha racionalidade seja emocionante, assim, posso sonhar de olhos abertos, em contrapartida, o meu entendimento racional mesmo falho torna o nosso entrosamento verdadeiro, propiciando uma euforia nada superficial, portanto, um somatório vantajoso para ambos, comprovando que pensar no futuro não quer dizer menosprezar o tempo atual, vivendo de um jeito monótono e nem que viver o agora significa ignorar totalmente as coisas vindouras, portanto, sonho e realidade se completam, histórias que reúnem o sentir profundo com o agir consciente, assim que o porvir atualmente começa.
O fim da noite se aproxima, em breve, determinados pensamentos ficarão mais à vontade, adoram o silêncio, o momento deles de grande expressividade entre a racionalidade e os sentimentos, a frieza e a fogosidade numa busca incansável por equilíbrio, a bênção da sobriedade, tudo isso acontecendo na minha mente, um mar agitado de muita profundidade, diálogos persistentes de calmarias e tempestades,
cenas recorrentes, fantasia e realidade.
Trazes um fervor no olhar que é tão nítido que posso considerar ser o reflexo de um espírito emocionado, profundamente vivo entre risos e choros de um jeito profusamente expressivo com um sentir forte e sincero, assim, nem tudo preciso ser dito por terem os teus olhos um claro dialeto mesmo sendo uma pequena amostra de como estás por dentro.
A emoção contundente deixa em evidência a sinceridade de um coração, permitindo uma transparência nos sentimentos, dando aos pensamentos inquietos libertação para saírem da mente, nem sempre será oportuna, é difícil encontrar uma ocasião conveniente, mas contê-la por muito tempo pode gerar destruição, portanto, a razão também precisa estar presente.
Talvez, seja pedir muito que dois prismas tão diferentes andem constantemente juntos, entretanto, vejo como um equilíbrio ideal que mesmo que seja difícil, precisa ser continuamente alcançado, pois existe racionalidade em amar a si, portanto, um laço entre o sentir e o racional que se o Senhor permitir pode ser real.
Mente fragmentada…
A mente que se recusa a reconhecer o outro como sujeito pleno de existência, que tudo reduz à extensão de si mesma, opera em um vazio relacional que desregula e fragmenta o ambiente ao seu redor. Essa estrutura psíquica, profundamente imatura, é marcada por uma fixação infantil no centro do próprio universo, como se o mundo fosse um espelho a refletir incessantemente suas demandas, desejos e fragilidades. Não há, nesse espaço interno, uma verdadeira alteridade; há apenas ecos de um vazio profundo, preenchido pela constante necessidade de validação externa.
A terapia, ao se deparar com esse funcionamento, frequentemente vê-se diante de um enigma: como dialogar com alguém cuja capacidade de estabelecer uma relação genuína é severamente comprometida? O erro comum é tratá-los como adultos, como sujeitos capazes de introspecção madura ou de firmar pactos terapêuticos baseados em metas compartilhadas. Isso é ilusório. O que se enfrenta, na verdade, é uma dinâmica emocional estagnada em uma idade mental muito precoce, onde a raiva, a frustração e a incapacidade de lidar com limites predominam.
As reações das pessoas ao redor tornam-se, então, o principal instrumento de observação. Esse funcionamento psíquico desregula os outros porque demanda, incessantemente, que tudo orbite ao seu redor. O caos criado não é acidental; é parte intrínseca da dinâmica. A terapeuta, ao tentar impor racionalidade ou estabelecer estratégias adultas de diálogo, não apenas falha, mas se torna vítima dessa desregulação, entrando no jogo confuso de manipulação e frustração.
O caminho, então, não está em alianças ou acordos, mas em uma abordagem que reconheça a infantilidade emocional presente. É necessário recorrer às ferramentas da psicologia infantil e das terapias de trauma. Tratar essa mente como se fosse uma criança de três anos não é uma metáfora depreciativa, mas uma estratégia realista. A explosão de raiva, o rompimento abrupto, o desprezo pelas regras de interação madura — tudo isso são expressões de uma psique que opera em um registro de sobrevivência primitivo, onde não há espaço para a verdadeira reciprocidade.
Portanto, insistir em abordagens convencionais, baseadas em diálogos racionais e estruturados, é não apenas infrutífero, mas também ridículo. É preciso reconhecer que o terreno onde se pisa é o de uma mente fragmentada, incapaz de sustentar os pilares da comunicação adulta. A terapia, nesse contexto, não deve buscar acordos, mas sim trabalhar com paciência, limites claros e, acima de tudo, a compreensão de que está lidando com feridas profundas que ainda não cicatrizaram. É um campo de batalha onde a maturidade do profissional é testada a cada momento, diante de uma estrutura psíquica que, para se proteger, não hesita em destruir tudo ao seu redor.
Olhe para a terra e veja com cuidado, se semear poucas sementes o que colherá quando a lavora estiver no ponto?
O inferno está vazio e seus habitantes estão vivendo entre nós. E ele sempre foi aqui, e o diabo são os outros com seus demônios interiores, fazendo a demonização das vidas dos contrários, por não terem as mesmas vidas.
Portanto, não foram os hipotéticos deus ou demônios que fizeram seja lá quais MERDAS fizeram também, mas sim eles com infantilidades e o medo de assumirem suas fraquezas e derrotismo.
Estando sem suas máscaras de falsos fingidores hipócritas, que se fizeram ou foram feitos, para assim pensarem ou estarem em maioria, ou por assim quererem, porque também quiseram fazer.
