Quero ele
Pontuação da vida
Ninguém há de negar
Só o homem de sua vida pode cuidar
E só ele também há de pontuar
Botar uma vígula onde tem de colocar
Pontuar da maneira que quiser
Mas cuidado
Uma vígula mal colocada
E tudo desaba
Nínguem que alcançar
O ponto fatal
O ponto final
Mas não tem como evitar
Todos vamos chgar lá
Por entre pontos, vírgulas
Exclamações e interrogações
Vou vivendo minha vida
Até que ela chegue
A pontuação que determina o fim de tudo
O ponto final.
O homem busca compreender o universo que é imenso, mas ainda nao compreende ele próprio que sendo pequeno comparado ao universo, torna-se imenso pela sua falta de auto-conhecimento
Deus nos deu a Vida para fazer valer a pena. Ele conhece nossos sonhos e planos e nos abençoa a medida que nos aproximamos Dele e deixamos que Ele guie nossos passos.
Quando você tira o ser de um homem... ele torna-se nada. Eis por que um homem precisa realizar; porque precisa negar esta nulidade. Ao passo que a mulher não precisa realizar a fim de existir - ela precisa realizar para ser valorizada.
[texto completo em http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/homememulher/index.html]
Gosto de olhar o mar
ele leva e trás saudade
que percorre e invade o meu silêncio
Te procuro nos folhetins
Nas noites com seu tapete estrelado
A aurora que vem trazendo consigo
sempre um constante começo
Lava a alma dos sonhadores
com banho de alegria
que se renasce a cada sorriso
Busca na essência de um coração
a sua singeleza, delicadeza
que só o amor pode cultivar.
Com sutileza, com saudade, um reencontro. Para ele foi estranho revê-la depois de tantos desencontros, ora bolas, eles já não eram mais o que deveriam ser.
Uma ideia louca, ele não pensou duas vezes, ligou, e disse ‘desce, tou chegando por aí em 5 minutos’, escutou uma pausa do outro lado e um ‘ta bom’, e pronto, isso foi o suficiente. Acelerou o carro, cheio de ideias na cabeça, ideias nem boas nem ruins, ideias que não passavam de loucura, até certo modo.
Daniel sorriu quando passou pelo segundo semaforo amarelo pensando ‘nossa estou realmente apressado, ok vou diminuir, não posso dar tanta moral’ e foi indo mais devagar, não que ele estivesse menos ansioso.
Isabel se olhou no espelho rapidamente e deu de ombros se encaminhando pra porta da frente ‘não Isabel, você não vai se arrumar nem se perfumar pra ele’.
Acontece que nenhum dos dois queria dar o braço a torcer, estavam afastados, e nem sabiam o porque, ela tinha relatado isso em uma das noites anteriores, dizendo que ‘parece que você não faz mais questão de mim’, enquanto ele sempre mudava de assunto de uma forma tenaz.
Quando ele chegou na portaria, não precisou nem pedir para o porteiro chamá-la, já estava ali sorridente. Um abraço de mais de cinco segundos, onde o tempo parou, para os dois, e para o mundo. Troca de sorrisos, e comentários afiados.
-Sabe o que eu tava pensando esses dias? Uma viagem minha… – ela ergueu a sobrancelha como se pedisse para ele continuar – nossos nomes terminam com ‘el’, o meu começa com D, que é a terceira consoante do alfabeto, o teu com I, que é a terceira vogal, ambos tem seis letras…
-Que viagem doida hein?
-É eu sei, e ainda somos ambos de Escorpião, tu nascesse no dia 04 e eu dia 09, sendo que D é a 4ª letra do alfabeto e I é a 9ª… Sem contar os sobrenomes… Gosto dessas viagens, numerologia… É bizarro, mas é legal… – ele parou de falar olhou pra ela, e os dois cairam na gargalhada, era sempre assim.
Conversinhas bestas, relatos de casinhos ao acaso para provocar ciumes, e ele com sutileza, e grande destreza, aos poucos ia ganhando terreno, sem nem saber pra quê, só gostava de vê-la corada.
-Você confia em mim?
-Claro que confio.
E ela deixou ele beijar sua testa dizendo ‘beijo na testa quer dizer respeito’, deixou-o tocar seu nariz com os lábios enunciando ‘aqui quer dizer carinho’, em seguida nas bochechas ‘aqui é amizade’, uma pausa no queixo ‘aqui é que te quero’, e por ultimo parou seus lábios a poucos centimetros dos dela falando ‘e aqui é que te amo, mas não vou fazer isso’.
Os dois cairam na gargalhada, ela corada deu de ombros, e ele riu mais ainda.
-Como se eu fosse te beijar.
-Ah, mas tu ia. – ele falou com toda a certeza do mundo, como sempre fazia.
-Puft. Ia demais.
-É assim sempre, o homem tem que andar 90%, a mulher os outros 10.
-Como assim?
-’Hitch, o conselheiro amoroso’ nunca assistiu?
-Assisti, faz um tempão! Não lembro de mais nada.
-Bem ele diz que o homem avança 90% e depois a mulher avança os outros 10, não é bem assim, antes que o homem chegue aos 90, a mulher ja começou a avançar os 10, porque ninguem espera um beijo parado não é?
-Hmm.
-Besta – e ele deu um peteleco na sua testa.
Mais um pouco de conversas de provocações e ciumes, e ele anunciou sua partida, nem deveria estar ali, estava no seu horário de almoço, e ia ter que comer um espetinho as pressas para que sua chefe não pedisse que ele fizesse hora extra.
-Antes disso, vem cá…
-Sai Dan! – ela tentou se desvencilhar dele, mas aos poucos deixava ele chegar mais perto. – você ta vendo que é você que tá avançando os 100% né?
-Eu não me importo com você… – e ele roubou uma mordida dos seus lábios, ela não reagiu, era a única forma de impedi-lo, ela já sabia disso, por experiencias anteriores. – tem certeza então? – ele disse sorrindo.
-Tenho – ela se levantou quando ele afrouxou o aperto – vem eu te levo lá na saída.
-Hmm – ele foi calado até que chegaram na escada entre o mezanino e a portaria, colocou dois dedos no abdomen dela, parando-a de frente pra ele, e a tomou nos braços.
-Daniel, não.
-Porque não?
-Nunca dá certo isso.
-Pra mim sempre dá certo. – e ele mordeu seus lábios, mordeu como só ele sabia fazer.
-Nããão… – ela ofegou em meio aos beijos dela, e não resistiu mais, deixou-o fazer o que queria, pois era o que ela tambem queria.
Os dois aprofundaram o beijo, e, de repente, pararam.
-Satisfeito?
-Muito. – ele sorriu e desceu as escadas calmamente.
-Não deviamos fazer isso…
-Mas nós fazemos, é o que somos. – ele pausou, deu um grande abraço nela, e sussurrou em seu ouvido – eu te amo.
-Tambem te amo – ela falou intensificando o abraço, e sem querer, acabou deixando-o ir.
Quando o porteiro abriu o portão pra ele sair, ela disse.
-Vai, e vê se coloca juízo na tua cabeça!
Ele pausou, olhou-a de lado de um sorriso e virou para frente falando, para que ela não visse o sorriso largo que se estendia em seu rosto.
-Ela já tem, quem não tem, é meu coração!
E levantou a mão num aceno de despedida, abrindo o carro com o alarme. Eles eram assim, nada muito simples, nem muito complicado, só se amavam, sem precisarem monopolizar um ao outro.
E lá ia ele, sem prestar no caminho atenção
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões
Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas
E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma
Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem
Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida
Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente
E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia
Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte
É bom deixar claro esse aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Às vezes ele é vendido,
Na verdade quase sempre é vendido...
Porque vendido?
Porque as pessoas sem alegria têm vivido.
E porque será que continuar esbanjando nos meu lábios,
Um sorriso que nem o maior dos sábios,
Ousou a sustentar?
Porque simplesmente continuo a sonhar.
COntinuo a almejar,
Continuo a viver,
Continuo a sem ter o que fazer...
As complicações não param de aparecer...
E eu continuo a tentar resolver,
Ou simplesmente deixo-as se acumular,
Dou férias pra minha mente,
E sigo em frente,
Como se meu passado nunca fosse existente.
Por isso repito o aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Mas se existe um preço justo para o meu,
Acho que por cinco centavos ele seria teu,
Afinal a maioria deles esborram falsidade,
Não que eu faça por maldade,
É que me acostumei a sorrir por qualquer banalidade.
Meu sorriso quase sempre não vale nada,
E por isso mesmo que minha alma é apaixonada,
Por sorriso cheios de sinceridade,
É ali que encontro minha tranquiladade,
Não tem como, sou apaixonado por sorrisos,
São eles o que eu sempre viso.
Pode ser timido ou amostrado,
Desde que venha de seu coração,
Pode ter certeza que vai chamar minha atenção,
E vou querer ele ao meu lado.
Sabe qual era minha meta?
Mudar meu coração de poeta,
Mas ele não muda jamais,
Vai ser sempre como é agora,
Tolo, fraco e incapaz.
Eu me machuco por sua causa,
Mas meu amor não vai embora,
Cada vez mais e mais, sem pausa
Ele insiste em retornar a toda hora
Os meus dias brilhantes,
E até mesmo as noites geladas,
Vão ser docemente esquentadas,
Pwlo seu sorriso contagiante.
A experiência que ganhei,
Depois de tudo que já passei,
Me fez ter uma força inacreditável,
Mas não serei capaz de dormir,
Vou virar essa noite sem parar de refletir,
Pois não importa, isso sempre vai se repetir,
As brigas sempre vão existir.
Revive de novo e de novo, porque é amor,
Você não pode culpar minha emoção,
Porque deveria saber que ela jamais desvanecerá,
Essa emoção jamais se acabará,
Já está bem presa no coração,
Não tem como arrancar...
Dê-me um sorriso e terei dias brilhantes,
Não seja indiferente tão de repente,
Não importa o quanto estejamos distantes
Com um sorriso seu, o frio vira quente.
Quanto eu tenho que fazer para te amar?
Todo dia ao me lembrar do nós, volto a me apaixonar...
As palavras dançam no ar,
E tudo que venho a poetizar,
É para poder te homenagiar.
Quanto mais me separo de você,
Mais eu percebo que você é preciosa para mim
E que tendo ou não um porquê,
Eu vou sempre estar errado no fim.
Toda vez que te procuro,
Te encontro dentro do meu coração,
E percebo que sem você não tem futuro,
Só o vazio da solidão.
Um dia ele diz em tom normal,
Aquilo que eu não consigo repetir,
Eu já esperava, mais aquilo foi dificil de ouvir.
Por mais que você já saiba o que vai acontecer,
É impossível de impedir seu coração de se partir,
Ah, nesses momentos queria ser uma garota vazia,
Sem alma, sentimentos, coração e qualquer coisa assim.
Isso porque tudo dentro de mim,
Está em revolução...
A culpa é minha?
Talvez sim, talvez eu deva ficar sozinha.
Foram cinco meses maravilhosos,
Cada parte boa e ruim,
Agora soam tão saudosos.
São tantos lugares para ir,
Tantos motivos pra me trancar,
Tantos caminhos...
Mas não existe caminho pra casa,
Já que eu não pertenço a lugar nenhum.
Fora dos trilhos do amor,
Os sonhos parecem tão distantes,
As luzes quase nem brilha.
Ouvi uma parteira que vive na escuridão,
Dizendo que essas luzes só lhe causam dor.
Eu não quero mais escutá-la,
Recolho meus trapos e sigo cambaleando,
As estrelas estão caindo, numa chuva amarelada,
Como fogos de artificio, e eu continuo por aqui,
Sozinha, assistindo o céu derramar lágrimas amarelas.
Tantos lugares se tornam inúmeras escolhas,
Para onde eu vou?
Será mesmo que o destino é quem está me guiando?
Ah eu queria ser vazia...
Faces e máscaras passam por mim,
E a vida continua, num devaneio.
Então ele volta,
Trazendo o arrependimento, a saudade,
Aquele sentimento que me feriu.
E eu simplesmente digo:
"Você pode trazer de volta?"
Ele fica lá me encarando,
Enquanto assisto as folhas caírem.
Não ele não pode,
Ninguém pode, pois eu não tenho nenhum abrigo,
São tantos caminhos,
E nenhum deles me leva pra casa...
Ainda vivo num mundo conhecido,
Aguardando algo a mais,
Enquanto a vida continua.
Havia aquele cafajeste, que estava mudando, ele havia enjoado de uma vida de infinitos perfumes femininos diferentes, e nenhum amor, estava carente, precisa focar seu coração num sorriso e acabou conseguindo. Só que ela, era diferente de todas as anteriores, não combinava com seu gosto normal de beleza, seu jei de ser e agir, não se adaptavam bem ao que o ex-cafajeste queria de sua mulher, mas ele a aceitou mesmo assim.
Talvez por comodismo, talvez por covardia, ou preguiça, ele se amarrou à ela. No começo já sentia um carinho enorme por ela, mas ainda não era amor, ele sinceramente não acreditava no amor. Tinha sofrido demais por ele, para querer algo assim, queria só uma companheira para fazer sua vida mais agradável.
Acontece, que logo ele, quem não queria o amor de jeito nenhum, por saber a dor que este sentimento infligia, foi deixar o amor conquistar todo seu coração, antes que percebesse, antes que pudesse impedir, estava amando, e o pior ele não tinha percebido isso. Só se deu conta, quando ela se magoou, com ele, e foi o medo de perdê-la, que o fez perceber que a amava. No começo foi interessante, pois ele não sabia se deveria fugir dela, ou se deveria seguir com ela, acabou escolhendo a segunda opção, mais por comodismo, do que por escolha.
Só que, a partir daí, ele passou a entender quem ele amava, ela além de manter todas aquelas diferenças que ele aprendera a aceitar, ele agora se deparara, com uma caracteristica dela que nunca quis perceber.
Ela era tão defeituosa quanto ele, não conseguia demonstrar carinho, não por escolha, mas o passado dela, a impedia que o fizesse, pois também tinha um passado complexo o bastante, que a fizera deformada ao ponto de não conseguir demonstrar carinho pras pessoas que gostava.
Ironicamente, ou não, o destino quis que a tampa da panela daquele cafajeste, fosse um brinquedo torto. E ele percebeu isso, percebeu isso antes que estivesse envolvido o bastante naquele amor para voltar atrás, mas ele diferentemente do que sua razão falava, não quis abandonar aquele brinquedo torto, ele o quis pra si, só pra si.
Pois ele acreditava no destino, acreditava que se ela o aceitara com seus defeitos, ele também teria que aceitá-la com os defeitos dela, era o destino, uma força maior que havia juntado-os, e agora ele não se importava o quão ruim fosse não receber carinho, ele iria conseguir ter o carinho dela, já que era amor, e o amor muda tudo.
-O amor nasce, sem anunciar sua presença, ele cresce, sem mostrar sua verdadeira face, se fantasiando de amizade, admiração, paixão ou atração, e aí, quando chega a hora da verdade, quando se depara com a saudade, ele inflige dor, uma dor que só é gerada por amor.
É como um parasita, que entra sem ser convidado, se alimenta sem ter permissão, e vai ficando por ali. E como todo parasita, chega uma hora, que ele começa a destruir seu hospedeiro. Pelo menos ele normalmente é assim, só que a mágica do amor, está justamente nisso.
Ele tem a habilidade única, de transformar seu hospedeiro, em uma pessoa melhor, normalmente, ele é como qualquer doença, que só destrói, mas em casos raros, ele só faz o bem, quando a saudade vem, ele torna tudo mais bonito.
-Mas o amor acaba machucando. e a saudade que vem desse tipo de amor, dói. e dói muito.
-Claro, mas, às vezes, em casos raros, o amor não gera dor, gera cor, traz alegria, e a saudade, se torna nostalgia.
-Mas sabe o que é pior? É quando sente nostalgia de algo que não te fez bem. Se bem que a nostalgia me traz os melhores momentos.
-Nostalgia por definição é algo bom; Saudades por definição é algo que nos faz falta. Saudade ou é agonia, ou é nostalgia.
Ele era AQUELE cara. Todo mundo gostava ou simpativa com Lilo, ele sempre estava sorrindo, conversando sobre todos os assuntos, dando bons conselhos, enfim um dos caras mais populares que existem. Talvez por carisma, talvez por manipulação mesmo, ele tinha muitos amigos e amigas, e tinha uma namorada.
“Mulher namora quando gosta de um homem, ou quando está carente. Homem namora quando uma mulher gosta dele, ou quando precisa tirar uma fama ruim.” Dito e feito, ele conheceu Celah, aquela menina bonita, e acima da média, que lhe custou um tanto de insistência. Ele precisava desfazer o boato de que era um cafajeste, e afinal ela gostava dele e tava carente. Então… Porque não?
Ah, Celah, ela era feliz. Lilo era tudo que ela precisava ter. Ele era carinhoso, atensioso, dava presentes, e criava declarações sempre que possível, não deixava o namoro cair na rotina, era ciumento quando tinha que ser, e arrumava uma briguinha vez por outra, nada anormal. Ela amava ele.
Bem, digamos que Lilo gostava dela, mas acho, que não era amor. Não o mesmo amor, ele vivia soltando cantadas a cada esquina, não que traisse ela, pelo menos ele pensava “eu só faço flertar, trair nunca!”. E seguia com sua vida, sem perceber que já estava iniciando um erro que todo homem costuma a cometer.
Anel de compromisso, juras de amor eterno, Celah estava no paraiso. Só que Lilo não, o namoro estava bem demais, só que ele precisava trair, pra se sentir superior, e o fez quando teve oportunidade.
Ele nunca teve um motivo pra trair. Isso porque traição nunca tem motivo. “Trair não tem motivo, justicativa ou causa. Trair é oportunidade”. Foi isso que Lilo colocou em sua mente, e seguiu em frente como a maioria dos homens indiferentes.
Celah, nunca soube disso, na verdade, de uma hora pra outra, ele decidiu ir embora, não precisava dela, e as juras de amor ficaram ao vento. Ela não podia acreditar, não queria acreditar, mesmo depois de três anos, que ele, Lilo, seu namorado, seu melhor amigo, o homem que lhe fez ver o mundo cheio de cores, não iria mais voltar.
Pobre Celah, ela aprendeu a amar, uma pessoa que vulgarizou o verbo amar.
“E ele sempre estaria lá, um parceiro silencioso. Foi o primeiro a me receber quando me formei no colégio e foi o último a sair quando fui para a faculdade. Minha mãe me contou que ele ficou horas na rua após eu me despedir”.
A arte do eu acho...
Eu acho que vai chover hoje;
Eu acho que ele te ama;
Eu acho que não vai dar p. eu ir amanhã;
Eu acho que estou com febre;
Eu acho que vc esta é gostando dele;
Eu acho isso tb!
Eu acho que vou ...
Eu acho que tenho ...
Eu acho que dá siim ....
Eu acho que esta ali na(o)...
A arte do "EU ACHO" é p. quem quase nunk tem certeza de algo! Rs ...
Estamos sempre achando alguma coisa
Muitas vezes acontecem coisas conosco que até chega a parecer destino. E ele simplesmente estava lá , com o céu azul sob ele , com seus olhos de carvão a vasculhar o vasto horizonte .
Seus lábios se abriram num enorme sorriso , seus dentes cintilavam a luz do sol , então de uma hora para outra ele já estava caminhando pela areia quente e macia .
Por um segundo , seus olhos encontraram os meus e nesse mesmo segundo meu coração disparou , minhas mãos começaram a soar , mas após esse mesmo segundo , seus olhos não estavam mais em mim . e ele retornou a andar na direção oposta a minha , e foi assim que meu amor platônico se foi .
Vamos descobrir o que esse cara não sabe do que precisa mais precisa, ter certeza do que ele sabe do que precisa e ai dizer que somos os únicos que pode ajudar.
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