Queria Sumir

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Sumir?

Você quer desaparecer eu não entendo
E como eu fico aqui sofrendo?
Sua falta me deixa angustiado
Não deixe que na sua mente entre o diabo⁠

Fugir não encontrará refúgio
As pessoas vão apenas te julgar
E você só terá repúdio
Eu sou o único aqui que pode te amar

Fugir não trará solução
Eu também tentei e dei de cara com o chão
O mundo só traz dor e sofrimento
Dizer que vai sumir isso não é argumento

Eu te peço que não vá embora
Vamos juntos aproveitar o aqui agora
Espero que você mude de opinião
Meu amor por você vai mudar a situação

Peço que me dê ouvidos
Se você sair vai deixar muitos feridos
Fique aqui comigo em paz
E tudo de bom nos alcançarás

Inserida por roneyramos

⁠"Você quer sumir, quer desaparecer.. tudo o que você quer é morrer..."

Inserida por Dan_Shinigami

⁠Descanso

Tem dias que eu quero desaparecer.
Sumir para ninguém me ver.
Tem horas que eu preciso de um descanso.

O mundo não é um arco-íris.
Pois, só vejo ele em branco.
A paz do meu descanso.

Não se sobrecarregar é o primeiro passo para não se matar.
Matar de: cansaço, dores e outros horrores.

Lembre-se você não é uma maquina é um ser humano.
O descanso tem que fazer parte de seus planos.

Inserida por AnthonyMark

Quer saber o que é mágica? Eu tenho dois empregos, trabalho sete dias por semana e todo dia meu dinheiro desaparece.

Inserida por pensador

⁠Eu só queria desaparecer, dormir e nunca mais acordar. Às vezes, o desejo de morrer é tão intenso, mas o medo de ferir aqueles que realmente se importam comigo me impede. Agora mesmo, tudo o que eu queria era sumir, parar de viver, nem que fosse por um instante, só para aliviar essa saudade que não me deixa em paz.

Meus olhos se fecham devagar, como se a vida fosse um filme em câmera lenta, e, em poucos segundos, tudo isso passa pela minha mente. Parece que o tempo corre diferente para quem deseja a morte.

Eu costumava dizer aos meus filhos que preferia morrer antes deles, porque não suportaria a dor de perdê-los. Eles sempre me repreendiam, mandando-me calar a boca, dizendo que não deveria falar assim. Mas, algumas coisas estão além do nosso controle. Por mais que tentemos evitar, às vezes nos machucamos. A dor faz parte da vida, tanto quanto a alegria.

Querer morrer é, na verdade, ser consumido por um vazio imenso. Viver com o desejo de morrer é mais doloroso do que a própria morte. Já pensei nisso muitas vezes, mas é difícil dizer essas palavras em voz alta.

A vida pode ser insana, o mundo pode ser triste, mas não desisto porque sei que minha alma, corpo e espírito pertencem a Jesus Cristo, o Filho de Deus, o dono da minha vida.

Amém.

Inserida por MoisesRibero

O desejo é o pai do poder. (Chateaubriand)

Depois da liberdade desaparecer, resta um país, mas já não há pátria. (Chateaubriand)

Só nos apercebemos do valor dos nossos amigos no momento em que surge a ameaça de os perder. (Chateaubriand)

Para que toda a energia da alma se desfira, os rigores da adversidade são-lhe de proveito. (Chateaubriand)

Os bens da Terra apenas servem para escavar a alma e aumentar-lhe o vazio. (Chateaubriand)

A ameaça do mais forte faz-me sempre passar para o lado do mais fraco. (Chateaubriand)

Estamos convencidos de que os grandes escritores colocaram a sua própria história nas suas obras. Pinta-se bem apenas o próprio coração, atribuindo-o a um outro. (Chateaubriand)Toda a instituição passa por três estágios - utilidade, privilégio, e abuso. (Chateaubriand)

O homem que atenta contra os seus dias revela menos o vigor da alma do que a fraqueza da natureza.(Chateaubriand)

Para fazer esquecer as nossas faltas aos olhos do mundo são precisas torrentes de sangue; mas, junto de Deus, basta uma lágrima. (Chateaubriand)

Se duvidamos do coração da mulher, não temos ocasião para classificar o seu rosto. (Chateaubriand)

Outrora, a velhice era uma dignidade; hoje, ela é um peso. (Chateaubriand)

Existem palavras que deveriam servir uma única vez. (Chateaubriand)

A verdadeira felicidade custa pouco; sendo cara, é porque a sua qualidade não presta. (Chateaubriand)

As virtudes são apenas virtudes enquanto refluem para a nativa nascente, quer dizer, para Deus. (Chateaubriand)

Todos os meus dias são um adeus. (Chateaubriand)

A amizade? Desaparece quando o que é amado cai na desgraça ou quando o que ama se torna poderoso. (Chateaubriand)

A desgraça ensina ou recorda. (Chateaubriand)

Dá-se importância aos antepassados quando já não temos nenhum. (Chateaubriand)

A memória é muitas vezes a qualidade da estupidez; ela caracteriza geralmente os espíritos pesados, os quais torna ainda mais pesados, mercê da bagagem com que os sobrecarrega. (Chateaubriand)

Não somos nada, sem felicidade. (Chateaubriand)

O escritor original não é aquele que não imita ninguém , mas sim aquele que ninguém pode imitar. (Chateaubriand)

É preciso administrar o desprezo com extrema parcimónia, pois o número de necessitados é muito grande. (Chateaubriand)

Os acontecimentos fazem mais traidores do que as opiniões. (Chateaubriand)

Inserida por Calypso

⁠Há dias em que eu simplesmente desejo desaparecer, mas, depois de ver o mundo desabar tantas vezes, sei que logo tudo estará bem novamente. Quando te vejo, meus olhos tentam ocultar o que sinto, escondendo-se por trás de um olhar distinto.

No entanto, uma pontada de tristeza me invade ao pensar que tudo o que eu poderia te oferecer é um mar que parece tão vasto quanto o vazio que carrego em mim. E então me pergunto se isso é querer demais ou apenas ser egoísta.

Inserida por Jakline

⁠Você é uma miragem, um oásis num deserto, o que me faz pensar que vai desaparecer, quando eu acordar.

Inserida por luizguglielmetti

⁠Tudo que agarramos com as mãos, não importa a força, em algum momento vai desaparecer. Apenas a força que alimenta o desejo é eterna.

Inserida por evermondo

'Romamor'

Eu poderia sumir.
Mas quero te assumir!
Eu poderia te iludir.
Mas desejo me diluir em ti!
Eu poderia estar longe.
Mas preciso ficar perto!
Eu poderia sorrir fora.
Mas prefiro chorar dentro!
Eu poderia te perder,
Até mesmo te deixar.
Mas não poderia jamais,
me reencontrar...

Inserida por Kledyn

⁠Aqui estou mais 1 vez
O desejo de sumir é constante
A cada intensidade estou a
Brilhar, quero estrelar lá no céu
Com o meu homem, que acaba
De se brilhar, Entre sol e a lua
Quero estrelar no céu não no
Inferno

Inserida por Gustavo-jones

No fim, você é meu desejo mais odiado. A lúcida loucura, meu oximoro desejado a sumir, para voltar em meio a falta.

O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Eu ficava confusa, me sentia uma intrusa, eu só queria desaparecer. Não entendia o porque de uma pessoa me fazer tão mal, pudesse me fazer tão bem, com ele eu sentia frio, eu me sentia quente. Eu tentava dar um sorriso, até ele estragar tudo, mas porque diabos horas depois lá estava ele tentando me fazer sorrir? A minha vida nunca esteve tão confusa, tão difusa. De um lado eu rezava para que ele ficasse longe, afinal, eu tinha amor próprio! Mas porque será então que toda vez que eu colocava um pé para fora do apartamento, lá estava eu imaginado mil lugares onde poderia encontra-lo? Eu disse que ia desistir, mas eu também nunca fui muito de tentar, sempre gostei de deixar tudo como está. Sou comodista, uma grande artista da preguiça, falo mais que faço, e faço menos do que preciso. Eu que sempre fui considerada a grande contradição, a pura confusão, e me deparei logo com um campeão dessa colocação. Já cogitei a possibilidade de uma continuação, afinal o dia e a noite fazem parte do mesmo mundo, porque eu e ele não? Eu já tentei de tudo para me desfazer, mas de tudo eu consegui menos de você… Eu me perguntava qual era seu problema, você dizia que era eu, e eu não entendia, tudo que eu fiz foi fingir que existia. E ta aí o problema, eu sou um dilema, uma inconstante, enquanto você sempre tão certo e tão distante. Criticava até a caneta que eu escolhia, dos filmes, livros e tudo que eu dizia. Roubava minhas coisas, roubou até a mim mesma. Eu já disse, não toque em mim! Eu já disse se afaste! Faz parte. Tudo faz parte. Lamento pelo seu estado, lamento pela sua loucura. Lamento por sua personalidade invasiva, e por seu critério existente, lamento por mim, que fui me sentir confusa logo por um cara que tinha uma personalidade tão difusa. E não fique achando que eu lamento de tudo por você, afinal eu te dei tudo, e você, não me deu nem um terço do que eu merecia ter.

eu só queria desaparecer.

"O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer."

Queria te abraçar até o meu medo desaparecer, sair dessa escuridão que agora habita meu coração, mas sinto que não devo, pois nossos sonhos estão diferentes e não há mais aquela sintonia. Você mexe comigo, mas me machuca com esse seu jeito duvidoso, as vezes me quer com todo querer, em outro momento está pensativo. Pergunta se te amo, e começo a engasgar, não porque tenho dúvida, mas porque falar não será suficiente quanto beijá-lo. E agindo assim, fazendo minhas vontades, me iludiria mais. Chega! Quero o mesmo reflexo pra mim, quero sentir amada. Quero que alguém engasgue por não saber o que dizer, que fique impaciente sem saber o que fazer com a minha companhia. Mereço mais que as suas migalhas, não suporto mais esse amor bandido, me amo, e preciso que alguém me ame também, que não faça jogo e jamais queira satisfazer seu próprio ego. Te proponho a mudar sua forma de pensar, divida um sonho, ouça o canto dos pássaros, sinta a vida, essa que está passando desde que começou a ler esse texto. Mude e o mundo mudará pra você, seus dias ganharão cor e seu coração vai reconhecer a chegada do amor.

Meus queridos amigos, eu não penso em aparecer, não... às vezes eu penso é em desaparecer, sim... pena que não tenho ainda... tanto dinheiro para isso...

Às vezes quero desaparecer por algumas horas,
não pra morrer, não pra ir embora,
só pra não precisar ser nada.
Queria um lugar onde eu pudesse chorar sem culpa,
gritar sem explicação,
ficar em pedaços sem ter que me recompor rápido demais.⁠