Queria Ensinar as Pessoas a Amar
Meus muros armados impediam pessoas especiais em minha vida.
Amigos que amo, mas decepcionei.
Reflexos do medo.
Muitas pessoas me perguntam o que eu estou esperando. Dizem que eu preciso sair mais, conhecer gente nova, me permitir viver experiências. Algumas acreditam que o amor é algo que se encontra pela insistência, pela exposição ou pela quantidade de portas que se abre ao longo do caminho. Talvez seja por isso que se surpreendam quando percebem que eu não procuro ninguém.
A verdade é que eu nunca procurei.
Não porque tenha desistido do amor, mas porque aprendi a diferenciar carência de conexão. Aprendi que a minha paz vale mais do que qualquer companhia e que nem toda presença é capaz de preencher aquilo que realmente importa.
Durante muito tempo, ouvi que eu precisava me mostrar mais ao mundo para ser encontrada. Como se o amor estivesse escondido em algum lugar e dependesse apenas de eu circular pelos ambientes certos para finalmente acontecer.
Mas o que meu coração espera nunca foi alguém qualquer. Nunca foi um encontro que servisse apenas para aliviar a solidão ou ocupar um espaço vazio.
Talvez seja justamente por isso que a minha espera tenha se tornado tão incompreendida.
Eu não estou esperando um relacionamento. Estou esperando uma conexão genuína. Algo que não possa ser forçado, fabricado ou apressado. Algo que alcance lugares que nenhum toque vazio é capaz de alcançar.
E não, isso não significa que eu não tenha desejos. Sou humana. Tenho saudades do que ainda não vivi. Tenho sonhos, expectativas e, por vezes, sinto o peso da ausência de alguém com quem compartilhar a vida.
Mas aprendi que sentir falta de uma conexão verdadeira não é motivo para aceitar qualquer aproximação.
Houve um tempo em que escolhi me guardar. E essa escolha me ensinou muito mais sobre mim do que sobre o amor. Aprendi a ouvir meus próprios silêncios, a compreender meus desejos sem me tornar refém deles e a reconhecer o valor daquilo que entrego quando decido permitir que alguém se aproxime.
Por isso não abro as portas apenas porque alguém bate. Não porque me considero difícil. Não porque me sinto superior. Mas porque algumas coisas dentro de mim custaram caro demais para serem entregues sem significado.
Se um dia acontecer, que seja verdadeiro. Que não nasça da pressa, da conveniência ou do medo de estar só. Que venha carregado de propósito, reciprocidade, admiração e permanência.
E se não acontecer, ainda assim estarei em paz.
Porque eu não construí a minha vida em torno da falta de alguém.
Mas continuo esperando.
Não por necessidade.
Por esperança.
Porque ainda acredito que algumas conexões não são encontradas por quem as procura desesperadamente. Elas chegam quando duas almas se reconhecem e, sem esforço, entendem que finalmente encontraram um lugar onde podem permanecer.
2 de fevereiro 2024
Há tempos escolhi esperar.
E às vezes as pessoas confundem a minha espera. Pensam que é ausência de desejo. Que é medo. Que é excesso de cuidado. Que é uma renúncia amarga feita por quem desistiu de viver.
Mas não.
Eu espero justamente porque sinto. Talvez mais do que deveria. Talvez porque tudo em mim sempre tenha sido intenso demais para caber nas superficialidades que o mundo oferece.
Eu não sinto falta de qualquer abraço. Não desejo qualquer presença. Não anseio por qualquer toque. O que me falta não é um corpo ao lado do meu. É uma alma que saiba permanecer.
Porque o toque, sozinho, nunca foi suficiente para mim. Meu coração sempre desejou aquilo que vem antes dele: a conversa que atravessa a madrugada, o interesse genuíno, a admiração silenciosa, a paz de poder ser quem sou sem precisar diminuir minhas profundezas para caber nos espaços de alguém.
Eu quis alguém que me encontrasse por inteiro. Alguém que compreendesse que meu corpo faz parte de mim, mas não é tudo o que sou. Que enxergasse a mulher por trás dos sorrisos, das fotografias, dos textos e das fortalezas que construí ao longo da vida.
Por isso me guardei.
Não porque me considero forte o tempo todo. Há dias em que a solidão pesa. Há noites em que a espera parece longa demais. Há momentos em que meus desejos me lembram que sou humana, que sinto, que sonho, que também gostaria de ter alguém para dividir os silêncios e repousar a cabeça depois de um dia difícil.
Mas, ainda assim, permaneço. Porque descobri que algumas esperas não são castigos. São cuidados.
E Deus sabe quantas vezes escolhi preservar aquilo que existe de mais precioso em mim, mesmo quando ninguém estava olhando. Quantas vezes troquei a facilidade de um momento pela esperança de uma história. Quantas vezes recusei o vazio disfarçado de companhia.
Eu não espero por perfeição. Não espero por um conto de fadas. Espero por verdade. Por uma conexão capaz de alcançar lugares que nenhuma aparência consegue tocar. Espero por alguém que compreenda que amor não é urgência. É construção. É presença. É escolha.
E se a minha espera tem sido longa, talvez seja porque meu coração nunca procurou qualquer pessoa. Ele sempre procurou lar.
E lares não são encontrados às pressas.
São reconhecidos.
29 de Janeiro de 2024
Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.
Se você já se decepcionou com conflitos em suas relações com amigos ou com pessoas queridas, precisa compreender que cada relação é única. Para nos sentirmos satisfeitos, não precisamos ter relacionamento com todo mundo, e sim se alegrar com nossos relacionamentos felizes e administrar da melhor maneira possível os relacionamentos problemáticos.
Pessoas sábias conseguem discernir entre amor, interesse ou amizade, elas prestam mais atenção nas atitudes e menos nas palavras
Há uma enorme dificuldade em abrir os olhos das pessoas. Comovê-las e destroçar-lhes a alma, é fácil; difícil é fazer com que a luz lhes penetre o cérebro. Que lucro existe em lhes mudar os sentimentos, se continuam sendo idiotas?
Duas pessoas
Um sonho
Duas vidas
Um encontro
Duas almas
Há tempos separadas
Pelo curso de um rio chamado Destino
Um amor antigo?
Um amor futuro?
Atemporal? Impossível? Especial?
Seja o que for que o caminho lhes reserva
Aguardam...
Um encontro em fim
Talvez apenas um breve instante sem fim.
As pessoas so reconhecerão quem você é , quando você deixar o que elas querem que você seja e voltar a ser você mesmo.Querer agradar a todos é ignorar o que você tem de mais precioso... "A personalidade ".....
Até porque na maioria das vezes as pessoas mais interessantes, são aquelas que só eu acho interessante.
Todos os anos pessoas entram e saem de nossas vidas, algumas delas deixam marcas boas outras ruins. Independente disso muitas vezes elas nos fazem crescer e amadurecer.
Com o tempo você aprende que não importa quantas pessoas você tem ao seu lado, mas em quantas coisas alguém faz pra te ver realmente bem.
Nós mesmos somos nossos próprios demônios e fazemos disso tudo que as pessoas chamam de mundo o nosso próprio inferno.
Pessoas vêm e vão em nossas vidas, mas algumas são especiais e ficam. Espero que nunca saiam, pois estas pessoas são a nossa vida.
A arrogância do silencio
As vezes escuto as pessoas dizendo que é melhor ficar calado do que falar besteira. O silencio vale ouro. O silencio faz do insensato inteligente. São essas e outras tantas frases que em realidade revelam outra tragedia da comunicação pessoal, a arrogância. Por trás desse silencio existe um ser dizendo que é melhor do que o outro porque não falou ou expressou tamanha barbaridade. Isso é a arrogância do silencio... Eu sou melhor que do ele porque não falo tantas besteiras! Talvez o individuo possa ser um falastrão, mas ele tem a sinceridade e a sensibilidade para expor quem ele é e não esconder sua arrogância por traz do silencio.
No édem, depois do pecado, deus falou.... Buscou o homem para conversar com ele. Na arrogância humana poderíamos dizer: porquê veio falar se sabia da condição dos dois? Deus não fica em silencio! Na morte de abel perguntou para seu irmão caim, onde está seu irmão? Na arrogância do silencio ele responde: e que eu tenho que ver com ele?
Na conversa com Abrão afirma que ele será pai de muitas nações, mas na arrogância humana sarai diz no silencio do seu coração que isso não é possível pelos anos que ambos possuem. O silencio é arrogante porque por mais que não se diga nada la no fundo alguem possui um conclusão melhor do que a do outro. É muita arrogância!!
Deus poderia ficar em silencio quando seu filho batizou-se, mas ele preferiu elogia-lo dizendo: como sinto prazer nesse filho! Poderia ter ficado em silencio, como muitos pais fazem quando seu filhos estão em problemas mas, ele alem de escutar mandou amigos para ajuda-lo. Não houve da parte de deus silencio nas palavras e nas atitudes!
O único silencio de Deus foi em face da morte. Não suportou ver seu filho na agonia da morte, mas a natureza expressou a "dor" de deus através de raios, trovoes e terremoto... Era deus mostrando sua tristeza!
Deus diz: "venham, vamos refletir juntos!" is. 1:18 a proposta dele é que mesmo que você fale coisas insensatas venha e mostre a suas razoes. Ponha a sua logica e tratemos de ver se você tem razão. Venha expor-se e não fique no silencio arrogante dizendo la no fundo que você é melhor do que eu. Fale! Comunique-se! Exponha-se! Não fique na arrogância do silencio. Deus busca a todo tempo estabelecer comunicação com todos sem importar-se na retorica do discurso. Deus deseja que seus filhos tenham a sensibilidade de ouvir com humildade a insensatez do meu próximo. É difícil, mas paulo diz assim: nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Rm 15:1
Quando falamos e expressamos abrimos os recônditos do coração a sociedade e nos colocamos em situação de analise critica. Expor-se por mais absurdo que seja leva o individuo a ouvir-se e, isto, o leva a uma reflexão de suas ideias e conceitos. Silencio pode revelar essa convicção cruel da arrogância.
"embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. Isaías 1:18
A transformação que muitas vezes exigimos e queremos é fruto direto de expor-se!
