Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Chuva que me traz alegria!
Chuva que me traz a paz.
Chuva que lava a calçada...
Lava a alma, lava a mente...
Chuva que faz florescer semente!
Mesmo na mente, ela irriga o turbilhão.
Turbilhão pensamente, viajante, como nas águas que correm no paralelepípedo da esquina.
Essa chuva, que chuva! Com seu barulho me acalma.
Pra quê lavar a calçada? Se a chuva lava a da alma?
Vem ver, vem ouvir, vem sentir, a brisa do seu sopro que vem dos céus.
Céus negros que emitem luz, com o branco que reluz toda a cidade, toda esquina...
Salva essa menina, que passa pela esquina, onde o turbilhão vem passando, onde raios vem iluminando, a calçada.
Que calçada...
Desacreditada
A chuva rega meu jardim morto,
Tenta reviver aquilo que deixei jazer,
O sentimento que um dia eu tive por alguém.
Ali já não nascem mais sorrisos,
Já não nascem mais carinhos!
Eu vi morrer e desbotar vagarosamente,
Eu permiti que desfalecesse.
Sei que ainda restava uma semente lá,
Mas não reguei!
Apesar de o destino nos levar a um rumo,
Você escolheu um outro por nós
E depois se arrependeu,
Tentou voltar todo o caminho que escolheu.
Mas eu já estava desacreditada e segui o meu.
Ouvi-te gritar meu nome,
Mas ignorei o ignorável
E até hoje seu caminho insiste em cruzar o meu!
Talvez fosse pra dar certo...
Mas temo ter me esquecido,
Temo ter sido só uma aventura,
Ter sido só a segunda opção!
- Amor ... Saiba que está chuva que cai são as lágrimas que derramo por você não estar aqui comigo... !
Se eu pudesse dar um som à saudade, eu daria a ela; o som dos pingos de chuva ao caírem sobre a terra.
Desejo que meu corpo se desfaça a cada toque dos pingos de chuva, assim eu me tornaria água, seria rio, seria mar, seria um infinito oceano, diferentemente do nada onde me encontro.
Uma gota...
De chuva.
De lágrimas.
De dor!
Uma gota não
é tão pequena
com se imagina.
Ela tem o tamanho
do que ela for!
Chuva ou Sol ?
Prefiro não me despontar com tantas outras Opções.
se for um dia de SOL, irei querer água pra Beber, no dia de Chuva só quero você, que venha me aquecer . !
carrego meu coração num caixão...
deixei vida outro lugar...
tentei chorar igual a chuva cai...
mais que isso alem do desespero...
deixei minhas ferida enrolada por ataduras...
então caminho entres pedras que corta a carne...
nas ferias mais profundas...
tudo já senti forma uma poça de sangue,
quero chegar no tumulo de meus pensamentos...
nada pode ser real para aqueles olhares de tristeza...
olho para minhas mãos elas estão sangrando...
o mundo deixa magoas profundas sem sentido...
apenas um sofrimento sem fim.
na corredeira apenas meros sonhos...
de destino se fim o termino...
tento refletir a dor é unicamente um vazio...
sem esperança tentar sorrir é desesperador,
rasgo minha roupas para que haja paz no interior...
mais tudo arde com um profunda dor.
igualmente a uma onda repentina valorizo...
o tempo que esmaga seus sonhos,
entre o fogo que consome qualquer esperança,
desligo meus pensamentos olhando para minhas mãos...
que estão sangrando por ser mais um dia na imensidão,
deixo meus pensamentos numa cachoeira funda,
tento sorrir diante a frustração...
minha mente sente a dor de viver entre aquele já viveram
mas nunca seria mesma coisa olhar para o céu
sem gritar de tanta dor...
ninguém pode deixa de sentir algo numa solidão
quando mesma dor no alimenta de forma que não entenderia.
por celso roberto nadilo
Em Noites De Chuva!
As
pessoas
costumam
sumir em noites
de chuva...
Se escondem
debaixo dos cobertores
e rezam com medo dos trovões.
Trancam os olhos
para não verem a
claridade os relâmpagos.
Mas noites de chuva,
nem sempre
é assim tão assombroso.
Noites de chuva
tem seus momentos
de poesias.
De cores.
De sonhos.
De magia.
E quem ousa sair pra rua,
brinca nos pingos
que tão alegremente
molham seus pés.
Trazem frescor.
Sensação de leveza.
Ar fresco...
Quanta beleza
se vê em noites assim.
Dormir com pingos
batendo na janela,
e ou no telhado...
É uma sinfonia que acalma.
E mais acalma...
Se numa noite de chuva.
O amor esteja acontecendo!
Tenho Fé!
E
quando a
chuva chegou...
Deixei-me molhar.
Refresquei a pele seca.
Tinha sede.
Sede desse mar
que vem do céu.
Agradeci a Deus.
E vi quão forte
é o amor D'ele por nós!
Terra molhada.
Brotos das árvores.
Rios cheios.
Corpo fresco.
Ar umedecido...
Agora é só esperança,
pulsando no coração!
Tempos bons virão.
Tenho fé!
Caminho sobre as águas da chuva
me deprimo com pensamentos perdidos
antropologia será fato morto
com histórias passadas...
nas entranhas do destino...
sinto frio mais obscuro...
mentira apenas é brinquedo
de varias faces em todos momentos,
a estranha analogia em uma metamorfose
desenfreada pelo caos nos zumbidos...
o teor pensamento tão longe da tenebrosa
angustia de estar na solidão no entretanto
caminha com pensamentos gelados nas tangentes
o frio apenas um detalhe oblíquo
sendo trevoso momentaneamente...
ate tudo seja uma escuridão sem laudos
ou marcas nunca terão cura pois
sempre terá alguém para lembrar que
existe um sentido profundo de amor...
o que mais tem para ser somente
vejo palavras tristes descubro
tudo realmente é na verdade
como manto de coisas deixas...
para aqueles desejos de figurantes
numa parede profunda da solitude
um sorriso um obrigado na verdade
é um grande engodo por mais
queira acreditar que pense tudo
pode ser real é um jogo de trevas
que todas peças são marcadas...
mas mesmo assim não deixo o jogo
de maneiras erradas não compreendo
mas o jogo é uma abundância...
sem fim nos elementais fonemas,
tento olhar mais á um abismo...
entre as coisas antiquadas,
o prazer é fronteira sem fim
para alguns momentos um tempo
levianas, ate no discurso...
tudo comprado ou remontado
porquê aceito isso?
mais deixo seguir seu rumo
como nada tem muita importa ou se perde,
tudo tem ter um sentido mas nada tem valor...
depois sempre é aquilo tudo bom para você,
quem sabe que bom!
olho desdenho o sentimento de vazio
toma uma forma singular no que foi ou será.
para que ter se já se diz não terá jamais...
tudo tomar formas desejos
posso julgar, mas tudo pode mudar...
mas, será mudará neste ador de dilemas...
como vou ser para simplesmente ter que nunca terei...
é uma coisa estranha entre minhas entranhas
muito complicado par compreender,
está cumplicidade da rotulação.
nada pode ser interrupto...
Marillion
The Web
A Teia
As audições de chuva em minha janela, sua sinfonia ecoa em meu útero,
Minha contemplação varre as paredes deste apartamento
Para corrigir a fronteira de minha tumba
Eu sou o Cyclops da residência, eu sou a alma sem a razão,
Gritando no meio das minhas plantas de borracha, ignorando portas que se movimentam,
Recortes de jornais antigos mentem espalhados pelo chão,
Manchados pelo vinho de um copo estilhaçado,
Palavras sem sentido, amareladas pelo tempo, fotos desbotadas expondo dor,
Parasitas celulóides sangrando minha mente,
Você acaba fazendo o jogo da forca, você arremessa o dado fatal,
Avise, avise, avise-me
Esta mortalha não bastará
E assim começa a teia
Tentando descartar estas memórias aderentes,
Eu só sinto prazer em nosso passado,
Eu construo a fiação com minhas desculpas e
Suas tranças, eu tenho esperança e rezarei no fim,
Oh, por favor, pela última vez
A armadilha precisa dos insetos, a trepadeira acaricia o muro,
Para os drogados agulhas fazem amor, as sereias seduzem com seus chamados,
A confidência me deixou sozinho, junto com você me abandonou,
Confuso e rejeitado, desprezado e solitário,
Eu beijo o isolamento em sua fronte febril
Confiança me agarrando, obscuridade me ameaçando,
Suas razões eram tão óbvias,
Como meu amigo qualificou, eu só tratei com desprezo suas lágrimas,
Mas mesmo os palhaços choram
Eu entendo, mantenho a chave da liberdade,
Não posso deixar minha vida ser dominada pelos fios,
É hora de tomar decisões,
As mudanças têm de ser feitas,
Eu entendo, mantenho a chave da liberdade,
Não posso deixar minha vida ser dominada pelos fios,
É hora de tomar decisões,
As mudanças têm de ser feitas,
Agora, te deixo, o passado prova o que é dito,
Você é tudo, porém esqueceu uma partícula em meu coração,
Decisões foram tomadas Decisões foram tomadas
Eu venci meus medos, a quente mortalha,
Assim termina a teia.
"Link:http://www.vagalume.com.br/marillion/
the-web-traducao.html#ixzz3MwWmNkpT"
Eu sou como a chuva fina de verão.
Como as lagrimas incontidas de um amor.
A esperança no olhar de uma criança.
As doces lembranças de infância.
Como a melodia suave...Tom sobre tom.
Eu sou como o revoar das aves no inverno.
Como o frio em noites de solidão.
O ressoar de palavras.
A inquietude de pensamentos.
A gota de orvalho das manhas...
Eu sou,apenas sou,simplesmente sou.
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