Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais

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Uma vida de propósitos não transforma somente a si, mas também aqueles que ao redor a assistem.

Quando achar que é o fim, ame.
Quando achar que perdeu as forças, ore.
Quando não couber em si de alegria, chore.
Quando a tristeza te invadir, ame.
Quando tudo começar, ore.
Quando a fúria te dominar, chore.
Quando não aguentar mais, durma
Quando pensar em desistir, recomece
Quando for explodir, silencie
Quando for bom, ame
Quando for ruim, ame
Quando for meio termo, não se manifeste.
Sobretudo ame.
O amor torna fácil o que é dificil, ainda que não seja.
O amor põe no rosto um sorriso, ainda que na alma ele não esteja.

Se te amei não sei, mas seu sorriso está gravado na minha mente junto com o último adeus, era seu sinal de aviso que naquele dia eu estaria te perdendo, contendo apenas um até logo.

As pessoas desenvolvem sua melhor versão de si quando nós apontamos suas qualidades e não seus defeitos.

Tentou contar-lhe tudo sobre si mesma
Ele estava apenas a alguns passos dela
Não era feliz?
Foi isso o que disse?
estava vendo tudo deformado
Era terrivelmente estranho
- E se você começar a ver o mundo pela janela e não se olhar no espelho?
Como você aceitaria o mundo? Aceitaria como seu mundo?
- Eu estarei lá fora junto com as nuvens ou dentro de uma estrela. O mundo é cada pedaço de mim.
- E se juntasse todos os pedaços?
- Não caberia dentro de mim, tenho de partir.
- Posso levar um pedaço dessa partilha? O que sobraria?
- Uma imensa solidão.

As ideias são em si mesmas divisíveis e as coisas que delas participam só o são parcialmente, não adquirindo nenhuma delas toda a ideia, mas apenas uma parte de cada ideia.

O dinheiro não é o boletim de notas da vida. Ser bem sucedido não significa nada por si só. Significa apenas que você é bem sucedido. Mas isso não significa que você esteja feliz.

Sabe quando você jura pra si mesma que será a ultima vez? A última vez que não responderá mais, que não atenderá uma só ligação e que seus olhos não correrão mais pro lado da cama, em busca do sua cara metade. E promete também, que todos aqueles sentimentos que você quer oferecer para o outro com esmero e carinho, você guardará novamente. Na mesma caixinha decorada, que já viu tantos amores passar, caiu no chão, já foi reformada milhões de vezes, mas continua ali. Firme. Ê coração que tudo vê, tudo sente e nada sabe. Sim! Porque a gente, com o tempo, acostuma-se com a ausência e percebe que nada e nem ninguém é obrigado a gostar de você, como você gosta do outro. Ninguém vem com um chip identificado e personalizado e com a certeza que, com aquela pessoa você vai ser feliz e fazê-la feliz. E você promete que será a última vez que lerá as mensagens no celular, que escutará a música de vocês dois, que verificará a caixa de e-mail de cinco em cinco minutos, que não suspirará pelos cantos da casa, que não irá lembrar dos momentos, das risadas, dos encontros, das confidências e dos abraços. Todos os dias você promete que será a última vez, de novo.

(Auto)Biografia Não Autorizada

Escrever uma (auto)biografia já é uma árdua tarefa por si só. Viver é biográfico. Por mais público e notório que se seja, a distinção entre o público e o privado é ou será sempre a distância elementar entre a cozinha da casa e sua latrina.

Os cômodos de uma casa são praticamente a realização da vida de uma pessoa. E é nela, esse pequeno feudo chamado lar, em que escrevemos com sangue, suor e lágrimas os momentos significativos e significantes de nossa estúpida e singular existência.

Talvez por isto, essa distância tão hegemônica à tantos mundos, em que quartos e salas, áreas distintas entre o lazer e o serviço, sejam tão pouco comensais. Um olhar sobre si mesmo recai muito mais sobre nossas mentiras do que sobre nossas imprudentes verdades.

Ao certo e para tanto: verdades não nos interessam. Por si mesmas já desencantam. Desmistificam. Desmitificam. E isto é trágico.

Ser sincero é ser sozinho: egoísta demais para conviver com a fragilidade da existência e sua incompletude.

Caso não queira ser contrariado, por favor: não nasça! Desejas ser perfeito? Morra!! Somente a morte nos torna, retorna, reflete em si, o que por ventura ou desventura é perfeito.

Há quem diga da perfeição divina. Nem nela, aos 120 anos de idade, um homem de bom senso crê.

Não por sua latente companhia. Aliás, de ambos: Eros e Tanatos. Juventude e decrepitude sempre andam juntas. É como saber e ignorância: como necessitamos de justificativas para nos dizermos sãos. Como precisamos tanto da palavra igualdade para nos afirmarmos únicos e tão únicos, tão donos de nós próprios: livres. Encarcerados em uma bolha de ares não respiráveis, mas livres!

E nada como afirmar: o amor é azul! A terra é azul. O mar é azul. O ouro é azul. A morte azul. A chama da vida: o fogo é azul!!

É... A lua, no entanto, é cor de burro quando foge! Ou algo meio insonso, insípido. A lua é sem sal. E tudo sem sal é, na modernidade de nossos pré-tumulares, bom. É preciso iodo. Não etos, atos. Sei lá mais... Em um mundo formatado em óides, úricos e ídricos, apenas os hídricos e hesitantes são totalmente descartáveis para o bem maior da integridade econômica (reciclável) glocal.

O êxito é uma palavra sagrada. Secreta. Guardiã da eternidade. Mãe da sobriedade. Talvez natimorta. Já que o que se revela no hoje o é em sua totalidade. E há que fale sobre sustentabilidade. Vá entender lá o que é isso!? Na antiguidade, e nunca sequer saímos de lá (se é que lá estivemos ou chegamos!?), era a legalidade da escravidão! O que não está longe, mas bem presente! Enfim, nada como ser troglodita.

Outro dia estava lá, debruçado sobre os escombros de si mesmo e solicitando piedades aos transeuntes, o meu precursor: algo de resto entre o preto, o branco e o qualquer coisa chamado de índio. E rio-me quando afirmam-nos cinza. Acaso trate-se da cor: ainda há como escolher entre escuro ou claro; mas tratando-se de ou da existência, resistência, força, qualidade, propriedade, serve ao menos para salgar a caça que sobrar. Acaso sobre.

Falava-se outro dia sobre a fome. Não a conheço. O que conheço possui outro nome. Chama-se estupidez. E nada é tão farta no mundo quanto a estupidez. Estupidez e ignorância são sinônimos da igualdade que se busca e da sustentabilidade que se conquista no “por ora” das horas extras não pagas.

E cobrá-las acaba por ser direito, porém, incoerente. Afinal, a previdência é a previdência. E para ela hora extra não existe. Não conta como tempo de serviço. Ou se conta, onde estão os dez, quinze anos nelas embutidos e consagrados à vã gloria do proletário. Assiduidade. Nada como ser assíduo. Nada como a mais profunda competência. Relevância. Excelência. É bom também! É ser sustentável... No mínimo: auto-sustentável, ainda que imóvel.

Imóvel. Creio bem mais nesta palavra do que na liberdade ou esperança. Um dia foi-se criança. E hoje é-se velho, arcaico, deprimente, descartável – principalmente se não possuir renda ou recursos. E tem-se apenas vinte anos... O que dizer de quem chegou – sobrevivente – aos sessenta, setenta, oitenta, cem...

E sem é uma palavra derradeira. Porém cada vez mais comum. Assim como imóvel. É... O latifúndio venceu: a cova rasa é um direito legal, porém, distante, bem distante do lugar comum. É um imóvel. Como cada vez mais nos tornamos...

O pedágio está nas ruas, nas vielas, nos becos e avenidas, está nas praças, nos concretos e congressos, nas concretudes constituídas no pânico e no medo nosso de cada dia.

É o patrimônio que somos. O legado que deixamos. A biografia. A historiografia real e ampla de nossas palavras, atos e omissões. E tudo é trabalho. Tudo se resume ao servir, ao prestar, ao eficiente e eficaz. Aos meios e recursos recebidos. Às habilidades e competências adquiridas. Ao uso. Usufruto, talvez!? Usucapião, sempre.

Memórias são assim: fragmentos de nossas conveniências.

E como somos tão determinados por nossas inconveniências. Como somos julgados segundo nossas misérias. Como nos espelhamos tanto em dependências.

O mundo não é um mundo de luzes. Ele é constituído e consagrado através da escuridão. O obscuro e o oblíquo são as forças motrizes da existência. Precisamos muito mais dos vícios do que das virtudes... Pessoas virtuosas não nos são úteis.

E no fim desta, assim como as demais, pouco nos importa ser Dante ou Cervantes: de nada ou pouco a prata abasta. Tanto faz perguntar sobre o caminho: “as aves do passado não repousam no mesmo ninho do agora”.

Ter um Deus apenas, não é algo de bom senso.

Falar de amor não é bom. Amar faz bem, só isso. Saber amar é que é difícil: tanto de aprender, quanto mais, ensinar...

Perdão?! Não conheço! Mas esquecer vale a pena.

Vou viajar. É comum ao tempo fazer-se espaço. Na bagagem quase nada levo. O suficiente para uma semana, ainda que a jornada leve décadas. Esteja onde estiver, lá estarei completamente nu. E isto me é bom e sagaz: ser sempre incompleto. Satisfatoriamente, incompleto...

"O que te absolve de si não é o seu sorriso, mas o peso da sua consciência, até porque o mundo está cagando para a sua autoestima."

Triste em saber que varias pessoas não me entendem mas sim me criticam , falando palavras rudes e sim ofensivas que me deixa pra baixo e sim sem vontade de dar um sorriso .

A virtude de mostra mais não naquela que se furta a nunca ser seduzida, mas na bastante certa de si para se expor a tudo sem nada temer.

Quando tudo estiver desabando ao seu redor, cale-se... cale-se dentro de si, não como uma fuga, mas como um encontro. Um encontro consigo mesmo, com as possíveis respostas que não consegues encontrar. Cale-se de todas as vozes conhecidas, acostumadas a te orientar por sendas tortas... vozes que moram em ti, e sufocam o que o silêncio quer te confidenciar... e ao perceber-te em ausência de ruídos torturantes, atente para um possível suave toque... porque Deus não cala, Ele te aconselha a todo instante. Mas a confusão da insensatez ao teu redor te impede de ouvir.
Calar, não é só emudecer... é, muitas vezes, também ensurdecer para o que não convém.

Vencer os outros não chega a ser uma grande vitória. Vitorioso é aquele que consegue vencer a si mesmo combatendo seus vícios e controlando suas paixões. A vitória sobre nós é muito mais difícil. Ela requer mais coragem, mais disciplina e mais decisão. Se você não conseguir na primeira vez, tente de novo. O simples fato de tentar de novo já será sua primeira vitória.

"O pulo do gato não é se mostrar inteligente e reservar para si uma grande estratégia. O legítimo pulo do gato está em fingir não entender absolutamente nada sobre um determinado assunto,agindo assim, abre-se o leque de grandes segredos"

⁠Não temos tempo para desistir, a melhor opção é seguir...
É cuidar de si, olhar para dentro.
Se encontrar finalmente com o espelho da alma.
E dizer enfim :
-Felicidade, aí vou eu!
Mergulhar no tempo para emergir num amanhã glorioso...
Que fique apenas o que for necessário, as boas lembranças, as melhores pessoas, a fé, o amor.
Detalhes são marcas que desabrocham no futuro feito flores num jardim bem cuidado.
Que a boa memória nos acompanhe, para que a nossa essência seja perfumada como as flores que já desabrocharam lindamente dentro de nós !
Lanna Borges....
16 de julho 2020

Abraçou-se a si mesma
Sentir o quanto o Amor
próprio a faz forte
E não,não é sorte
Se pôr em primeiro lugar
É saber que não há porque voltar
Não tem porque temer
Quando alguém não lê você
Quando alguém se perder de você
Não se perca

⁠A autoconfiança não necessariamente leva ao sucesso, mas a falta de confiança em si certamente conduz ao fracasso.

Conhecemos as coisas não pelo que elas são em si, mas pela deferença que entres elas há.

Te sinto cada vez mais distante de mim, talvez o teu pensamento não esteja mais focado em mim, me sinto só sem você, não sei como deixei isso acontecer, ou foi você?
Sua "infragilidade" afetou meus sentimentos, sua sublime face me largou em um vácuo espaço onde não tenho nenhuma saída e nenhuma entrada, busco as palavras certas para te dizer, mas quando estás em minha frente nada além de um doce beijo sai de minha boca, um amor entrelaçado por sentimentos que já não fazem mais sentidos de estarem juntos, por que isso aconteceu?
Não sei te dizer, talvez já estivesse traçado eu te esquecer.