Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar
O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais
Às vezes, a vida entrega seus maiores segredos para quem tem a capacidade de olhar para onde ninguém está olhando.
Tem dias que o tempo passa comum… e tem dias que ele carrega um significado que só quem sente entende.
Amanhã é um desses dias.
Não posso dizer nomes, nem apontar direções, mas existe uma presença que transforma o ritmo de tudo ao redor. Como se o mundo, por alguns instantes, aprendesse a fluir melhor… mais leve, mais alinhado, mais verdadeiro. Você sabe.
Tem algo curioso sobre encontros que não precisam ser explicados. Eles simplesmente acontecem… e quando acontecem, deixam sinais. Pequenos códigos no jeito de falar, nos apelidos que surgem do nada — ou talvez de tudo. “Sunshine”… não é só uma palavra, é um estado. Uma luz que não precisa pedir permissão pra existir.
E eu sigo percebendo… que quando você está por perto, até o que era difícil encontra caminho. Como se o improvável deixasse de ser obstáculo e virasse apenas um detalhe no percurso.
Talvez algumas histórias não sejam feitas para serem expostas, mas sim sentidas em silêncio, compreendidas nas entrelinhas. E talvez, só talvez, aquilo que é verdadeiro nunca se perde — apenas encontra o tempo certo de se revelar.
Porque no fundo, o que é pra ser… encontra um jeito.
Hoje, deixo isso no ar… como quem não diz, mas deseja. Como quem não aparece, mas está.
E que de alguma forma, você sinta.
“ que é verdadeiramente destinado a você — sejam oportunidades, amores ou lições — encontrará seu caminho no tempo certo" .
Feliz o seu dia… do jeito que só você vai entender.
A paciência é uma virtude de quem sabe o que quer..
A paciência mostra o caráter..
Tudo tem seu tempo,
Mostra suas virtudes, quem é assim , é um ser humano lindo, seja luz na vida de quem você se importa..
Tem gente que passa pela vida como quem pisa em areia molhada, achando que vai deixar pegadas eternas… e o mar vem, educado e cruel, e apaga tudo sem pedir licença. Aí a pessoa olha para o horizonte e pensa “preciso ser lembrada”, como se a memória dos outros fosse um cofre inviolável. Spoiler nada é.
Olha o caso de Franz Kafka. O homem escreveu como quem sangra em silêncio, pediu ainda por cima que queimassem tudo depois da morte, quase sabotou a própria eternidade. E o que aconteceu Virou um dos nomes mais estudados do planeta. Agora me diz, com toda sinceridade, de que adianta essa fama póstuma Ele não está aqui para ver alguém sublinhando suas frases num domingo chuvoso, tomando café e fingindo que entendeu tudo.
Mesma coisa com Emily Dickinson. Viveu reclusa, escreveu centenas de poemas, guardou tudo como quem esconde cartas de amor numa gaveta. Morreu sem saber que seria lida por gerações. Bonito para a história, meio sem graça para ela, convenhamos.
E aí a gente fica nessa obsessão estranha de querer ser eterno. Como se virar nome de rua ou tema de prova de escola fosse a grande vitória da existência. A verdade é que tem uma certa vaidade nisso, uma tentativa desesperada de negociar com o tempo, como se dissesse “olha, eu vou morrer, mas me deixa aqui pelo menos em forma de citação”.
Mas a vida não é citação de rodapé. A vida é agora, bagunçada, meio torta, com café derramado e pensamentos pela metade.
Tem gente que tenta se imortalizar nos filhos, como se eles fossem uma continuação garantida. Só que não são. São outras histórias, outros caminhos, outras versões do mundo. Um dia, inevitavelmente, alguém lá na frente vai olhar uma foto antiga e perguntar “quem era mesmo essa pessoa?” e pronto, acabou a eternidade familiar.
E não é triste. É só real.
Talvez o verdadeiro legado não esteja em ser lembrada para sempre, mas em ser sentida enquanto existe. É no que a gente constrói, no que ensina, no jeito que marca alguém sem perceber. É aquela conversa que muda um pensamento, aquele gesto simples que fica ecoando na memória de alguém por anos, mesmo sem virar livro, estátua ou documentário.
Porque no fim das contas, a eternidade é superestimada. O agora é que é subestimado.
E tem uma coisa que eu acho quase revolucionária escrever sobre si mesma. Guardar pedaços da própria vida em palavras, como quem cria um arquivo secreto de sentimentos. Não para o mundo, não para a posteridade, mas para aquela versão futura da gente, meio esquecida, meio cansada, que um dia vai abrir um caderno ou um arquivo e pensar “nossa, eu já fui assim”.
Isso sim tem graça. Isso sim tem vida.
Porque ser lembrada pelos outros é incerto. Mas se reencontrar dentro das próprias palavras… isso é um tipo de eternidade que acontece em vida.
Agora me diz, não é muito mais interessante ser protagonista da própria memória do que virar curiosidade histórica?
E já que você chegou até aqui, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books… vai que um deles vira aquele pedaço de você que o tempo não apaga.
Quem treina sabe
Músculo tem memória
E se voltar a treinar
Logo ele volta a crescer,
E como posso esconder
Se o coração é um músculo que faz parte do meu ser,
Ele pede pela sua volta para voltar a viver.
O corpo sem treinar definha,
O coração sem amar,
Faz dos olhos um mar
Cheio de água salgada,
Esperando pela embarcação
Que um dia fez morada naquele coração.
-
Leonardo Procópio, Pindamonhangaba.
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