Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
Quando você sentir que não consegue fazer algo, olhe para si mesmo e diga:
-"Eu não consigo".
E depois dedizerisso, vádormir
“Superação não é superar os outros, mas decidir que a cada novo dia buscará ser melhor que si mesmo. Ela não é evento, mas o caminho intencional que constrói sua própria possibilidade.”
Deus não existe para Ele mesmo. Pais não são supostos a viverem para si mesmos. Eles devem viver para o bem de seus filhos. Vocês devem criar famílias ideais que vivem para o bem do mundo.
Se de fato deseja entender o presente ou a si mesmo, você deve começar pelo passado. A história não é simplesmente o estudo do passado. É uma explicação do presente.
Mentir pra si mesmo
É um fardo muito pesado
Coração não segue a esmo
Ele é bem direcionado
A mente pode falhar
Coração não erra o jogo
A mente somente espalha
O coração que põe fogo
O engano não se refere ao outro, e nem a culpa. O engano está na sua falta de atenção a si mesmo!
Seus pensamentos e seus sentimentos. (Gênesis 3.9)
"A prioridade não é melhorar os outros, mas sim melhorar a si mesmo para que assim tu possa abrir novos caminhos para quem quer ser melhorado"
Se alguém diz que ama a si mesmo,
Mas não consegue amar a outra pessoa,
Isso não é amor, é egoísmo.
Se você não olhar para si mesmo e pensar: 'Uau, como eu era estúpido há um ano', então você não deve ter aprendido muito no último ano.
PAGUE A SI MESMO PRIMEIRO.
O poder da autodisciplina.
Se você não pode se controlar, não tente ficar rico.
O respeito por si mesmo faz toda diferença na vida. A partir disso, você não aceitará menos do que você merece. Você fará o que tiver que ser feito por você, porque você se escolhe antes de tudo.
O Avulso de Si Mesmo
Há um tipo de exílio que não se faz com fronteiras, mas com espelhos, um tipo de desenraizamento que não ocorre no espaço, mas na alma. O avulso de si mesmo é aquele que, embora habite seu corpo, não mora em sua identidade. Vive como quem assiste à própria vida pela fresta de uma janela, incapaz de cruzar o umbral entre o que é e o que poderia ser.
Neste ser que se desenlaça de si, há um silêncio antigo, como o das bibliotecas abandonadas, onde as palavras não encontram leitores e os significados jazem órfãos de intenção. O avulso de si não é apenas o desajustado, é o desencontrado, não com o mundo, mas com o próprio eixo interno. Sua existência é um poema sem sujeito, uma frase que começa, mas não sabe como se conjugar.
Talvez o avulso seja o herdeiro contemporâneo de Narciso, não mais encantado com a própria imagem, mas cindido por ela. Não se afoga no reflexo, mas naufraga na ausência de reflexo autêntico. Vê-se no espelho e não se reconhece, porque entre o rosto e a essência há agora um abismo escavado por expectativas alheias, performances sociais, simulacros de felicidade.
Ser avulso de si é carregar uma espécie de anemia ontológica. Os dias passam, mas não se enraízam. As decisões são tomadas, mas não se pertencem. Tudo é transitório, inclusive o próprio eu. Vive-se, mas não se habita o verbo viver.
A filosofia existencial nos advertiu que o homem é um projeto, e não uma substância. Sartre nos sussurra que estamos condenados à liberdade, e que o eu não é dado, mas tecido. No entanto, o avulso não é o que não teceu o eu, é o que, ao tecê-lo, perdeu o fio.
Nietzsche falava do eterno retorno como prova da afirmação da vida, mas o avulso de si não suportaria o eterno retorno, pois retornar ao que nunca foi plenamente vivido seria um suplício maior que a morte.
Ser avulso de si é, em última instância, ser órfão do próprio nome. Não no sentido nominal, mas ontológico. Um nome que não reverbera, que não ecoa dentro. Um nome escrito na capa de um livro cuja história nunca foi escrita.
Talvez, no fundo, todo avulso sonhe com a reintegração, com o instante raro em que o pensamento coincide com o gesto, a emoção com o olhar, o silêncio com o significado. Um instante em que o tempo deixa de ser sucessão e torna-se presença.
Enquanto isso não ocorre, resta-lhe o vago, o quase, o entre. Resta-lhe a condição poética e trágica de ser um inquilino do próprio abismo, um ser que caminha por dentro de si como quem atravessa ruínas à procura de uma porta que ainda não foi construída.
E no fundo, talvez, o avulso de si mesmo seja o mais humano dos humanos, pois carrega em si não a resposta, mas a pergunta intacta, e há mais verdade na pergunta que sangra do que na resposta que estanca.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro
"Humildade é a verdade. Um homem humilde não elogia nem menospreza a si mesmo. A subestimação pode ser tão falsa quanto a sob estimação... O homem humilde abre espaço para o progresso; o homem orgulhoso acredita que já está lá.”
O exílio mais árduo não é o da terra natal, mas o de si mesmo — quando a alma se esquece do caminho de volta ao coração.
Você poderá não saber nada no que diz respeito ao amor próprio porque ainda não amou a si mesmo/a, mas já amou os outros. Isso é orgulho egoísta, nunca é amor próprio, o orgulho egoísta a psicanálise define como padrão de vida narcisista. O amor próprio é uma experiência espiritual!
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