Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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Do que eu vi, que não era?

“Eu escolhi fazer a diferença na sua vida.”

"Eu não estou mudando, eu estou evoluindo. Estou aprendendo a dar a cada pessoa a mesma importância que ela tem por mim. Estou descobrindo que a verdadeira felicidade vem de valorizar as relações que realmente importam e não gastar energia com quem não merece.

Estou muito mais feliz hoje do que ontem, porque estou aprendendo a priorizar meu próprio bem-estar e a cultivar relações saudáveis. Estou percebendo que a vida é curta demais para se preocupar com quem não valoriza minha presença.

Agora, estou mais focado em mim mesmo e nas pessoas que realmente se importam comigo. Estou aprendendo a dizer 'não' quando necessário e a investir meu tempo e energia em coisas que me fazem feliz.

Essa jornada de autoconhecimento e crescimento tem sido incrível. Estou mais leve, mais feliz e mais realizado. E sei que ainda há muito a aprender e descobrir, mas estou ansioso para continuar crescendo e evoluindo."

Aluna:


Por que escolhemos a psicologia como horizonte profissional?


Eu:


Somos psicólogos clínicos não apenas pela oportunidade de compartilhar histórias alheias, também por isso, mas porque gostaríamos que alguém nos ouvisse com o mesmo empenho que dedicamos aos nossos pacientes. Somos mendigos disfarçados, pedintes com ares de nobreza.

Que bom seria se fosse diferente, se tudo que eu desejasse formasse a gente...

Se a felicidade que eu desenho parece loucura, então eu não me importo de enlouquecer...

Criamos a segunda chance, mas não percebemos que ela passa como se fosse à última. Eu digo que somos imprudentes nas chances que temos, e deixamos para outras mãos.

Eu assim como todo louco preciso que a coisa não seja normal.

- Boa tarde! Tudo bem?
- Mas, home, se tivesse eu não tava na farmácia.

Se pudesse conversar com teu eu mais íntimo, diria as poesias mais sinceras, apenas para ver tua feição descansar e a ausência encontrar lugar no teu pensamento.
Não me afastes dessa porta, não sou o perigo, nem o espinho que te perturba.
Sou teu amor, como a água que deseja matar a sede da tua rosa.

Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.

"Vos estimular a ler é uma tarefa que irei desempenhar até que eu morra; mas agora, obrigar-vos — nem pensar. Abstenho-me dessa tarefa."

Minha poesia, me traga inspiração todos os dias. Que eu descubra nos seus versos toda alegria de sentir a vida ao seu lado, que o verso mais simples seja somente te amar.

"O que eu não entendo, não me pertence"

...."Ulisses tinha as guerras, Napoleônicas; Penélope, inteligência, tinha os pretendentes; eu tenho que calcular; e você, apenas, ler"....

⁠Se o que me resta é pilotar esse carro, essa é a vida que eu quero.

Eu não sou do tipo ausente, porém se eu tiver ausente na vida de alguém provavelmente essa pessoa foi ausente na minha quando eu mais precisei dela... sou ausente sim pra pessoas que não acreditam em mim e na minha capacidade, nas pessoas que nao valorizam meu trabalho aponto de procurarem outro sabendo que eu faço o mesmo. Hoje eu simplesmente entendi quem realmente merece minha presença.

Eu mereço Demais.... por isso não aceito o mínimo.

⁠Nos momentos em que as palavras já não dão certo, eu aprecio muito o silencio merecido.

⁠Sou muito mais do que você pensava eu ser, e você é muito menos do que eu mereço.