Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Às vezes precisamos abrir mão de quem amamos para o bem de ambos e isso não significa deixar de amar...
"E quem disse que seria fácil ignorar a tristeza e abrigar somente alegrias? Não digo que seja impossível, requer trabalho, é necessário disposição e uma limpeza pesada, remover todas lembranças amargas, sacudir o pó da insegurança, varrer a dor, expulsar o medo, desfazer-se de tudo que faz mal, demanda tempo, isso é muito mais do que lavar a alma, é saciar o coração com uma fonte nova e transbordante de sentimentos nobres, renovar as energias do bem, deixar jorrar amor próprio para que se rompa todas as barreiras do “não me serve mais”, aplicar o desapego é regra fundamental, substituir toda sucata por novas e maravilhosas sensações, deixar o brilho entrar,derreter o gelo da indiferença, aquecer as emoções, abrir alas para o novo e desfrutar da harmonia. Hospedar o amor, manter o coração limpo na mais perfeita sintonia com a alma, viver a verdadeira alegria, são frutos do empenho de uma boa faxina ". Gil Camargos
OH MORTE...OH MORTE...ADEUS -
Oh morte que o pavor me cubra
Dos olhos da esperança por quem viveu
Ou talvez de quem já não vive
Oh morte que o pavor me cubra
Muda agonia que o meu alento desfalece
Oh devora-me o corpo exausto que repousa
Jaz de morte nos lábios meus
Mortal desgosto cobre o meu rosto
Pedra de mármore fria de macio encosto
Oh saudade insana que não quer perder a alma
Magoa deixada na escuridão dos olhos
- Oh morte...oh morte...adeus -
Vai-te embora oh morte, ainda não é a minha hora.
Quem não está no meu presente, não fará parte do meu futuro...
Momentos vão e vem, mas podemos escolher os que se repetirão...
Vive tão disperso, olha pros lados demais
Não vê que o futuro é você quem faz
Porque o fracasso lhe subiu a cabeça
Quem tem pensamentos negativistas,
não podem ter muitos amigos.
Uma cabeça insana conquista apenas inimigos.
O reconhecimento pode estar na confiança até de quem não nos conhece, mas acima de tudo no zelo aferido, ao que nos é confiado. (taw ranon)
Em nenhum cargo você encontrará na lista de deveres a prática do assédio moral, mas há quem pratique como sendo uma das atribuições inerentes a ele.
Guerra
Quem é você, quem?
Quem lhe deu o meu endereço para me escrever?
Quem é você, quem?
Como sabe da minha vida?
Quem foi que lhe contou?
Quem é você, não lhe conheço
Nem sei porque do desfecho
Como escrita da VERDADE.
Que verdade?
Como entrei em sua vida
Se dela nunca fiz parte.
Não necessito que faça a minha defesa
Não sabe quem sou...
O que sabe de mim vem do protagonista das mazelas
Que lhe transformou em coadjuvante do chacal.
Quem é você, quem?
Quem lhe disse que eu queria saber da sua vida?
Ah! Já estou tendo premonição.
Você achou que iria se dar bem
Acreditou num Zé ninguém.
Mas, todo Zé tem uma história
Que é dessa série temporal que se tira
Decisões de vida.
Você abdicou da informação.
Nas informações assimétricas
Perde-se sempre a negociação.
E eu aqui com todas elas
Nem sequer se deu por elas
Perdendo o controle da situação.
Ah! Meu bem...
Você não sabia, que todo Zé insatisfeito
Com o coração desfeito
Tem como único desejo
Arrebentar o coração de qualquer peito...
Deveria ter falado com o outro lado
Para conhecer qual a razão.
Quem é você? Não lhe conheço
Mas, mesmo assim, vou desfazer o desfecho.
Meu bem...
Zé e eu estamos numa infindável guerra fria.
Zé depauperado começou a sua estratégia
E tudo que entra no contexto dessa guerra
É o arsenal bélico para matar o sofrimento do coração.
É vingança destemida
Para atingir o inimigo que não está a ver.
Meu bem, quem é você?
Nem o Zé sabe ao certo,
E você entrou num enredo que não conhecia,
E não é pela ignorância que a Lei isenta.
Quem é você, quem?
Zé e eu sabemos quem somos
No amor e no ódio viajamos
Estudamos as melhores estratégias
Pisoteamos qualquer jardim
Não importa quem é o dono.
E todos caem na mesma cilada
Com o Zé me protestando.
Quem é você?
Apenas uma peça do jogo
Que o Zé utilizou
Para tentar ganhar uma batalha
E o Zé se afundou.
No momento demos uma trégua
Mas é guerra infinda,
Usamos armamentos pesados
Saiam da frente civis e inocentes
Que a batalha continua.
Cultuamos a moral, costumes
Crenças e valores diferenciados
Que jamais serão análogos.
Quem é você, quem?
Quem se alistou para ir à guerra
Sem antes saber os objetivos
A que iria conjuminar.
Quem é você?
Apenas um soldado fraco
Aliado ao Zé que o colocou na frente de batalha
Não suportou
E desertou, passando para o outro lado.
Meu bem...
Na guerra somos dissimulados
Não gostamos de quem deserta
Só tiramos informações do adversário.
Suma, eliminamos sempre um péssimo soldado.
A arte de amar é perdoar e compreender, quem muito perdoa muito ama. Se buscarmos uma pessoa perfeita para amar, não vamos amar nem a nós próprios. Amar é viver uma vida inteira com a mesma pessoa e, ainda, achar que o tempo foi curto demais.
"Seja quem você é , pode ser que nem todos vão gostar de você , mas pelo menos os que gostarem , vão gostar pelo que você é"
Você viu quem chegou?
Quem?
Setembro!
Hum!
¬¬
Tempo de flores...
É...
Vou te colher!
Me colher?
É...Vou te colher pra plantar no coração!
><
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