Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Por um tempo eu fui
Prisioneiro de um rei
Que por trás do sorriso inventava onde e como eu errei
Eu te amei pra nunca mais
Eu te proíbo de ter
Esse poder sobre mim
Eu te proíbo de ver o que eu fiz e julgar o que é bom e é ruim
Eu te amei pra nunca mais
Quando eu pensei em reclamar da vida, encontrei um menino que aparentava ter uns 11 anos vendendo chiclete para comprar o remédio do cachorrinho dele que está doente.
Essa geração ainda tem salvação. Até uma criança nos ensina a viver!
A vida é um sopro, já foi dito
Se eu canto no encanto de tudo que vivo e sinto, acredito que persisto e existo na paz pela vida vivida sem alarde
Não se pode guardar o amor amanhã já é tarde
Não se mate, tentando jogar outros jogos e o seu no start (bem covarde)
Daqui nada se leva, o crime é ter pressa, esqueça por hoje o passado e não viva de mágoas
Doces águas, aproveite o agora, respire lá fora
A vida é só uma amanhã cê já pode ir embora, só não chora
Não lamente o tempo perdido, é um sopro a vida já foi dito
Estamos mas não somos
Sigamos os sonhos que vimos, sentimos
Largamos pra trás como escolhas banais
Mas sabemos que lá tá a nossa verdadeira paz, busque mais
Só assim poderemos achar a verdadeira paz.
“Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante.”
— Quem é Você, Alasca?
Alienígena
Eu venho de um mundo onde a gentileza era rainha e, o amor era seu cetro.
Eu venho de um mundo onde tratar bem era um dever.
Eu venho de um mundo onde a maior riqueza era a liberdade.
Eu venho de um mundo onde a família amparava.
Eu venho de um mundo onde a dor era sentida por todos.
Eu venho de um mundo onde havia fé.
Eu venho de um mundo onde os idosos eram os de maior valor.
Eu venho de um mundo onde crianças eram sagradas.
Eu venho de um mundo onde só se matava pra comer.
Eu venho de um mundo onde às mulheres ficavam felizes com flores.
Eu venho de um mundo onde os amigos eram amigos.
Eu venho de um mundo onde o elogio era puro.
Eu venho de um mundo não sei onde estou.
Eu vivo num mundo desgovernado, cuja bandeira é o ódio.
Eu vivo num mundo de barbárie.
Eu vivo num mundo escravizado.
Eu vivo num mundo sem proteção.
Eu vivo num mundo de egoísmo.
Eu vivo num mundo sob efeito de calmantes.
Eu vivo num mundo sem o passado.
Eu vivo num mundo profano.
Eu vivo num mundo onde o sangue corre caudalosamente pelas vielas.
Eu vivo num mundo dominado pela luxúria.
Eu vivo num mundo sem ninguém.
Eu vivo num mundo de mentiras.
Eu vivo num mundo não sei pra onde vou.
Eu não quero me confundir com essa sociedade. Eu quero ajudar a criar um novo modelo de sociedade, que parta da fissura, do quebrado. É interessante notar que, na arte japonesa, a fissura valoriza o objeto que se quebrou. Depois de ser restaurado com pó de ouro, o objeto é mais valioso. Nossas vozes e nossas ideias são pó de ouro.
NA MINHA NUDEZ
Na minha nudez
Que eu seja um poema
Um corpo, uma alma
Que o rio rasga e o mar beija
Que me beija sem dó
Como eu gosto
Na fase da lua
Numa bela poesia
Na minha nudez
Que eu seja uma letra
Um poema, uma palavra
Um corpo, uma alma
Que o rio rasga e o mar beija
Sem dó ou piedade
Como eu gosto
Na fase da lua
Numa bela poesia
Eu e minh’alma
De João Batista do Lago
Aqui, diante um do outro,
eu e minh'alma nos olhamos
‒ com olhares narcísicos.
Acima de nós um espírito que nos contempla
admirado e intrigado e esperando o primeiro verbo…
Quem, diante de nós falará a palavra inicial – ou terminal! ‒
num afeto magistral de dois entes que se amam, mas se destroem ao mesmo tempo,
na nave que nos segreda a milionésima parte dos nossos átomos
que nos tornam unos e indiferenciados?
A fogueira do tempo queima-nos diante da divinal espiral
que nos empurra para cima
fazendo com que dancemos os enigmáticos sons
que nos saem dos mais profundos átomos
que nos enfeixam de vida e morte,
como se vida e morte existissem!
Eu diante da minh'alma sou eu e minh'alma.
Sou único…
sou uno!
Sou apenas alma.
Sou apena eu.
Somos o átomo universal na cadeia infinita do universo
que nos produz como carnes e verbos
oferecidos aos lobos que se nos desejam alimentar.
Ó grande espírito que nos espreita,
se nós – eu e minh'alma –
tivermos que furtar o fogo para ajudar a toda humanidade
a superar seus atributos infernais,
assim o faremos.
Em nós – eu e minh'alma –
não há sentimentos de pudicas verdades…
O universo é o espaço e o tempo
que precisamos para gerar nos ventres cosmológicos
os sãos sujeitos de nós mesmos:
a trindade agora é perfeita…
é única…
é una
– eu, minh'alma e tu, ó grande espírito!
Entendido pois está o mistério:
Somos tão somente o verbo atômico universal.
ABORTAMENTO
De João Batista do Lago
Quando eu morri, um deus qualquer me pariu!
Na casa onde parido fui havia duas dimensões:
primeira delas o ventre-rio solitário e escuro;
na segunda parição tive por casa o mundo,
e sem me cortarem o cordão umbilical
vadiei pelos aposentos ‒ já ali sujeito obscuro!
Na primeira casa naveguei todos os sonhos.
Na segunda casa fui jogado para “Outros” monstros:
qual casa, então, devera seguir!?
Hoje percebo a casa que me é original:
hei-me aqui parido como filho primogênito,
expurgado para sempre para a mundidade do mundo.
Nenhuma outra casa existira; fora tudo ilusão
Sou-me de mim a única casa repleta de eus
Todos os meus aposentos revelam-se: meu Corpo
"Eu tô de bem com meu Deus
Que te mandou um abraço;
Vem fazer uso do espaço
Lá do esquerdo do meu peito.
Aqui está a igreja;
Eu adoro olhando as imagens
Que cantam, dançam e pegam
Que eu até me peguei:
Como de mim são iguais?
Semelhantes são as tais
Com o Artesão que as fez.
Não há “primos inter pares”
O Primeiro entre os irmãos
Está à direita do Pai
E é tão bem vindo entre nós
Lembrado ao partir do pão
Fala aos que aqui estão
Ávidos para ouvir Sua voz."
Talvez cercado
Por um milhão de pessoas, eu
Ainda me sinto totalmente sozinho
Eu só quero ir para casa
Sinto sua falta, sabe?
Ela tem um lindo sorriso
Que rouba o brilho do céu estrelado,
Ela tem tudo o que eu preciso,
E faz-me querer estar ao seu lado.
Dona de um olhar expressivo,
Que deixa os seus desejos e emoções escapar.
Ela tem tudo o que eu preciso,
E encontrei-a sem a procurar.
A alegria que ela tem contagia o mundo,
Faz o tempo parar e deixa-o mudo.
Até o vento pára, para ouvir a sua melodia,
Ela mora no meu pensamento de noite ou de dia,
É um mero acaso, uma surpresa,
Faz-me esquecer tudo até a minha tristeza.
É como uma casa sem telhado,
Mesmo que a chuva me molhe,
Está sempre comigo.
Se eu tenho uma única certeza,
É que ela é o meu porto de abrigo.
MONOTONIA
Eu ligo a TV e o tédio invade a sala,
Eu abro um livro e a amargura exala das páginas.
Eu ouço música e a solidão de não ter um par para dançar me apavora.
Tudo que resta são noites de angústia sem fim,
Sofrendo sozinha,
Calada e contida.
É possível ser só na multidão?
É possível ser triste na alegria?
Acordo sem querer acordar,
A luz do dia já não me traz alegria,
Queria ficar no escuro em meio à apatia e ali fazer minha moradia.
Dormir e morrer,
Morrer e dormir
Qual a diferença?
Se já morri a mil vidas atrás.
Como um vício que eu me vicio e se não tenho caio em dependência/
uma dose de amor pra que eu não adoeça .
Tudo que eu escrevo é pra um você que nunca vai ler , pro você que assombra a minha mente , pro você que eu amo, pro você que eu me apaixonei, pro você que nunca vai existir porque o tamanho do meu amor fez eu criar um você tão perfeito e utópico , você é o eu lírico do meu texto que sempre será inalcançável.
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