Quem sabe
Admiro quem sabe domar as palavras. Considero como um dom... Porque só elas são capazes de expressar lembranças, amores, saudades e dores.
Ontem nada mais que hoje!
Amanhã quem sabe, mais que hoje?
O que devo fazer? se nada sei?
Engraçado a vida né? as vezes ela dá, se nada dei!
Qual o lugar da espera? qual a hora? sei não !?
Que sentimento é esse, que não entende o coração?
Distante!
Em algum lugar você esta..
Quem sabe andando pela minha
rua a caminhar com o olhar no
horizonte,
Ou em algum lugar distante,
Quem sabe em uma galáxia do
outro lado do universo..
Ou deitada em meus lençois
Talvez eu já tenha visto seu
sorriso..
Talvez eu já o tenha..
Ou nunca tive.. Eu não sei..
Sei que te amo..
E como os buracos negros
atraem a matéria as estrelas o
tempo e a luz para dentro de si
para renascer em outra
dimensão ..
Talvez Você esteja vindo ao
meu encontro trazendo todos os
sorrisos que a vida me tirou..
E Viver todos os sonhos
deixados pelo caminho..
Me Trazer o tempo..
A luz e os beijos que não roubei
que não dei e não senti..
Marcos Magno.
Ao longo das nossas vidas...
Vamos formando um amontoado de palavras soltas.
Onde quem sabe lidar com elas, cria-se sonhos e poesias...
Abre um leque, para ventilar as suas emoções.
E quem não sabe...sofre, sem saber construir partes de si mesmos.
Vou ficar aqui sozinho,
Mais não vou me lamentar
Quem sabe, o mundo vai lhe ensinar
O verdadeiro prazer de viver a vida e de amar...
Quem sabe, o motivo por não encontrares o que procuras é pelo foto de procurar nos galhos, ao invés de procurar nas raízes.
“Somos pequenas granadas de hesitação, não somos? Quem sabe até bombas atômicas implosivas. Flertes impulsivos, cartas que não foram enviadas, quiçá escritas. Somos lençóis de aromas distintos, hálitos, diferentes hálitos. Pra você o céu é vermelho, já o meu um cintilante lilás. E continuamos assim, um camuflado de folhas caídas. Calmaria que esvai junto ao vento. Tão leve... Somos as somas dos erros e as sobras das palavras. Somos o diminutivo de carinho: que não existe. Por que não sermos um? Somos aquelas frases clichês ditas no calor da hora, as malditas risadas durante um beijo. Um furacão que não cessa. Paz que não se acomoda, somos um trilho sem fim que não aceita paradas bruscas dentre as estações. E o que eu faço? Se procuro qualquer rastro teu nos variados desatinos dos querubins, em rostos indiferentes, eu procuro. Descubro então que tenho tratado a dor e não a causa dela, que não encontro a melodia que tanto preciso se não for me arrastando por tua rodovia de quase-estrelas. Até o tempo está me perdendo e parece não se importar. Em todos os sentidos, os opostos, os corretos, os incertos. Não acompanha meus rastros, minhas pegadas num sentido torto ou noutro que eu desconheça. Não se convence de que, por sentir demais, minhas direções se tornaram incontáveis. E era assim, apesar do teu todo ser uma tempestade infindável eu sempre me perguntava como conseguira roubar todo o brilho do sol só para si. Aí, entre as queixas, entre a curva do teu queixo, eu compreendo que também somos criminosos, eu com a selvageria imprudente do coração e tu com as gotas de mal-me-quer escorrendo pela boca disfarçadas de veneno doce. Rodopiávamos na mesma sinfonia, contudo não no mesmo ritmo. Os teus olhos expressavam a pressa, os meus procuravam conforto na eternidade de apenas um segundo. Eu até podia supor que éramos os suspeitos habituais de uma pesarosa mágoa que não traz culpa nem vontade, mas sim voracidade e descaso. Entendi que nossos laços, sanguíneos, sarcásticos, abrasadores não se encontravam nas mesmas vielas. Porque nós somos um camuflado de folhas caídas que correm por veias diferentes. Coágulos de finitos desamores.”
♦ No último segundo de vida a gente pensa em quem?
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