Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Grêmio, porque te amo tanto.
Amamos na vida e a lógica desse amor é que ele se arrefece no caminho longínquo e no decorrer do tempo.
Na verdade o amor é um estado momentâneo de espírito - vive-se o amor no tempo de sua emoção.
É algo que se vive num momento e, se perde no outro, em face das circunstâncias da própria vida, porque a lógica do viver a vida é viver as suas oscilações.
Para todos, sem distinção.
Dizem até que nada na vida é eterno e, porque então o amor seria, não é verdade?
O apaixonado desapaixona-se e, este se apaixona na mesma rapidez que o seu amor se esvaece em tempo e no tempo.
Se isto é verdadeiro, a lógica da vida para mim revela-se, entretanto, contrária, desafiando esse contraditório amor.
Porque o grande amor da minha vida ao mesmo tempo em que me trás profundas alegrias, me trás também tristezas, sofrimentos e até me maltrata, e eu continuo fiel a ele amando-o na mesma intensidade, não conseguindo me afastar por mais que seja a minha momentânea frustração.
Se ele me maltrata eu fico possessa da vida, mas, não consigo deixar de amá-lo na mesma proporção que me trás as deveras alegrias.
Recentemente fiquei triste e muito triste com o meu eterno amor. Chateou-me muito, aborreceu-me, enfim, irritou-me profundamente.
Fiquei pra baixo uns três ou quatro dias, e até hoje não digeri o que ele fez comigo. Não consegui até hoje me recuperar dessa situação.
Mas, aconteça o que acontecer, nada na vida conseguirá me afastar ou separar dele o meu coração.
Fazer o que se esse amor tá colado dentro de mim?
Ouso a confessar que o grande amor da vida é o amor de tantos outros que o amam na mesma intensamente de meus sentimentos e, isto não me machuca, bem ao contrário, só me trás alegria e satisfação.
Aliás, tenho uma enorme simpatia por aqueles que o amam e dividem comigo esse incontido amor.
A derrota de meu grande amor é a derrota de meus sentimentos. A vitória é esfuziante, encantadora, orgulha-me e enche-me de enorme felicidade e prazer.
Sei que falar do meu grande amor não é fácil, porque palavras não saberei encontra-las na exata dimensão do que sinto por ele dentro de mim.
Mas, poucas delas eu direi fielmente para sempre:
Grêmio, você é o eterno amor do meu coração.
Os olhos devem enxergar a luz no meio da escuridão e iluminar a mente para nunca deixar de acreditar nos seus sonhos.
Temos que aprender a CAMINHAR humanamente
sobre a Terra antes de querer PISAR na Lua , Marte e outros planetas.
Nunca gostei muito de elogios, pois sei que o cenário pode mudar e as pessoas mudam juntas. São poucos que não mudam com a mudança do cenário.
#pensenisso
Buscamos sempre nos adequarmos ao que as pessoas pensam ou acham para sermos aceitos. A alto anulação é o caminho mais curto para a depressão.
No percurso dessa vida temos necessidades imediatas e mediatas e buscamos freneticamente satisfazer, e às vezes, optamos por paliativos e desprezamos o essencial. Ambos são importantes, mas o fundamental é priorizar o essencial. O paliativo é o acessório, o essencial é o estrutural. Quem vive de paliativo é semelhante a uma casa aos frangalhos com uma pintura atraente.
O vencedor constrói a sua vitória antes mesmo de entrar na luta. Sua mente está preparada para reconhecer que não foi bom o suficiente. E que precisará se preparar ainda mais.
Trace uma rota e siga em frente sem se importar com o que vão pensar; cada um deve trilhar seu próprio caminho.
'QUANDO EU PARAR DE SONHAR...'
Quando eu parar de sonhar,
serei um hipócrita simulando poesias.
Praguejando dias irreais.
Sem cordilheiras,
fingirei a presença de verbos...
A caminhada será insensata,
abstrata com sua burca espalhando negrume.
O novo Oriente implorará complacência.
Pretenso,
não mais falará de religião...
Quando eu parar de sonhar,
Não terei os abraços convencionais,
desleais/egoístas.
A casa não terá crianças para avivar os dias fúteis.
O ar exalará despedidas misturada à escassez de utopias...
O coração arrítmico confessará segredos não mais sonhados.
Medos terão descansos promíscuos.
Ao lado a realidade verídica,
tão implícita,
agonizando os dias reais...
'VELHO ANO...'
Mais um Velho Ano que se aproxima. Menos saúde para comemorarmos. Milhares de células morrendo. Nunca entendi, por exemplo, algumas das comemorações. Para quê tal, se um Velho Ano não faz tanto sentido, faz tão mal para um velho bocado de pessoas...
Quem conquistou, quem não conquistou não interessa! Interessa nos reconhecemos. Sermos mais irmãos! Se bem que essas frases de Ano Velho não surtem mais efeito na vida das pessoas. Elas continuam as mesmas. Do modo como vieram ao mundo. Talvez não!
Dia dos Namorados, Natal, Ano Velho e Outros tem cara de Segunda-Feira. As pessoas vêm e vão. Outras com fé, outras com sentimentalismo. É aquele famoso rodízio melancolizando os dias que virão...
Que venha o proximo ano parecido com o que se foi. Talvez a grande diferença seja o fato de termos menos tempo. Sabe Deus o quanto! Apesar dos pesares, quero agradecer por ainda estar preso nele, comemorando a minha forma velha de vê-lo...
'QUANDO EU CRESCER...'
Abarcarei montanhas e mares de ausências, turbulência e poeira nos olhos tornar-se-ão verdadeiras. Ficará a saudade dos abrolhos nas plantas rasteiras exalando o que realmente seria a vida...
As lágrimas cor de sangue ficarão mais impetuosas e perceptíveis. Não haverá mais lugar para elas caírem ou mãos para agarrarem-nas nas pontas. O sol agora em ruínas tornar-se-á mais avassalador, dissecando dores e as poucas esperanças nas tempestades e dias sombrios...
Quando eu crescer, quero ter olhos de criança. Não o ser sem bonança que fizeram de mim: sem identidade própria e lugar no mundo, trancafiado numa caixa de pandora, respirando desvairados acasos e um amotinado de questões sem respostas ...
Tudo acontece lentamente quando se vai espichando o espírito. A coleta de sorrisos esparramados tornam-se resquícios, sem arco-íris. Quer-se acalanto, um mundo menos profano e de todos, sem metafísica...
Quando eu crescer, quero ser um casebre de palha, sem retratos pendurados nas janelas. Sem sequelas ou falas para reproduzir a harmonia passada. Tudo sem dualidades, sem metáforas que fazem da vida uma repetição desastrosa e colapsada. Eu nunca pedi para crescer! ...
'ANÁLOGO...'
Análogo, repetitivo. Ele caminha observando as mesmas imagens. Plantou sua imortalidade nos filhos. Acreditou naquilo que poucos acreditam: cogitação perpétua...
Análogo, símile. Ele acorda às seis da manhã e dorme após às duas da madrugada tentando encorajar seus congêneres. Poucos sabem, mas ele é reticências...
Análogo, tem dormências diárias. Não contraria o acaso. Mas ver-se disperso fitando início, meio e fim. Quebra espelhos! Mas espelha-se no semblante abatido e cansado na qual todos tornam-se...
Análogo, fitando o absurdo. Ele é mudo nas horas hostis. Observa a sobrevivência das orquestras cantando as mesmas canções há milênios. Melodias antifônicas que fazem parte do mundo, sobrevivendo e enraizando as almas...
O amor vai andando de mãos dadas no tempo.
Até que a morte nos separe tênue.
Nascemos com o choro e morremos agonizando.
Precisamos aprender a viver e aprender a morrer pacificamente...
Se nada fizemos no passado, então que usemos o presente para perspectivar o futuro".
Arnaldo Chinemero
Sempre Hove antagonismo entre a retórica e a realidade, nestes termos que nos preocupamos e encatemos com a realidade e não pelas palavras aliciantes".
Arnaldo Chinemero
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