Quem Mexe com Ferro com Ferro Sai Ferido
O som silencioso no segundo suave sopra ao sentido a sonhar...
Sonhei que sai a semeá sementes de sonhos e sentimentos sadios
Sair a ceifar solidão segar sem satisfação sutilmente
Sedento da sua saliva sondei serenata suave aos seus sentidos
Sonsinha a soluçar sussurrando sorriu...
Sentir seus segredos no silencio das sombras
Sambei assobiando
Segundo surgindo e sol sonolento sair do sonho
Surpreendido sem saber que sabia sonhar
Ao entrar pela porta de um coração desconhecido, nunca deixe de ver, ondese encontra a placa de saída!
Rumo Mudado
Engraçado, como eu saí,
Da casa da mãe, onde nunca quis partir.
Refúgio seguro, calor do lar,
Mas a vida, ah, a vida, decidiu me mudar.
Entre risos e abraços, eu me sentia tão bem,
Na cozinha o cheiro de amor sempre vem.
Mas o chamado do mundo, com sua voz sedutora,
Fez meu coração dançar em uma nova aurora.
O lar era abrigo, um porto de paz,
Mas o destino sussurrou: "Vá, não olhe para trás."
E assim eu parti, com saudade e temor,
Carregando comigo todo aquele calor.
Agora sigo em frente, a jornada é real,
Descobrindo novos caminhos, um horizonte sem igual.
Engraçado pensar que ao deixar aquele lugar,
A vida floresceu e aprendi a amar.
A doente.
Eu sempre fui um tipo de gente.
Sabe aquela pessoa que nunca sai do hospital?
Eu sempre era ela.
Sempre estava me sentindo mal.
Até que eu pensei:
-Se nessa vida eu sempre vou ser esse tipo de gente, eu não quero viver.
Porém, quando eu olhei para a janela lá estava ela.
A criança que eu sempre quis ser.
Tão livre e bela.
Ela não tinha que andar por aí com uma bombinha ou remédios.
Ela corria, pulava e fazia tudo do jeito dela.
Meus olhos brilharam.
Eu não sabia se era pelas lágrimas ou pela admiração.
Meus pais entraram no quarto e também viram.
E sem saber oque eles podiam fazer.
Apenas me abraçaram.
O poeta e os sonhos!
Estranho é tão estranho, nunca sai do meu canto, mas viajei entre prantos, em sorrisos, em outros portos aportei, numa viagem tão bela, estive em outras épocas, de um escravo sofrido bom amigo me tornei, viajei por entre mares, fui a tão lindos lugares, em guerras também passei, amei tantos lindos corpos, sofri por vários amores, belezas tanto as guardei, vesti corpos tão estranhos, matei roubei e fiz danos, amores eu propaguei, fui beato e muito incrédulo, de Deus, tanto eu duvidei, estranho o poeta é estranho, quando traz a sua pena e a molha em tintas faceiras, viajas como ninguém, foge das realidades, muda! E cria tanta coragem, o mundo não fica além, se quero voltar no tempo, abaixo meus pensamentos, visto um corpo e volto a um passado, onde posso ter reinado, ou ser mesmo um João ninguém, assim me dita a caneta, a pena que triste pena, voou e se foi além, mares e tantos lugares, em segundos, o rabiscar marca fundo, sou outro corpo a passar. Queria eu descrever, que o poeta tem a liberdade, não depende de passagem, viaja a bel prazer, se futuro ou passado, apenas um papel molhado, molhado de tinta, a se escrever! Assim viajo em outros mundos, sou amigo de um tudo, da morte a um bom prazer, poeta estranho poeta, assim queria aqui eu me descrever...
(Zildo de Oliveira Barros) 20/05/15 manhã
Existe pessoas que desejamos diariamente
E que ela não sai de nossa mente
Não que esteja apaixonado
E sim pelos seus belos traços
Além disso
Ela tem um coração tão lindo
Que fico pensando nela e acabo dormindo.
Meu sucesso
Meu bem estar
Meus objetivos
Meus sonhos
Minha vida
Me pertence
Sai de sena
Por que eu sou
O Protagonista.
Me sinto tão apaixonado
Que a vezes sai um eu te amo do nada
Na mesma hora apago
A mensagem que pode parecer errado
Por ser escrito e não demonstrado
Me seguro em tudo
Por que a vontade que tenho
É de gritar para o mundo
Que te amo mas que tudo.
Fanatismo é como a peste: de altíssimo poder de contágio, sai matando tudo o que o indivíduo tem de melhor por dentro e por fora, via sentimentos e ações dos mais destrutivos. E mesmo após seus vetores se auto dizimarem, ela segue em seu processo de extermínio, vitimando outros pelo legado maldito das convicções equivocadas dos primeiros.
Trago na lembrança para onde vou levar na lembrança se a lembrança não sai perto de mim, então devo deixar a lembrança viver de lembrança não de mim.
Quem valoriza a independência não sai correndo a procura de felicidade ele sabe que a felicidade é a própria vida vivida.
