Quem Diria que Iria te Reencontrar
Nao seja arrogante! Reconheça, valorize, aplauda, e celebre as conquistas de quem você admira.
NAO INVEJE! Saiba celebrar com um vencedor
A pior covardia do ser humano é simplesmente querer usar quem tanto confiou em você, para provocar ciúmes ao passado.
Desde que existem a humanidade, nunca parou de existir as dificuldades, a quem aproveita com as crises para observar as oportunidades, para ter êxito e prosperidade, mas outros que infelizmente cruza os braços e desespera diante da dura realidade, sem saber que as provações e escassez são desafios necessários, para novas experiências, aprendizado e futura estabilidade.
Uma hora você percebe que o conhecimento e a sabedoria afastam os tolos. Quem há de beber do cálice, com sede buscas. E aquele que flerta ao se aproximar da fonte que jorra, perece ao sucumbir nas areias de um tempo morto. Assassinado por si mesmo, és aquele que mata a si próprio ao escolher morrer na beira da praia, prometendo que um dia mergulharia em seu mais profundo seio.
Houve um tempo, quem sabe você se recorda, em que a vida era inteiramente sua. Só sua. Mas, como folhas carregadas pelo vento, você se perdeu nas curvas sinuosas do caminho. Deixou-se levar pelos desejos dos outros, pelas expectativas alheias, e sua própria voz, antes tão clara e vibrante, foi ficando em silêncio.
No começo, as concessões eram pequenas, quase invisíveis. "Faça isso por mim", "Você poderia tentar aquilo?". E você, de coração aberto e generoso, aceitou. Cada passo em direção ao que não era seu fez com que deixasse partes de si pelo caminho, pedaços que, quando juntos, formavam a essência do seu ser.
Um dia, ao se olhar no espelho, a imagem refletida era estranha. Onde estava aquele brilho nos olhos? Aquela paixão que iluminava seus dias e aquecia suas noites? Ah, a saudade de si mesmo! Saudade de um tempo em que as risadas eram autênticas, os sonhos eram altos e as esperanças, infinitas.
Você se lembra? Houve uma época em que os risos ecoavam e os sonhos floresciam. Aquela época era sua. Agora, parece coberta por sombras, a alegria murchou, e os risos se tornaram ecos distantes. É triste perceber que, ao viver a vida dos outros, você esqueceu de viver a sua própria.
Mas nem tudo está perdido. A vida é como uma ampulheta, onde cada grão de areia representa um momento, uma escolha, uma lembrança. E se cada grão que caiu não pode ser recuperado, sempre existe o presente, o aqui e agora, para ser vivido com autenticidade.
Comece a juntar os pedaços deixados pelo caminho. Reconheça suas próprias vontades, seus desejos, suas necessidades. Redescubra sua essência e comece a cuidar de si novamente. Remova as ervas daninhas da conformidade, plante novas sementes de esperança, regue com suas lágrimas e adube com suas risadas. Deixe que o sol da sua autenticidade brilhe outra vez.
Lembre-se, viver a vida que é sua não é egoísmo. É um ato de coragem, de amor próprio. É redescobrir aquela criança que sonhava sem limites, que acreditava no impossível, que via beleza em cada canto. É permitir-se ser, plenamente, o que sempre foi destinado a ser: você mesmo.
E ao final dessa jornada de reencontro, quando olhar para trás, verá que a saudade de si mesmo foi o impulso necessário para redescobrir a beleza da sua própria essência. E perceberá que a vida, afinal, é uma poesia escrita com cada batida do seu coração, cada suspiro da sua alma. E essa poesia, é única e incomparável.
Assim como todo fim é inevitável.
Todo recomeço é possível para quem está disposto a viver uma nova história!
A relevância de um discurso não reside na identidade de quem o profere, mas na substância de sua mensagem. O fundamento de um argumento não deve repousar na retórica, mas na solidez de sua base racional e epistemológica.
"A alma de quem pratica Tzedaká brilha com a luz da justiça; cada ato é uma centelha de bondade eterna."
"Toda escolha é um reflexo de quem somos; cada decisão revela a verdade que carregamos por dentro."
Poupe dinheiro, não guarde. Quem só guarda dinheiro pode acabar gastando com algo que nem desejava realmente.
Raios e trovões amor verdadeiro
Quem me dera
Contemplar a beleza divina do céu e seus fenômenos da natureza ao lado do meu verdadeiro amor.
Raios e trovões
Eu e ele de mãos dadas observando Deus em sua magnetude, na sua Irá contra os pecados humanos.
Sem medo dá dor
Sem medo da morte
E só amar
Quem me dera
Raios e trovões
Um amor verdadeiro.
Não pare nem dê ouvidos a quem não te acompanha ou entende o seu propósito; caso contrário, você ficará estagnado e poderá atrofiar o seu crescimento!
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