Quem Corre Cança
Ou você corre ou você pensa; o objetivo não é fazer pra depois pensar, e sim fazer o que se pensa, agindo no que é correto fazer.
Não perca tempo com pessoas que não merecem nem um segundo do seu tempo, o tempo corre mais e a vida é ainda mais veloz, o que pode vencer o inimigo, é saber como ele ataca para poder se defender.
Sou a alma Criada pelo Senhor e semeada pelo amor. No meu coração corre o Rio da Vida, que deságua na Eternidade de Deus.
Eu cansei destes"amores" unilaterais, onde só uma pessoa quer, onde só uma corre atrás.
Cansei de ser a presa, cansei de ser algoz e cansei de amarrar e de desatar os nós.
Nildinha Freitas
Nada nessa vida é em vão, nem o raio que rasga o céu, nem a água que corre no chão.
Nildinha Freitas
Eu sou a filha indomável da minha mãe,
aquela que corre descalça,
que se banha na chuva,
que sobe montanhas e escala sonhos,
que desafia o sistema,
que luta contra a soberania.
Eu sou a filha indomável da minha mãe,
indignada com a injustiça,
aquela que batalha para que todos
possam ter um mundo melhor.
Eu sou a filha indomável da minha mãe,
a que erra e falha,
que já caiu muitas vezes,
mas sempre levantou.
Eu sou a filha indomável da minha mãe,
descendência forte e livre,
carregando na mão a lança da esperança,
disposta a lutar contra qualquer sentimento
que tente me colocar para trás.
Nildinha Freitas
A visão bíblica nos mostra que precisamos voltar para a nossa humanidade e ver que corre sangue em nossa veia. Precisamos enxergar a realidade de quem somos: pessoas que passam rápido pela vida humana. Quanto mais tecnológico menos ser humano seremos na vida e menos perceberemos que a vida é um relâmpago. Menos perceberemos que o valor maior da vida é Deus e não o terreno. Salomão nos chama a atenção para esta realidade!.
As pessoas correm demais, tem pressa demais. No corre corre não conseguem sentir, não tem tempo de sentir e não sentindo, não vivem.
A modernidade trouxe o que pode ser a coisa mais cruel ao ser humano: A negação do direito de sentir. Não sentir dor, não sentir prazer. Repito: não sentir, não viver.
Bruxa selvagem
corre nos olhos,
derramando feitiço cativante
fez de mim teu escravo obediente.
Escolhes o alvo sem palavra,
sem razão,
apenas pela vaidade voraz,
pela luxúria que inflama
o ego explorador sem nenhum reforço.
O amor corre pelo dedos abraça o corpo desliza no cabelo, brlha nos olhos úmidos enfeitiça a cabeça vai embora e volta por você.
Quem corre atrás sem conhecer a direção para onde está indo, vai continuar guiando rumo ao desconhecido.
'LUA'
O veneno corre,
vivificador febril nas entranhas,
covil dos tentáculos envoltos na alma.
O amarelo,
fogo brando.
Simetria de mudos mistérios...
O pequeno rio barulha,
a pobre visão carapuça.
Hora de acordar!
Esquecer!
Adormecer inquietudes,
redemoinhos...
O andar às escuras,
extinguindo flores.
Flores absolutas!
Múmias juntos à acinzentada lua.
Refletora de luz,
horto na escuridão...
Porque tantas flores perecidas no escuro?
Se bem que o clarão já não importa.
Aqui distante,
loucos matam todas as formas,
lua míngua/futuro.
Homem inexpressivo no muro...
Tudo confuso!
A lua desencanta-te.
Fita-te ao horizonte,
é a muda esperança.
O pairar de mais um painel:
'o pincelar na lua minguante'...
'Traçado de homens flamejantes',
pronunciando-se ao glacial,
acidental.
Embaralhando neblinas,
as tantas luas que se foram,
pontos na velha retina...
O mundo paisagístico revela algo sinistro:
Lua Negra tão pequenina,
vagão!
Um curvar-se ao pequeno ponto!
E o traçado atônito,
imensidão na palma da mão?
'ESCURECER'
Açoite.
Pernoite.
O céu estufado.
Corre José!
Vislumbra a escuridão,
Violenta e cortês,
Exausta o coração.
Berra!
Vocifera!
Adormece as crianças,
Na cama doente.
Sem castiçal,
Anjos devoram,
O sonho mortal.
Suplica demônios.
Aluvia as igrejas.
Desaponta o acaso,
Há tempo na vida!
Peregrina...
Corre José!
Foge morfina!
A cada escurecer,
O coração grita vida:
Vem! Vem! Vem!
Aqui! Galgas o peito.
'O RIO SEMPRE CORRE'
Os rios sempre correm,
nos olhos correntezas tropeçam.
Pupilas pequenas,
peixes artificiais.
Puro 'eu' no espectro da cena...
Canoas enferrujadas,
abotoadas no leito caído.
No remanso,
limbo de abelhas,
insetos praguejando tormentos...
Da janela,
carnificinas estilhaçam o peito amarroado.
Sou agora fúlgidos ferimentos,
perdas no espaço,
loucos sentimentos...
Curvas infinitas,
nas ilusões deixadas nas noites.
Rios permearão,
nas pernoites passadoras,
nas auroras de essências deixadas p'ra trás...
Sonho carnes cruas e mera existência,
sequelas jogadas nas ruas.
Sons nas madrugadas digerindo utopias.
Tudo se foi com os ventos,
deveria!
Reflito à montanha calado,
presente gladiador em revoltas,
águas revoltas nas nuvens.
Serei contornos sem inspiração,
ausência de rotas no alvorecer...
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