Quem Ama Nao Erra
Quem desdenha o conhecimento ignora um dos maiores atributos que Deus comunicou aos homens: a capacidade de pensar. Ao ter o sopro de vida em suas narinas, Adão (e consequentemente Eva) tornou-se a feitura mais esplêndida do Gênesis, diferenciado de quaisquer seres vivos. Foi-lhe dado em seu alento um intelecto, mas, parece que em nossos dias a criatura “sapiente” prefere regurgitar essa dádiva dos céus.
Sobre a democracia brasileira, bem sabemos que as elites sempre decidiram quem poderia ser eleito; agora, no entanto, decidem também quem não concorrerá ao pleito; ou mesmo quem vai ou não concluir o mandato.
Porque neste viver para morrer, em nós humanos; sempre haverá:
1- Quem mereça uma explicação;
2- Quem mereça uma resposta… e
3- Quem mereça: NADAAAAAAAAA; para meditar aqui fica este recitar:
Merecer…
Coitado de quem última mereça;
Por não ser da primeira, ou da segunda;
Devido a o que em sua mente e Alma abunda;
Digno do que em tais tido, se pareça!
Pois vive em si tão só, que até dá dó;
Por dentro de seu ser, nada em tal ter;
Daí, já nem ter sentir, nem valer;
Por em seu viver, tão se encontrar só!
Que pena haver, assim gente entre nós;
Com tal viver, que a todos nós tão indigna;
Em seu tão curto viver, pra morrer!...
Por serem uns que irão ficar tão sós;
Por entre nós não terem, vida digna;
Pra a eles, dedicarmos; nosso viver.
Com mágoa;
Os Verdes Olhos
Quem um dia irá recontar,
A história daqueles olhos.
Como uma espada afiada,
Penetravam minha alma.
Serpente?
Devorava-me como leão.
Sorriso encantador,
Alma ninfa, humano alado.
Escolheram a cor da esperança,
De maneira correta: verde!
Ah! Quantas vezes ansiei por teus verdes olhos,
Encontrá-los era o mesmo que contemplar os portões da cidade celeste.
Verdes olhos sejam meus, teus, nossos.
Eu poderia morrer olhando-os.
Ao anjo de olhar sincero e perdido,
Amigo amado, dedico este texto.
Vão dizer que tudo é sorte,
Mas é talento e trabalho
Quem nasceu pra ser patrão, yeah,
Nunca vai ser funcionário
"Quem amo tem cabelos
castanhos e castanhos
os olhos, o nariz
direito, a boca doce.
em mais ninguém conheço
tal porte do pescoço
nem tão esguias mãos
com aro de safira,
nem tanta luz tão húmida
que sai do seu olhar,
nem riso tão contente,
contido e comovente,
nem tão discretos gestos,
nem corpo tão macio
quem amo tem feições
de uma beleza grave
e música na alma
flutua nas volutas
de um madrigal antigo
em ondas de ternura.
é quando eu sinto a musa
pousando no meu ombro
sua cabeça, assim
me enredo horas a fio
e fico a magicar."
#Corpo #cansado...
Nem bebida inspira...
Sono pesado...
Quem diria...
Enfim aqui estás...
Você...
E tantos outros mais...
Por onde olho...
Promessas se fazem...
De travesseiros soltos...
Lençóis amarrotados...
Corpus suados...
Ensaidecidos...
Mas o sono tão pesado...
Ciumento clama ...
Pisca os olhos...
Quer ficar acordado...
Sapato incomoda...
Essa roupa chata...
Quero ficar pelado...
Debaixo das cobertas...
Sozinho....
Mais uma noite estarei de fato...
Culpa não é minha...
Vontade eu tinha...
Porém Morfeu venceu...
Caminho de casa...
Bebida jogada na rua...
Não dá mais..
Nem segurar um copo consigo...
Será sono ?
Talvez quebranto...
Não me espanto...
Um pai nosso...
Quem sabe...
Desfaz o feitiço...
De olhos ruins...
Más vontades...
Gente sem juízo...
De vocês não preciso...
Nem quero contato...
Antes só...
Que mal acompanhando....
Sandro Paschoal Nogueira
— em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Você chegou na minha vida e me transformou, me fez esquecer qualquer um com quem eu já tivera algo. Foi a melhor coisa que me aconteceu e sempre será, você me arranca os melhores sorrisos e as melhores risadas.
CALABOUÇO (soneto)
Ah! quem há de amar, amor inconstante e criado
O que o coração sofre, e a poesia cria impotente
Sangra, chora, pena e arde o sentimento da gente
Nas lágrimas poetadas num recanto aprisionado
O pensamento escreve, e o desagrado fica ao lado
Catucando a alma com seu olhar tão descontente
Quando nos versos teria que ser o trovar diferente
E, insistente, se faz a melancolia hospedada no fado
Ó palavra pesada, rude, fria e espessa, que penaliza
Abafa a ideia leve, e do sonho põe-se num paralelo
Onde refugia a solidão, numa escuridão governanta
Quem pode achar a expressão tenra, tal afável brisa?
Que sopre rimas que nunca foram ditas, de teor belo
E venha ao amor confessar agrado preso na garganta!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07/01/2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Podemos amar muito aqueles que nos fazem chorar, quem nos faz rir precisamos pelo menos tentar amar!
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