Quem Ama Nao Erra

Cerca de 672963 frases e pensamentos: Quem Ama Nao Erra

"Não falo, só sinto"


Não digo o que sinto,
pois não sei dizer.
Mas sei que é preciso,
porém não consigo.


Sou conhecida como alguém
distante e fria.
Mas não sou assim,
só aparento ser.


Às vezes, gostaria
de ser vista como sou,
não como
acham que sou.


Isso é uma grande
loucura.

"Meu desejo"


Queria ser poeta,
mas poeta não sou.
Pois poeta sabe muito,
e eu aprendo com o tempo.


Sou escritora poética,
penso, sinto, digo e não falo.
Todos os poemas escritos
contêm meus sentimentos.


Escrevo muito
para não falar,
pois o silêncio
é a minha resposta.


Alguns querem reconhecimento,
e eu quero conhecimento.
Muitas palavras
e poucos lábios.


Observo atentamente
antes de dizer uma palavra.
Depois interpreto,
até compreender.
E isso me torna
uma pensadora.

" Cada pessoa é um mundo"


Eu vejo,
você vê.
Eu sinto,
você sente.
Mas não somos iguais,
somos diferentes.


Faço uma escolha,
você toma uma decisão.
Reflito sobre mim,
você reflete — ou não.


Você é um mundo,
eu sou mudo.
Faça acontecer
o que aconteceu.


Há uma razão
para cada solução.
Há um exemplo
para cada explicação.
Há pensamentos
para todos os pensadores.

A verdadeira elegância não é algo que se adquire, mas algo que se revela.

Sua beleza não precisa de tela, a verdadeira obra de arte é você.

Somos em nosso íntimo a nossa essência, e isso não é algo inerente ou puramente abstrato, mas sim algo construído e manifestado.

Ser você mesma é uma das formas mais preciosas de liberdade.
Não há necessidade de aprovação quando se aprende a habitar a própria essência.

Há uma elegância que não se veste, uma beleza que não se imita e um perfume que não se esquece.
É a essência de uma mulher que conhece o próprio valor e jamais precisa revelar todos os seus mistérios.

“Amar Não Foi Minha Culpa”

Há amores que terminam deixando saudade. Outros deixam perguntas.
E talvez as perguntas sejam mais difíceis de carregar, porque a saudade aprende a envelhecer conosco, enquanto uma pergunta sem resposta continua batendo à porta da consciência.
Onde estava a minha culpa?
Foi ter amado demais?
Foi ter chegado sem armadura, colocado o coração sobre a mesa e acreditado que sinceridade seria suficiente?
Porque existe uma estranha crueldade em certos encontros: alguém deseja nossa presença, mas recusa nosso afeto. Quer nossa atenção, mas teme nossa profundidade. Aproxima-se para sentir o calor e depois se afasta quando percebe que o fogo também ilumina aquilo que preferia esconder.
E quem amou fica procurando o próprio crime.
Revira palavras.
Reconstrói noites.
Interroga silêncios.
Procura naquela página branca da memória alguma frase que explique por que aquilo que parecia tão inteiro acabou deixando apenas espaços vazios.
Mas amar profundamente não deveria ser uma confissão de culpa.
O erro talvez não esteja na intensidade do sentimento, mas na ilusão de que todo amor oferecido encontrará do outro lado alguém disposto a recebê-lo com a mesma coragem.
Podemos entregar o corpo sem entregar a alma.
Podemos dividir uma cama sem dividir a verdade.
Podemos pronunciar palavras de amor enquanto escondemos de nós mesmos aquilo que realmente sentimos.
É por isso que a intimidade mais difícil não acontece quando dois corpos se aproximam. Acontece quando duas pessoas conseguem permanecer diante uma da outra sem máscaras.
E poucos suportam essa nudez.
Há quem prefira perder um grande amor a ser obrigado a olhar profundamente para si mesmo.
Então chega o dia em que precisamos parar de perguntar apenas por que alguém foi embora e começar a perguntar quem nos tornamos tentando fazê-lo ficar.
Talvez seja aí que a dor comece a se transformar em consciência.
Não quero uma verdade confortável.
Quero a verdade inteira.
Mesmo que doa.
Mesmo que destrua aquilo em que acreditei.
Mesmo que me obrigue a atravessar sozinho lugares que imaginei atravessar acompanhado.
Porque uma mentira pode oferecer abrigo por algum tempo, mas somente a verdade nos devolve a nós mesmos.
Por isso, se um dia você me mostrar onde ela está, eu caminharei em sua direção.
Não porque ainda espere recuperar aquilo que perdemos, mas porque compreendi que há algo maior do que permanecer ao lado de alguém:
permanecer inteiro diante de si mesmo.
E se ainda me perguntarem onde esteve minha culpa, talvez finalmente eu saiba responder.
Minha culpa não foi amar.
Talvez tenha sido acreditar que amar com todo o coração obrigaria outro coração a fazer o mesmo.
E essa é uma das verdades mais difíceis da existência:
o amor pode ser inteiro dentro de nós e, ainda assim, não ser suficiente para fazer duas pessoas permanecerem.

Se não podes dar velocidade aos seus passos, pisar com mais firmeza seria a melhor opção.

Não há
onda indomável.

Besteirice
não tentar,
imaturidade
forçar a barra.⁠

Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.

Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.

O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.
⁠

⁠Não me lembro mais
qual é essa estação!!!

Esforca-te
até o teu limite,
não basta tentar,
sei que tu
és forte
e ainda estás
por atingir
o ímpeto vital;
Depois...
Bem, depois
continue sendo você,
siga avante
com calma
de guerreiro
e coração
de gigante.

Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.⁠

⁠Quero
que não
me definas,
nem tente
me decifrar;
Venho de uma longa jornada
pela imensidão
de dispor-se
a aprender
e anda comigo agora
a dor
e a renúncia
de não mais
por tudo
á perder;
Quando inaudível
minha voz:
Ainda clama
para o dia
logo amanhecer.

Serena,
que noite⁠
é essa?
Velho,
não sou
de andar enculcado
mas olhe, "vice",
sabe-se lá
de onde vem
e por que vem?
Ao meu "coração maltrapilho":
Fiz da poesia
minha arte;
Olhos nas estrelas
e coração em Marte.