Queda
Abrigar um covarde ou puxa-saco é semear a própria ruína; cedo ou tarde, a inveja supera a admiração, ele se cansa de viver à sombra e trama a sua queda.
Ele escorregou, onde não deveria ter escorregado; mas, soube porque pecou se não andasse escondendo o seu pecado. Lá vai ele, andando seguro e à vontade e, se um dia cair, arrependido, será assistido pelas mãos do Pai.
Três degraus altos e perigosos demais para o homem petulante: arrogância, maldade e avareza. De qualquer posição a sua queda será também muito trágica.
O orgulho é como uma venda sobre os olhos da alma, obscurecendo a visão da verdadeira essência da vida. Assim como Nabucodonosor, que foi feito pastar como um animal, podemos ser consumidos pela arrogância, perdendo de vista nossa humanidade e nossa conexão com o divino. É na humildade que encontramos a verdadeira exaltação, pois é quando nos curvamos diante de Deus que somos erguidos por Sua mão misericordiosa.
Quando cair da montanha reflita se é realmente importante subir novamente ou encontrar uma nova montanha.
Apesar das dificuldades que passamos e quedas que já levamos nós estamos de pé. Vão existir mais, sem dúvidas. Mas nada que impeça de completarmos a nossa caminhada!...
Os primeiros sinais graves da perda da referência artística, cultural, histórica e educacional e uma gravíssima negligencia da necessária política pública cultural para evitar à desvalorização e a queda monetária do real valor patrimonial do bem histórico é observado quando o valor dos bens artísticos são oferecidos e comercializados no mercado, a preços vis ou melhor com valores bem menores que o seu próprio e o exato valor alcançado e praticados pela comercialização isolada dos materiais empregados na criação à peso em um dos desagradáveis e trunculosos desmanches ou sucateiros.
Aqueles que passivamente se humilham perante um erro, conseqüentemente perdem a liberdade e serão condenados pelo que não fizeram.
